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Conheça as divindades que inspiraram a Deusa de Três Faces

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Quem leu Trono de Vidro, sem dúvida alguma, ficou um pouco curioso sobre os doze seres sobrenaturais que ficaram presos em Erilea. Entre eles, particularmente, o que mais me chamou a atenção foi a Deusa de Três Faces. E não é para menos, já que a deusa é fruto da adoração das famosas bruxas Dentes de Ferro.

Mas e se eu te contasse que a Deusa de Três Faces existe em outra cultura? Vamos por partes para entender isso melhor.

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Ao longo de Trono de Vidro, a Deusa de Três Faces é conhecida como um ser cruel e indiferente, que não sente apreço pelos mortais. Ela também possui três manifestações físicas diferentes: Donzela, Mãe e Anciã.

A Donzela é mostrada como uma jovem de olhos negros, pele pálida, cabelos ruivos e tatuagens verdes desenhadas nas bochechas. Além de, é claro, possuir as unhas e dentes de ferro já tão conhecidos pelos fãs de Trono de Vidro

A Mãe é uma mulher madura, mas que ainda não alcançou a meia-idade. Com cabelos castanhos trançados e cobertos por um véu, ela também apresenta olhos negros com fios de ouro, dentes e unhas de ferro, além de runas tatuadas nas bochechas e na testa. 

Já a Anciã é uma mulher de mais de 80 anos com pele pálida, olhos brancos e quase ocos, tatuagens que cobrem orelhas, lábios e nariz, e as características unhas e dentes de ferro.

Agora, vamos para a parte principal: quais divindades inspiraram a criação da Deusa de Três Faces? Bom, se você já procurou entender sobre as fases da lua e paganismo, com certeza já ouviu falar da Deusa Tríplice. Mas para quem não conhece, a Deusa Tríplice é uma divindade muito encontrada na mitologia neopagã, mas também é bastante conhecida em mitos que envolvem divindades femininas de três partes. Ela simboliza aspectos chaves da feminilidade e do ciclo natural do nascimento, morte e renascimento. E assim como em TOG, ela é dividida e conhecida por três arquétipos: Donzela, Mãe e Anciã. 

E o que a lua tem a ver com isso? É fácil de entender: as fases da lua estão diretamente ligadas aos arquétipos da Donzela, Mãe e Anciã. A Lua crescente representa a Donzela, a lua cheia representa a Mãe e a lua minguante representa a Anciã. Ou seja, as três faces variam de acordo com as fases.

Créditos: irenhorrors

Do outro lado da moeda, a Deusa de Três Faces também foi inspirada em uma divindade bem conhecida da mitologia grega: a Hécate. Ela foi uma das várias divindades adoradas e conhecida como protetora do oikos (família) ao lado de Zeus, Héstia, Hermes e Apolo. Suas funções se estendiam além dos reinos dos céus, terra, mares e submundo, já que ela era a deusa da magia e da feitiçaria. Ela também era conhecida pela ligação com a noite, luz, fantasmas, necromancia e lua. Além disso, ela era a deusa e protetora dos oikos.

Hécate era geralmente representada de três formas ou corpo triplo. Com o passar do tempo, a forma tríplice de Hécate evoluiu para a representação da deusa com três faces. 

E vale lembrar que deusas de outras culturas também são chamadas de deusas de três faces, e sabemos que Sarah J. Maas sempre traz o universo de outras culturas para as obras não é novidade. Mas você já sabia sobre a Deusa de Três Faces?

Foto de capa: irenhorrors

Festival Beltane e Calanmai: Quais as Semelhanças?

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ACOTAR, como grande parte do fandom bem sabe, foi inspirada e traz durante sua trajetória inúmeros elementos históricos e folclóricos. Por isso, hoje irei apresentar para vocês mais uma das possíveis inspiração para nossa amada saga: o festival Beltane.

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O festival Beltane, comemorado até os dias atuais, tem origem celta e é em traduzindo significa “fogo brilhante”. Uma de suas grande características são as danças e comemorações ao redor de uma fogueira. Isso já te lembra algo, correto? Além disso, outro aspecto do festival, que com certeza vai incitar sua memória, é o fato deste celebrar a fertilidade, refletindo o poder entre a energia masculina e feminina, assim como da própria fertilidade da terra.

“-(…) O que Cala…a Noite do Fogo celebra?
Tamlin esfregou o pescoço.
-É apenas uma cerimônia de primavera. Acendemos fogueiras, e…e a magia que
criamos ajuda a regenerar a terra para o próximo ano.”

Atualmente o ritual ocorre em Calton Hill, um morro na área central de Edimburgo, no dia 30 de abril de cada ano.

 

Créditos da Imagem da Capa: Natalia Bukanova

O Que Está Por Trás do Caldeirão?

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O texto a seguir contém spoilers de ACOTAR. 

Que o Caldeirão é um artefato mágico poderoso que, segundo muitos, pode até mesmo criar vidas, todo mundo já sabe. Mas o que está, realmente, por trás desse objeto misterioso que agita o mundo de ACOTAR desde os primórdios? 

Para entender tudo isso, precisamos voltar algumas páginas da nossa saga para muitos anos antes de Feyre surgir na vida de Rhysand.

Antes da existência de Prythian, já existia um Caldeirão mágico criado por um ser das trevas como uma espécie de matéria cósmica. Segundo o Entalhador de Ossos, o próprio mundo nasceu no Caldeirão, deixando claro que ele existiu primeiro antes de qualquer humano ou Grã-Feérico.

E os poderes que ele possui? Bem, é difícil dizer com precisão. Ele transforma humanos em feéricos, sim. Também conseguiu trazer Jurian de volta e transformar boa parte do exército em cinzas. Ele pode ir além e causar mais estragos? A resposta é um sonoro SIM! Já foi mencionado que o Caldeirão tem poder e energia o suficiente para derrubar a Muralha que separa os reinos Fae do norte e as Terras Mortais do sul.

A boa notícia é que ele pode e foi contido.

Primeiramente, para funcionar, o Caldeirão precisa estar apoiado nos três pés. E como não pode ser destruído sem que a vida de todos deixe de existir, o criador das trevas utilizou o que restava do minério derretido para forjar o Livro das Respirações, que foi escrito na Língua Sagrada. Isso esclarece porque só Amren consegue lê-lo. Nele, estão as explicações para anular o poder do Caldeirão. 

E esse poder tem tanta influência em Prythian que a liberação de Amren acaba criando uma fenda no Caldeirão, que liberou uma gosma negra que prometia devorar tudo que estava vivo e o próprio mundo, como se fosse uma antimatéria. Selar a fenda quase custou a vida de Rhysand. 

Arte: palesile

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Você acredita que tudo acabou por aqui? Que esse foi o último ato do Caldeirão? Bem, levando em conta que ele ficou escondido por séculos e foi encontrado, eu não afirmaria que não o veremos mais ser usado em algum momento. 

Se toda vida se originou de dentro dele e ele possui um poder inimaginável, a grande pergunta é: quanto tempo levará para ele ser usado, para o bem ou para o mal, novamente?

Inclusive, existe uma teoria de que o Caldeirão tenha planos próprios. Alguns acreditam que ele deu uma segunda chance para Lucien ao torná-lo parceiro de Elain. E que, por mais que existam lutas, em algum momento, o Caldeirão acabará derrubando a Muralha. 

Você acredita nisso? 

Ilustração de capa: Charlie Bowater

“House of Flame and Shadow”: teorias sobre o primeiro teaser

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O fandom do Sarahverso está em polvorosa. Depois de meses de silêncio tivemos, enfim, o primeiro teaser de “House of Flame and Shadow”, ainda sem tradução oficial, terceiro livro de Cidade da Lua Crescente.

“Bryce Quinlan estava em uma sala tão profunda nas entranhas da montanha que a luz do dia devia ser um mito para as criaturas que habitavam lá.

Para um lugar que obviamente não era o Inferno, o que estava ao seu redor certamente parecia muito com um…”

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Mas a maior pergunta agora é: afinal, onde a Bryce está?

O Twitter surtou “meu Deus, Rhys mandou prender a Bryce“. Mas depois do susto inicial acho que na verdade podemos chegar a uma teoria mais coerente: Bryce está em uma missão. Qual será ela? Em janeiro descobriremos. Mas aposto em três opções de onde ela possa estar:

  1. Ela pode estar de fato na Ilha da Prisão (lembram quando Rigelus fala que os estrelados surgiram em uma ilha de crepúsculo quase permanente?). Além da referência a monstros que habitam a escuridão;
  2. Bryce pode estar em algum lugar na Corte dos Pesadelos;
  3. Ela pode estar no andar mais profundo da biblioteca da Casa do Vento. De novo: quem lembra das teorias que a presença felina sentida pela Gwyn em Chamas Prateadas seja o Aidas? Então ali poderia de fato se encontrar uma entrada para o Inferno.

Qual dessas possibilidades vocês acham mais provável?

“House of Flame and Shadow” tem lançamento previsto para 30 de janeiro de 2024, sem previsão de publicação no Brasil.

Primeiro Snippet de “House of Flame and Shadow”

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A Editora Egmont Bulgaria (editora responsável por publicar os livros da Sarah J. Maas na Bulgária) publicou em seu perfil oficial no instagram o primeiro snippet de “House of Flame and Shadow”, terceiro volume da série Cidade da Lua Crescente. Embora essa informação tenha vindo diretamente de uma editora, não sabemos o quão confiável esta informação é, visto que ainda não foi compartilhada nas redes sociais oficiais da Sarah J Maas.

“Bryce Quinlan estava em uma sala tão profunda nas entranhas da montanha que a luz do dia devia ser um mito para as criaturas que habitavam lá.

Para um lugar que obviamente não era o Inferno, o que estava ao seu redor certamente parecia muito com um…”

A data de publicação do livro está prevista para 30 de Janeiro de 2024. No Brasil a série está sendo publicada pela Editora Galera Record, porém ainda não temos data de quando será publicado no Brasil.

A Origem de Velaris

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Um dos primeiros fatos que sabemos sobre a família de Rhysand é que eles não eram os governantes originais da Corte Noturna, e sim a família da Mor. Porém é desconhecido quando a mágica de Prythian resolveu escolher a linhagem de Rhysand para passarem a serem os Grão Senhores da Corte Noturna.

Leia também: A Prisão da Corte Noturna e Possível Linhagem de Rhysand

Há muito tempo atrás, a Corte Noturna funcionava como a Corte dos Pesadelos e era governada pela Cidade Escavada. Velaris só foi construída quando um antigo Grão Senhor, com uma visão diferente das dos seus antepassados, decidiu construir um lugar para os sonhadores. Para estabelecer a paz, este antigo Grão Senhor teve que dar um golpe militar para eliminar os piores cortesões e predadores da corte. Velaris então foi mantida em segredo pelo Grão Senhor e seus herdeiros, que colocaram diversos feitiços e proteções no lugar. Há até um boato que sugere que este Grão Senhor sacrificou a própria vida, derramando seu sangue sobre as pedras e rios, para manter estes feitiços eternos.

5 motivos para dar uma chance a saga ACOTAR

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O fenômeno Booktok conseguiu realizar um grande feito em tempos onde a tecnologia é o principal meio de entretenimento do público — influenciar os internautas a entrarem para o lado literário da força.

Atualmente, entre as principais recomendações dos criadores de conteúdo da plataforma, está Corte de Espinhos e Rosas, a segunda saga bem sucedida de Sarah J. Maas.

E se os vídeos e tendências do TikTok não foram suficientes para convencer os novos leitores a conhecer esse universo mágico e a ordem cronológica de publicação das sagas, temos motivos únicos para dar uma chance a essa história tão icônica.

1. Jornada de superação

Quando o assunto é Corte de Espinhos e Rosas, provavelmente você já deve ter lido sobre o romance ser um dos pontos mais altos da obra. No entanto, antes da história falar sobre o amor e aquela coisa toda de um bom romance, a jornada de Feyre vem primeiro acompanhada de sensibilidade, força e quebra de limites, resultando em um mix de sensações capazes de emocionar qualquer leitor.

Durante os acontecimentos, a caçadora que era responsável por alimentar a própria família e ainda sonhava em se dedicar a pintura, revela seu lado mais sensível e esperançoso.

2. Romance de tirar o fôlego

Em Trono de Vidro (2012), Sarah J. Maas provou o quanto consegue desenvolver casais de forma interessante e com alto nível de química. Felizmente, durante sua segunda obra de sucesso, a autora conseguiu repetir o feito e ainda melhor. O primeiro livro possui cenas lindas entre Feyre e seu primeiro interesse amoroso, mas apenas a partir de Corte de Névoa e Fúria que os leitores conhecem o verdadeiro impacto de um romance intenso e bem desenvolvido.

3. Um lugar no mundo

Além dos motivos já citados, a maioria dos personagens da trama compartilham do mesmo desejo: encontrar o próprio lugar no mundo. Por isso, durante a jornada, os leitores acompanham uma formação de vínculo incrível entre eles, uma característica perfeita para quem ama o clichê Found Family.

4. Universo rico

Após o desenvolvimento de TOG, a autora provou que consegue surpreender ainda mais o público com universos cheios de características únicas e empolgantes. Em Corte de Espinhos e Rosas, o sistema de cortes governadas por grão-feéricos poderosos e imponentes torna toda a construção do cenário mais mágica.

Além disso, a história é carregada de referências a mitologias, fábulas e contos eslavos, como a lenda de Tamlin. Anteriormente, Sarah revelou quais foram as inspirações para criar o universo de Corte de Espinhos e Rosas.

5. Identificação

E para fechar com chave de ouro, a saga é composta por diversas personalidades cativantes ao seu próprio modo. Feyre Archeron é uma protagonista determinada e dona de um grande senso de empatia, disposta a dar a vida para manter sua família a salvo. Enquanto Nestha, sua irmã, carrega uma personalidade forte, afiada e insubmissa, formando um contraste com a caçula Elain, que esbanja delicadeza e paixão por flores.

Apesar do destaque do trio Archeron, composto pelas irmãs Feyre, Nestha e Elain, a obra encanta com a presença de outros personagens igualmente cativantes, que recebem várias artes e carinho do público nas redes sociais.

E você, caro leitor, o que te convenceu a ler Corte de Espinhos e Rosas? Nos conte nos comentários!

Ordem cronológica de publicação dos livros da Sarah J. Maas

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Para aqueles que querem ler os livros da Sarah J. Maas e estão em dúvida por onde começar, aqui está a ordem cronológica de publicação de todos seus livros (bem como o conteúdo extra que há neles).

Leia também: Bloomsbury anuncia terceiro romance de Crescent City e novos contratos com Sarah J. Maas

  • Um agradecimento especial para Sarah e Lary, que ajudaram a construir esse esquema.