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Teoria: Danika poderá voltar a vida em Crescent City

O texto abaixo contém spoilers dos dois livros já publicados de Crescent City. 

Ao final da leitura de Casa de Céu e Sopro é inegável que Danika Fendyr se tornou ponto chave em todo o desenvolvimento da trama e dos conflitos existentes. Para alguns, Sarah simplesmente tomou o caminho mais fácil colocando na conta da melhor amiga morta, o peso de todas os segredos a serem descobertos para que o enredo pudesse andar. Acredito que possa haver muito mais a esperar da (não tão?) amiga de Bryce.

Se no livro um, a morte violenta de Danika joga Bryce em um espiral de dor e luto não superados. Afinal, quantos segredos ela escondia? E agora que sabemos que todas as crenças do povo de Lunathion sobre o Quarteirão dos Ossos é mentira, é possível que no fim Danika não tenha de fato sacrificado o que restava de sua essência vital ao ajudar Bryce a fazer a Descida? Talvez ainda haja algo remanescente do seu antigo eu, que possa ser trazido de volta (já que a segunda luz da Matilha dos Demônios ainda não foi absorvida). É aqui que entra Hypaxia!

É dito que Hypaxia descende de uma linhagem poderosa de necromantes, no entanto não vimos a extensão de seus poderes até agora. Mas como trazer Danika de volta? A reposta estaria, quem sabe, em Sofie. A busca infrutífera pela garota rebelde pode ter parecido inútil, mas agora temos um corpo disponível para um possível ritual para ressucitá-la.

Fanart por @mftfernandez

Seria possível? Já que ao contrário do que esperávamos a importância de Danika aumentou com o passar de cada capítulo e cada segredo revelado, adoraria ver um confronto sincero entre ela e Bryce acerca de tudo que foi deixado de lado entre duas supostas amigas tão próximas e leais. E ainda temos o fator parceiro. Danika tem um parceiro e bem sabemos como a Sarah costuma conduzir as questões do coração quando há um laço de parceria envolvido.

O que acham? Gostariam de ter Danika de volta ?

Fanart de capa: Emilia Mildner

Iniciada a pré-venda da edição de luxo de ACOMAF

Lembra quando anunciamos que uma edição de luxo de Corte de Névoa e Fúria? Pois a pré-venda já começou e você pode garantir o seu para deixar a sua coleção de ACOTAR mais bonita ainda!

A edição especial de colecionador conta com capa dura e acolchoada, pintura trilateral e projeto gráfico inédito e exclusivo, em comemoração da venda de 1 milhão de exemplares de Sarah J. Maas no Brasil.

Se você quiser garantir o seu ACOMAF de luxo, com um marcador de páginas exclusivo, você pode clicar aqui e já comprar na pré-venda!

O elenco de ACOTAR terá ou não aprovação dos fãs? Saiba mais

Há um ano atrás, Sarah J. Maas confirmava em seu Instagram a adaptação de Corte de Espinhos e Rosas para a televisão em formato de série, pelo canal da Hulu. A notícia não foi bem recebida entre os fãs mais fervorosos de ACOTAR e imediatamente começaram as especulações sobre como a adaptação seria trabalhada e, claro, qual seria o elenco ideal para trazer esses personagens a vida. Hoje, após um ano de espera e sem grandes novidades, é possível dizer que independentemente dos atores e atrizes escolhidos, nenhum deles será bem aceito pela legião de fãs de Corte de Espinhos e Rosas.

Não é nada difícil encontrar na comunidade de fãs de ACOTAR, comentários como: “Não existe ninguém bonito o suficiente para interpretar o Rhys” ou “Ela não tem as características exatas da Feyre” e comentários desse tipo são compreensíveis até o momento que ultrapassam o limite da opinião e passam a ser considerados fatos, o que acontece muitas vezes, não somente com essa adaptação, mas com outras.

Assim, os “fatos” acabam tornando-se ataques que atingem desde a atores e atrizes selecionados para o papéis, a equipe responsável pela adaptação e até mesmo o autor responsável pela obra. O bullying virtual que atores e atrizes recebem quando são escalados ou até mesmo considerados para papéis que envolvem personagens de livros, é frequente e aterrorizante, principalmente se esses atores selecionados para o papel não obedecem a risca a descrição minuciosa de aparência dos livros ou não correspondem as expectativas do público. Os resultados desses ataques variam de dano psicológico aos profissionais envolvidos, má publicidade e até mesmo boicote e cancelamento do projeto.

Um bom exemplo desse tipo de situação, foi o que aconteceu com a atriz Danielle Rose Russel em 2021, quando a atriz curtiu o post de Sarah anunciando a adaptação de ACOTAR para a televisão e imediatamente iniciaram-se os rumores de que ela poderia ser a atriz selecionada para viver o papel de Feyre Archeron. Russel, que já tinha declarado em entrevistas ser fã da saga de livros, nunca confirmou esses rumores – que provariam mais tarde serem falsos – mas isso não impediu o linchamento virtual de fãs do livro nas suas redes sociais, alegando que ela seria “muito gorda” para interpretar Feyre. Com a onda crescente de ódio, a atriz desativou seu Twitter e deu unfollow em todos seus seguidores do Instagram.

atriz Danielle Rose Russell
(Reprodução: Entertainment Weekly e Tv Insider)

Essa conjuntura, infelizmente, não está limitada aos fãs de ACOTAR e é imprescindível iniciar o debate e conscientização desse tipo de preconceito que ocorre na indústria de adaptações literárias em streaming. Para isso, é importante manter em mente que a literatura e o cinema/TV são formas de arte que buscam atingir o público de maneiras distintas, portanto julgar uma adaptação literária baseada em seu nível de fidelidade ao livro torna-se impossível. Tal como declara um grupo de estudantes de cinema de Brasília, intitulado Cineclube do Dfm:

“Há pelo menos dois problemas com este tipo de visão. O primeiro deles é o de que, como se costuma dizer, uma vez pronto, o livro deixa de pertencer ao seu autor e passa a pertencer aos seus leitores; ou seja, ele é passível de gerar diferentes leituras e interpretações em diferentes pessoas e a do diretor é apenas mais uma delas (a propósito, o mesmo pode ser dito dos filmes). O segundo, mais fundamental, decorre do fato de ser impossível converter uma obra literária, palavra por palavra, para um meio completamente diferente como o cinemático. Cinema e literatura pertencem a universos midiáticos diferentes, que utilizam elementos distintos para veicular suas mensagens: a palavra escrita, no caso da literatura, e a imagem em movimento, associada ou não ao som, no caso do cinema. Portanto, não há como evitar: adaptações literárias para o cinema devem, necessariamente, conter mudanças em relação às obras originais.”

Assim, é fundamental saber que o trabalho de um ator não limita-se apenas a sua aparência, mas principalmente pela forma que a personalidade do personagem será incorporada e como o roteiro planeja moldar esse personagem. O público fã dos livros deve se ater principalmente ao trabalho final que a adaptação irá mostrar, para só assim, fazer um julgamento conciso. Afinal, uma adaptação para a televisão necessita não apenas de atores competentes, como também um roteiro cativante, um bom orçamento, fotografia, locação, edição, trilha sonora, produção, entre outros, impecáveis.  Em suma, a seleção de um elenco nunca deve ser parâmetro absoluto para o nível de qualidade de uma obra de adaptação. E da mesma forma que livros não devem ser julgados pela capa, atores e atrizes não podem ter suas competências medidas de acordo com suas aparências.

Cosplays de PeachyQueen trazem Feyre, Aelin e Bryce para a vida real

A comunidade de fãs que acompanha as obras da autora Sarah J. Maas expressa seu amor por Corte de Espinhos e Rosas, Trono de Vidro e Cidade da Lua Crescente de diversas formas. Há aqueles que escrevem fanfics, os que pintam como Feyre e os que fazem cosplays, como Georgia “PeachyQueen”, que trouxe Feyre, Aelin, Bryce e outras personagens de Sarah para a vida real com seus diferentes visuais.

Feyre

Georgia já fez diversos cosplays de Feyre. Nas fotos acima, a vemos como a Grã Senhora que ela merece ser e também em sua versão Sob a Montanha, quando Rhysand a veste com um “vestido” quase completamente aberto e a enche de tatuagens. É impossível não se emocionar ao ver uma Feyre diante de nossos olhos, não é mesmo?

Aelin

Assim como nos cosplays de Feyre, Georgia também arrasa na hora de se transformar em Aelin, trocando a peruca loiro castanho por outra mais clara e entregando tudo na hora de compor os figurinos. Na primeira foto, ela aparece no clássico vestido preto com estampa de dragão nas costas, enquanto na segunda aparece com a armadura da capa de Reino de Cinzas, e na terceira com o lindo vestido verde que a personagem também usa ao longo da história.

Bryce

Bryce é a “filha caçula” das principais obras de Sarah e tão amada quanto as já famosas Feyre e Aelin. A personagem principal de Cidade da Lua Crescente também inspirou Georgia a criar cosplays, como na primeira foto, na qual aparece ao lado de Danika; na segunda, em que está com Geleia Geladinha; e na terceira, na qual aparece em sua versão festeira, que é amada por muitos fãs.

Bônus: Ianthe, Morrigan e Danika

Além de trazer a Santíssima Trindade, Aelin, Feyre e Bryce para a vida real, Georgia também já se transformou em outras personagens das obras de Sarah: como na Grã Sacerdotisa Ianthe, de Corte de Névoa e Fúria; na terceira no Comando da Corte Noturna Morrigan, também de Corte de Névoa e Fúria; e na Alfa da Matilha dos Demônios Danika, de Cidade da Lua Crescente: Casa de Terra e Sangue.

Georgia já interagiu com artista brasileira

No Instagram, a cosplayer já interagiu com uma artista brasileira: Yasmin Oliveira, que faz parte da equipe do ACOTAR Brasil, transformando uma de suas ilustrações em cosplay, ao lado da cosplayer Sarah “FeelsBender”, como é possível ver no post abaixo:

https://www.instagram.com/p/BtCpQKNnBlL/

O encontro de milhões!

Além disso, Georgia também já realizou um sonho que muitos dos fãs têm: conhecer Sarah J. Maas pessoalmente. O primeiro encontro aconteceu durante uma sessão de autógrafos de Trono de Vidro, na qual a cosplayer apareceu como Aelin, e depois desta vez elas ainda se encontraram em outras duas ocasiões.

https://www.instagram.com/p/BpyCoUYnLIa/

Você tem alguma cosplayer favorita quando se trata das personagens de Sarah? Nos conte nos comentários! Quem sabe ela não se torna a próxima a aparecer no Portal ACOTAR Brasil?

Confira vídeo com os erros de gravação da cena fanmade entre Feyre e Rhysand

O fandom de ACOTAR já conhece e ama as cenas entre Feyre e Rhysand que a Taleen Productions faz, com Carla Mansour e Camden Sutkowski como nosso tão amado casal. E, para matar um pouco a saudades deles, um vídeo com os erros de gravação da última cena foi postado pela produtora!

Entre muitas risadas e diversão, o vídeo acaba com uma cena fofíssima entre os dois, então confira abaixo!

Veja também: Exclusiva! ACOTAR Brasil entrevista Carla Mansour e Camden Sutkowski

Se quiser conferir essa cena completa, clique aqui! E para relembrar a vez que os dois recriaram os famosos capítulos 54 e 55 de ACOMAF, clique aqui!

Qual outro momento Feysand vocês gostariam de ver Carla e Camden fazendo?

Ligações de ACOTAR e TOG com mitologias do Leste Europeu

Que Sarah J. Maas adora usar contos de fadas ou fazer referências mitológicas nas obras não é novidade para ninguém. Inclusive, nós já abordamos esse assunto algumas vezes por aqui. Como na matéria da correlação entre a estória de ACOTAR e os contos de A Bela e a Fera, os contos mitológicos de Hades e Perséfone e a teoria da verdadeira origem de Hunt Athalar.

Também é de conhecimento público que a série Trono de Vidro faz referência a algumas partes do conto da Cinderela.

Contos a parte, precisamos concordar que as ligações favoritas dos fãs sempre acabam se voltando para as questões mitológicas. Aqui no site, já falamos sobre correlação com deuses gregos, um pouco dos nórdicos e agora chegou o momento das mitologias do leste da Europa.

Pássaro de Fogo

O Pássaro de Fogo do folclore russo muitas vezes é confundido com a famosa Fênix por conta da semelhança com as aparências. No entanto, a versão russa é famosa pelo fato de que o Pássaro é metade mulher e descendente de uma terra distante.

As penas são descritas por “brilho altamente intenso, mesmo quando são arrancadas”. Segundo as partes mais populares da lenda, o brilho é tão forte que muitos cogitaram que as penas eram feitas de ouro, sua aparição é uma bênção e um prenúncio de desgraça para o captor.

Crédito: blog360

Dentro da lenda, também existe um conto chamado “O Pássaro de Fogo e a Princesa Vasilisa”.

Você notou alguma semelhança com Vassa? No conto, um arqueiro captura um pássaro de fogo, age como carrasco do rei e depois se casa com a princesa Vasilisa após a morte do monarca. Em outras versões, o arqueiro é um membro da família do rei que se apaixona por Vasilia.

Baba Yaga

Baba Yaga é uma personagem famosa em vários lugares do mundo. No conto original, ela era uma antiga deusa da morte e regeneração, mãe de Koschei, conhecido por sequestrar esposas de heróis.

Conforme a lenda, Baba Yaga é descrita como uma bruxa deformada que vive dentro de uma cabana sobre as pernas de galinha onde qualquer um que cruzar o seu caminho, acaba sendo morto sem piedade. Em algumas versões, ela é conhecida como comedora de crianças, e em outras ela se torna famosa após ajudar um homem a encontrar a noiva perdida.

Crédito: Alexander Shatohin

Em ACOTAR, a Tecelã é uma deusa da morte que vive sozinha numa cabana na floresta. No decorrer do livro, ela é descrita como um dos “Deuses Antigos” e um ser capaz de matar qualquer um que ousar atravessar a porta da cabana. Aqui, a grande diferença é que Baba Yaga é conhecida como alguém imortal, diferente da Tecelã que morre pelas mãos de Hybern.

E claro, não dá para citar Baba Yaga sem mencionar Baba Pernas-Amarelas (Baba Yellowlegs) em Trono de Vidro. Além dos nomes serem bem semelhantes, as descrições físicas também possuem similaridades, assim como existem diferenças entre as bruxas. Nem todas as Dentes de Ferro eram conhecidas pela crueldade, da mesma forma que versões alternativas de Baba Yaga não é conhecida por ser cruel.

Não podemos afirmar que Sarah realmente utilizou a mitologia para criar certos personagens das sagas, mas de qualquer maneira, precisamos concordar que existe uma real semelhança entre os casos.

O guia completo para o mundo de Cidade de Lua Crescente! Parte 3

No último post do nosso guia completo para o mundo de Cidade de Lua Crescente falamos sobre os portais de Lunathion, os grupos que compõem essa cidade, a Travessia e a rebelião humana. Hoje, iremos discutir as Primeiras guerras e A Descida.

Durante os eventos da Travessia – em que o portal Fenda do Norte foi aberto e permitiu a passagem de todo o tipo de ser mágico – eventualmente, demônios também começaram a atravessar por esse portal e para impedir que isso continuasse a acontecer iniciaram-se as Primeiras Guerras, conflito entre feéricos e demônios que culminou no fechamento do portal Fenda do Norte.

As Primeiras Guerras e o Chifre de Luna: Pelias era o alto general da Rainha Theia quando ambos fizeram a travessia para Midgard; Helena era filha de Theia. A Rainha e sua filha eram alguns dos muitos feéricos que possuíam poderes Estrelados. Eventualmente, Lady Helena foi prometida a Pelias e mais tarde casaram-se, fazendo de Pelias o primeiro Principe Estrelado.

O Chifre de Luna era uma arma, empunhada por Pelias, o primeiro Príncipe Estrelado, durante as Primeiras Guerras contra o Inferno. Os feéricos o forjaram em seu mundo natal, batizando-o em homenagem à deusa em seu novo lar, e o usaram em batalha para combater as hordas de demônios quando estes fizeram a Travessia. O chifre se tornou um estorvo tão grande para os príncipes do Inferno que eles fizeram de tudo para toma-lo. Foram durante as Primeiras Guerras que o Príncipe do Fosso – um dos sete príncipes do Inferno – matou Sirius, um dos sete Asteri, ganhando assim o apelido de Comedor de Estrelas.

Para caçar o chifre de Luna, o Comedor de Estrelas criou então o demônio Kristallos, feito a partir do sangue de Pelias derramado em campo de batalha e da essência do sétimo príncipe do inferno. O demônio, que foi descrito como uma besta tecida do choque entre luz e escuridão, habitava as profundezas do Abismo e possuía dentes e sangue vítreos. Durante a batalha final entre demônios e feéricos, o príncipe Pelias e o Príncipe do Fosso se enfrentaram. Os dois lutaram por três dias até que o Comedor de Estrelas desferiu o golpe fatal. Mas não antes de Pelias invocar todo o poder do chifre e banir o Príncipe do Fosso, os irmãos e seus Exércitos de volta ao Inferno, selando assim o portal Fenda do Norte. O chifre se partiu em dois no processo de selamento do portal e assim seu poder se exauriu. Por anos, os feéricos e os Asteri tentaram, sem sucesso, reavivá-lo através de magia e feitiços.

Leia também: O guia completo para o mundo de Cidade de Lua Crescente

Fanart por @bloodydamnit

A Descida: Os Vanir (seres e criaturas mágicas) não chegam a nascer com imortalidade ou poderes desenvolvidos, e para alcançarem essas duas características eles precisam realizar a Descida. Durante o processo da Descida, um Vanir desce pelos seus níveis de poder – quanto maior a descida, maior o poder obtido – quando o Vanir atinge o fundo ou máximo do seu nível de poder, seu corpo desliga, parando de respirar, e “morre”. A partir dai inicia-se um processo de aproximadamente 6 minutos em que o Vanir deve ascender de volta ao seu corpo antes que seu cérebro fique sem oxigênio e ele morra definitivamente. Para realizar a descida, o Vanir necessita de alguém que sirva como âncora de seu espírito para ajuda-lo a ascender de volta ao corpo.

Durante a Descida, poder e/ou luz são dados de acordo com o potencial de poder de cada individuo, e essa energia é conhecido como Primalux. A “doação” de Primalux por cada cidadão é um elemento-chave da Descida, parte do motivo pelo qual o ritual é feito em uma instalação governamental. A rede de energia de Midgard é alimentada pela luz pura e íntegra emitida por cada Vanir ao mergulhar. E apenas durante a Descida o lampejo da Primalux surge. Capturada e engarrafada, a Primalux era sempre usada em curas, mas o restante era enviado para as usinas de energia, a fim de abastecer lâmpadas e carros e máquinas e tecnologia.

O processo de volta para o próprio corpo pode ser chamado de Busca, e após essa etapa, se o Vanir conseguir retornar ao corpo, tem seu envelhecimento retardado e seu poder aumentado, ganhando mais resistência e força física, além de cura acelerada e etc. Durante a infância, todo Vanir é testado para descobrir sua capacidade de poder após a Descida.

Na próxima matéria iremos abordar as quatro casas de Midgard e resumir os personagens abordados no primeiro volume de Cidade de Lua Crescente.

Agradecimentos: yazthebookish e moussescientist

Opinião: seria ACOTAR o novo Crepúsculo?

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Ame ou odeie, mas não há como negar a revolução que a saga Crepúsculo, não só os livros como os filmes, representaram e ainda representam na cultura pop mundial. Existe o mundo antes e depois de Edward e Bella.

E desde o fim da série de filmes no cinema que Hollywood e a indústria editorial buscam uma nova obra capaz de gerar tamanha paixão e furor como os livros escritos por Stephenie Meyer. Vimos nos últimos anos incontáveis fracassos em adaptações literárias. E é aqui que ACOTAR entra!

Embora extremamente diferentes em narrativa e até mesmo classificação etária, ambas as obras se ancoram num universo de fantasia com foco em romance e que possuem personagens secundários cativantes e que conquistam legiões.

sarah j maas stephanie meyer

Leia também: Em que pé anda a produção da série de ACOTAR? Temos novidades?

ACOTAR traz consigo todos os elementos promissores para que a adaptação nas telas seja um triunfo como há muito tempo não é visto: uma história de amor épica, um universo fantástico com potencial para que muito seja explorado, uma base de fãs gigantesca já estabelecida e um showrunner premiado que irá trabalhar em parceira com a autora.

A chave do sucesso estará, claramente, em quais atores serão escalados para viver Feyre, Rhys e companhia. Se os produtores conseguirem o apoio do fandom, o céu será o limite.

O que vocês acham estamos assistindo o nascimento do mais novo fenômeno?