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Bloomsbury anuncia terceiro romance de Crescent City e novos contratos com Sarah J. Maas

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Na reportagem realizada por Melina Spanoudi para o site The Bookseller, ela comenta um pouco sobre o novo livro Casa de Chamas e Sombras (tradução livre), e sobre novos contratos de publicação com a Sarah J. Maas.

REPORTAGEM DA THE BOOKSELLER (tradução Equipe ACOTAR Brasil)

Com previsão de publicação para dia 30 de janeiro de 2024, Casa de Chama e Sombra seguirá a história da ”meio feérica e meio humana” Bryce Quinlan, que se encontra presa em um novo mundo, bem longe de sua família, amigos e parceiro, Hunt. A publicação desse livro no Reino Unido será apoiada por uma campanha de marketing e publicidade, cujos detalhes serão divulgados ainda este ano.

De acordo com a sinopse da editora:

“Hunt está preso em uma masmorra, sem liberdade e sem nenhuma pista sobre o que aconteceu com Bryce. Com a adição de Casa de Chama e Sombra, a série Cidade da Lua Crescente atinge novos patamares, com o mundo de Bryce e Hunt a beira do colapso – e o destino deste mundo sob seus ombros.”

A Bloomsbury também anunciou que fez um contrato com Maas para a publicação de mais quatro livros, feito este que foi intermediado por membros do comitê executivo da Bloomsbury nos EUA e no Reino Unido por Robin Rue, da Writers House. Este novo acordo acrescenta estes quatro livros aos demais três livros que Maas já havia acordado de publicar com a editora.

Kathleen Farrar, diretora-gerente de vendas e marketing do grupo Bloomsbury, disse:

“A série Cidade da Lua Crescente é uma combinação inebriante que a tornou um best-seller internacional. Trabalhar com Sarah e continuar expandindo SUA marca global e seus títulos é um dos grandes privilégios da Bloomsbury.”

As séries Trono de Vidro, Corte de Espinhos e Rosas e Cidade da Lua Crescente já venderam mais de 26 milhões de cópias em todo o mundo e foram traduzidas para 37 idiomas. Casa de Chama e Sombra, o terceiro livro da série Cidade da Lua Crescente, segue Casa de Terra e Sangue e Casa de Céu e Sopro.

Sinopse oficial de Crescent City 3 é revelada

Após Sarah J. Maas revelar o título oficial de Cidade da Lua Crescente 3, que será House of Flame and Shadow, e anunciar que a pré-venda do livro já começou também, temos uma primeira sinopse oficial!

No site da Barnes & Noble, a sinopse do livro é, em tradução livre: “Bryce nunca esperou ver um mundo além de Midgard, mas agora que viu, tudo que quer é voltar. Tudo que ela ama está em Midgard: sua família, amigos e parceiro. Presa em um estranho novo mundo, ela precisará de toda a sua vontade para voltar para casa. E não há maneira fácil quando ela não sabe em quem confiar. Hunt já esteve em buracos profundos da sua vida, mas este pode ser o mais fundo de todos. Depois de poucos meses com tudo que queria, ele está nas prisões Asteri novamente, arrancado de sua liberdade e sem ideia do destino de Bryce. Ele está desesperado para ajudá-la mas até escapar da coleira Asteri, suas mãos estão atadas. Nesta sexy e de tirar o fôlego sequência do número 1 vendido, Casa de Terra e Sangue e Casa de Céu e Sopro, a série de Sarah J. Maas, Cidade da Lua Crescente alcança novos patamares enquanto o mundo de Bryce e Hunt bem a colapsar – com seus futuros pousando em seus ombros.”

Cidade da Lua Crescente Casa de Chama e Sombra está com lançamento marcado para 30 de janeiro lá na gringa. Aqui no Brasil ainda não temos a confirmação da data.

Crescent City 3 tem título e data de lançamento revelados

Atenção, isso não é um treinamento!

Sarah J. Maas postou em suas redes sociais o título oficial de Crescent City 3! O livro vai se chamar House of Flame and Shadow, em tradução livre Casa de Chama e Sombra.

Além disso, a autora ainda confirmou que a data de lançamento do livro será no dia 30 de janeiro de 2024. Então em menos de um ano teremos o terceiro livro de Cidade da Lua Crescente em mãos para continuar acompanhando a jornada de Bryce e Hunt!

Sarah ainda disse que as pré-vendas lá na gringa já estão disponíveis e que em breve teremos mais novidades sobre edições especiais e muito mais! Então fique de olho no ACOTAR Brasil para não perder nenhuma novidade!

Entenda a diferença entre carranam e parceria

O texto a seguir contém spoilers de Trono de Vidro e ACOTAR.

Essa é mais uma da série: coisas que temos dificuldade de entender no universo das fantasias.

Quando a palavra “carranam” surgiu pela primeira vez em Trono de Vidro e quando o termo “parceria” começou a ser abordado em ACOTAR, foi inevitável não se perguntar: eles significam a mesma coisa? Ou as parcerias se diferem de mundo para mundo?

No entanto, quando Maeve revelou que Aelin e Rowan, além de carranam, também eram parceiros, muita gente ficou com aquela pulga atrás da orelha.

Em primeiro lugar, é preciso entender que um laço de parceria não envolve, necessariamente, uma ligação romântica. Sim, eu sei que Feyre e Rhysand se amam, mas nem sempre existe essa “sorte” entre os parceiros. Na verdade, os próprios pais do nosso Grão-Senhor são um perfeito exemplo disso.

A ideia do vínculo da parceria é que os indivíduos estão envolvidos numa espécie de laço entre almas, onde ambos se combinam em todos os sentidos, o que não quer dizer que existe um sentimento romântico. Se o parceiro em questão for um feérico, é mais fácil identificar essa ligação. Se for mortal, a identificação se torna mais difícil, o que explica porque Rhysand demorou um pouco para perceber que Feyre era sua parceira.

Crédito: emilia.mildner

Já o carranam é uma ligação entre dois Fae e não uma conexão de almas. Em outras palavras, é quando os Fae conseguem compartilhar a própria magia, e em alguns casos, também permite que eles possam se comunicar telepaticamente. E para isso, não é preciso que os Fae em questão sejam parceiros. Tivemos a prova quando Rowan não desconfiou que Aelin era sua parceira justamente por eles serem carranam.

E talvez seja justamente isso que torna a ligação tão rara. De acordo com o próprio Rowan, poucos Fae conseguiram encontrar alguém que fosse compatível, já que ser carranam de alguém exige confiança extrema por ser algo raro e perigoso, visto que um Fae pode tomar o poder do outro por meio da ligação. 

Inclusive, Maeve costumava enviar pessoas para libertar carranam escravizados, muitas vezes encontrados tão destruídos mentalmente que a solução mais eficaz e misericordiosa era a morte, o que acaba descartando que ser carranam de alguém envolve sentimentos românticos. 

Aelin e Rowan deram sorte de serem compatíveis em todos os aspectos. Será que em breve, veremos Rhysand e Feyre indo pelo mesmo caminho?

De qualquer forma, a palavra “carranam” sempre vai deixar os fãs de Sarah J. Maas empolgados, principalmente se levarmos em conta que ela é derivada do galélico Mon aram cara que pode ser traduzido como alma gêmea. 

Fanart de capa: aiphos.s

Esqueça os clichês! A popularização de personagens femininas vive uma nova era

O texto a seguir contém spoilers de Trono de Vidro e Corte de Espinhos e Rosas.

O fim da mocinha em perigo! Pelo menos é o que os fãs de Sarah J. Maas estão acostumados.

A popularização de personagens femininas fortes, independentes e poderosas vem crescendo de maneira significante nos últimos anos, especialmente se estamos falando do gênero fantasia e da literatura adulta.

E sim, é verdade que já havíamos deslumbrado a presença de mulheres fortes em outras obras alguns anos atrás. É o caso de Hermione Granger, Gina Weasley, as irmãs Dashwoods, Leia Organa e qualquer mulher da linhagem Targaryen, afinal, elas são puro fogo, sangue e poder.

Mas não podemos negar que Sarah J. Maas conseguiu abrir um pouco mais da fresta dessa porta de “girl power” nos gêneros de fantasia. Basta analisarmos a quantidade de livros lançados com essa narrativa após o mundo conhecer e cair de encantos por Celaena Sardothien, que, particularmente, é a minha favorita dos universos construídos por Sarah.

Leia também: Os vestidos das contracapas de Trono de Vidro que existem na vida real

O que me chamou atenção desde o início, é que ao contrário do que estamos acostumados a ver em contos da Disney (o que não tenho absolutamente nada contra, inclusive, sou muito fã), os problemas das nossas mocinhas nada frágeis não são magicamente resolvidos pela força do amor. Isso conta, sim, e muito, principalmente para os fãs de Feyre e Rhysand, mas precisamos ser sinceros: nossos problemas não vão ser resolvidos só porque estamos mentalizando boas energias.

Tanto Celaena, ou, ALERTA DE SPOILER, Aelin, Feyre e Bryce passaram — e estão passando — por uma penca de problemas gigantescos. Mas isso não impede que elas continuem sendo femininas e emocionais. É aqui que Sarah consegue criar um pequeno espelho da nossa própria realidade: elas estão passando por momentos difíceis, mas continuam lutando dia após dia para continuar vivendo e levantando, mesmo que tudo o que o universo faça seja tentar derruba-las.

Fanart por: Kyn Erie

E é aqui que a segunda base dos clichês de mulheres em livros cai por terra. Ao contrário do que muitos estavam acostumados, o romance entre a mocinha tímida, que se veste mal, possui baixo autoestima e que não entende porque o protagonista parece interessado nela simplesmente não existe.

As personagens femininas criadas por Sarah J. Maas abriram a janela para mulheres sexualmente bem resolvidas e confiantes da própria beleza. Na verdade, quem tem que se perguntar porque a protagonista está interessada é o próprio mocinho. Além disso, não podemos esquecer que a romantização do primeiro amor também não tem muita vez por aqui.

Tudo bem que muitos de nós torceram por Feyre e Tamlin durante as primeiras (somente as primeiras) páginas de ACOTAR, assim como torcemos por Celaena e Sam (luto eterno), Celaena e Dorian posteriormente, Celaena e Chaol até chegarmos em Aelin e Rowan. Tanto Feyre como a nossa rainha de Terrasen amaram, se machucaram, aprenderam e cresceram como muitas pessoas reais até encontrarem a pessoa ou o parceiro certo. E se me permitem dizer, elas não só aprenderam, como também me ensinaram.

E claro, eu não poderia deixar de falar de um dos clichês mais universais que existem: as antagonistas que só estão ali para somar na vida da protagonista. Afinal de contas, quem nunca leu um livro onde determinada personagem só aparecia para acrescentar na vida da mocinha que atire a primeira pedra.

Felizmente, Sarah J. Maas jogou esse “critério” pela janela. Todas as nossas antagonistas possuem um papel importante e de destaque. O que teria sido de ACOTAR sem Amren ou Morrigan? Ou sem Gwyn e Emerie? E mais ainda: o que teria sido de Aelin sem Manon e as 13, Lysandra, Nesryn, Elide, e, naturalmente, Yrene?

Aqui, chegamos no nosso último clichê de hoje: a protagonista não resolveu tudo magicamente e de modo heroico.

Quem conhece Aelin sabe do que eu estou falando. Nem sempre nós concordamos 100% com o que ela fez para garantir a sobrevivência de todos. E um dos pontos que mais me impressionou na saga inteira é que, ao contrário do que jurávamos de pés juntos, não foi a protagonista que acabou com o grande vilão.

Isso, meus amigos, nós devemos isso a grande Yrene Westfall. Diferentemente do que estamos acostumados a ver nos livros, a protagonista da saga teve, sim, um grande destaque nos momentos finais. Mas o grande “golpe” e que decidiu o futuro de todos não foi dado pelas mãos de Aelin. Um dos momentos mais emocionantes do livro veio da parte de Yrene, que usou de todo o poder que possuía para acabar com Erawan graças ao plano e inteligência de Elide Lochan.

Por fim, gostaria de deixar claro que não estou afirmando que a literatura com personagens femininas fortes e que fogem do clichê foi uma criação de Sarah J. Maas, assim como também não estou dizendo que livros que seguem esta mesma temática são cópias ou imitações. Mas precisamos ser francos: a popularização das personagens femininas se tornou bem maior após os lançamentos de Maas. É o mesmo caso da popularização do gênero BDSM e livros com a temática CEO depois que “50 Tons de Cinza” se tornou famoso.

De qualquer forma, todos os livros que nos coloquem em papel de destaque são muito bem-vindos e sigo esperançosa de que essa tendência se concretize como um costume.

Os vestidos das contracapas de Trono de Vidro que existem na vida real

Trono de Vidro, a primeira saga publicada pela autora Sarah J. Maas, possui uma série de fãs que amam não só as histórias contidas em cada um dos oito livros que compõem , mas também as capas de todos eles. O artista responsável pelas ilustrações de todas as capas da saga é o italiano Alessandro “Talexi” Taini, que criou a primeira versão de Celaena e Aelin que cada fã de Trono de Vidro conheceu.

Cada capa traz Celaena e Aelin em diferentes trajes, como armaduras e roupas mais casuais, enquanto as contracapas mostram as personagens utilizando vestidos que são fonte inesgotável de fanarts produzidas pelos artistas da comunidade de fãs de ToG. O que poucos sabem é que três dos vestidos ilustrados por Alessandro existem na vida real!

Leia também: Como a A.I pode atrapalhar o fandom de ACOTAR?

O vestido vermelho de Coroa da Meia-Noite

Na contracapa de Trono de Vidro: Coroa da Meia-Noite, Celaena aparece utilizando um lindo vestido vermelho com as costas cobertas por renda preta. Este é um modelo que provavelmente foi inspirado na peça produzia pelo estilista Tadashi Shoji, apresentado pelo artista durante a New York Fashion Week de 2012. Confira o modelo abaixo:

 

O vestido verde de Herdeira do Fogo

Na contracapa de Trono de Vidro: Herdeira do Fogo, Aelin é ilustrada usando um impressionante vestido verde repleto de pedraria. O modelo provavelmente foi inspirado no vestido desenhado pelo estilista Zuhair Murad, criado para a coleção de outono da marca do artista. Confira o modelo abaixo:

O vestido de dragão de Rainha das Sombras

Na contracapa de Trono de Vidro: Rainha das Sombras, Aelin é mostrada em um de seus trajes mais bonitos e marcantes, o vestido preto que possui como estampa um imponente dragão dourado. Parece um sonho que esse vestido exista em nosso mundo, mas é a mais pura realidade. A ilustração provavelmente foi inspirada no modelo desenhado por Travis Banton em 1934, que foi utilizado pela atriz sino-americana Anna May Wong  no filme Limehouse Blues.

Outra curiosidade é que atualmente o modelo faz parte da coleção do The Costume Institute, departamento de moda e vestimenta do The Metropolitan Museum of Art (MET), localizado em Nova York, nos Estados Unidos. Em 2018, o museu fez uma pesquisa sobre quais pessoas mais acessavam seu perfil no Pinterest e identificou que o fandom de Trono de Vidro sempre salva a foto do vestido na rede social. Confira o modelo abaixo:

Como a A.I pode atrapalhar o fandom de ACOTAR?

Se existe algo que podemos dizer que move o fandom de ACOTAR e dos livros da Sarah como um tudo, são as artes. Temos um dos fandons mais prolíficos quando se trata de produzir ilustrações, desde retratos de nossos personagens favoritos a cenas que emocionaram no papel e são levados a vida pelas mãos de artistas talentosos.
Nos últimos meses surgiu uma leva de ”artes” super realistas que rapidamente conquistaram os fãs, tão perfeitas que mais pareciam fotos saídas da nossa imaginação. Mas aí que entra o porém: não são artes genuínas e sim imagens geradas por uma inteligência artificial.

Alguns de vocês talvez possam estar imaginando: ué, mas qual o problema nisso? O problema é que esses programas não criam do nada, eles precisam de um banco de dados (que mescla as imagens a partir de palavras-chaves) e entrega a “arte perfeita” no final. Esse banco de dados é formado por ilustrações já existentes e nenhum artista liberou seu trabalho para ser usado desse modo. Lembrem que grande parte das artes é feita a partir de encomendas pagas. É literalmente o ganha pão das pessoas! Não é só antiético, é roubo.

Leia também: Exclusiva! Entrevista com os ilustradores das capas americanas de ACOTAR

Dominique Wesson, Charlie Bowater, Fernanda Fernandez, Briel Yasmin. São exemplos de artistas conhecidas no fandom de ACOTAR e que tiveram suas ilustrações inseridas nesses bancos de dados sem autorização.

Infelizmente não para por aí, há quem esteja vendendo essas artes geradas por AI. E não se enganem, tem muita gente lucrando com a ignorância dos que não sabem e também com o mal caratismo daqueles que sabem, mas não se importam. O que levou a equipe de licenciamento da Sarah a se manifestar acerca da mais recente controvérsia envolvendo, mesmo que indiretamente, seus livros. E adivinhem? Sarah J. Maas é terminantemente contra imagens geradas por AI e elas não tem permissão de serem vendidas sendo atreladas as seus personagens.

Diversos artistas lançaram threads no Twitter ou destaques no Instagram para explicar a problemática das AI do ponto de vista profissional. Elencando formas de identificar imagens geradas e como essa prática é prejudicial para a comunidade artística. Para mais informações acessem os links abaixo:

O que é A.I no fandom de ACOTAR

What is AI art? 

AI art?

AI rouba de artistas reais. Então lembre-se que Sarah J. Maas não apoia AI, e Feyre Archeron é uma artista. Apoie a autora que você gosta e a personagem que você ama.

Guia para Cidade da Lua Crescente: conheça a Casa de Chama e Sombra

Depois de conhecer a Casa de Céu e Sopro e a Casa das Muitas Águas, está na hora de conhecermos a Casa de Chama e Sombra.

Como o próprio nome já deixa bastante claro, essa é a Casa dos vampiros, dragões, necromantes, daemonaki, ceifadores, espectros, draki e outras criaturas perversas. Essa também é a casa da misteriosa Jesiba Roga e do Sub-Rei

Como leitores vorazes que eu sei que nós somos, sabemos que os vampiros e dragões dispensam qualquer apresentação. Apesar de — sem dúvida alguma — saber que nenhum personagem vai surgir nos céus montado em um dragão e gritando Dracarys em plenos pulmões.

Leia também: As novidades da Galera Record para 2023 para os fãs de ACOTAR

Piadas à parte, a Casa de Chama e Sombra ainda é detentora de membros bastante… peculiares, como os necromantes. Vamos começar por eles.

Os necromantes são espécies de mágicos poderosos que passaram a vida fazendo estudos em criaturas morto-vivas nas ruínas assombradas. Essa é a origem do poder? Pode ser que sim. Ou pode ser que não. Ninguém sabe ao certo o que eles pretendem fazer com tanto poder e que segredos terríveis do universo eles descobriram. O que é de conhecimento público, é que os necromantes são capazes de liderar uma vasta espécie de criaturas mortas, como skeletons e ghouls. Eles também podem se curar e drenar energia de vida dos oponentes. 

No futuro, já dá para saber que eles serão adversários ou aliados de bastante peso.

Via: mythologicrpghb

Já os daemonaki são uma espécie de Vanir descendentes de demônios ou humanos. E para ser mais específica, eles se parecem com humanos, mas possuem chifres enrolados no topo da cabeça. De acordo com Cidade da Lua Crescente, essa descrição é exclusiva de daemonaki cuja a genética foi diluída após cruzamentos com humanos ou Vanir, enquanto os de sangue puro eram considerados “meio demônios” e com aparências assustadoras. 

E já que estamos falando de seres assustadores, não poderia deixar de citar os famosos ceifadores. Atualmente, eles são mais conhecidos como senhores da morte. Uma espécie de espectro negro que aparece quando o tempo de determinada pessoa chega ao fim.  

Durante os séculos, um ceifador era visto como um colecionador de almas, e por vezes, até mesmo um assassino, uma afirmação que foi bastante contestada, visto que um ceifador só mata as pessoas que “selaram” um destino com a morte. Para muitas culturas, o trabalho desse ser é conhecido como uma atitude benéfica, já que ele acaba com o sofrimento e evita o desenvolvimento de uma grande população.

Via: mythologicrpghb 

Os espectros, por sua vez, são muito conhecidos pelo bom e velho fantasma, ou mortos vivos e criaturas incorpóreas. Ao contrário do nosso fantasminha camarada, os espectros nutriam ódio por todas as criaturas vivas. Isso tornava um simples toque doloroso, com capacidade de drenar toda a energia vital. E é justamente essa drenagem que vai fornecer o vigor que eles precisam. Além disso, quando um humanoide tem a energia drenada, automaticamente, ele se transforma em um novo espectro escravizado por quem o criou. 

Via: Pixabay

E por último, mas não menos importante: os draki, que são uma espécie de Vanir. Na mitologia, eles são descritos como um grupo de homens que vieram da mistura entre humanos e dragões. Na maior parte do tempo, eles assumem a forma humana e se transformam em dragões quando querem. Por serem uma espécie rara, cada draki pode possuir habilidades diferentes, desde cuspir fogo, até se tornar invisível, controlar a mente e atravessar paredes.

Uma adição bem interessante para o universo, não? A pergunta é: você está pronto para isso?

Imagem de capa: Pixabay