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Conheça o lindíssimo cosplay Music Video de Crescent City

Algumas pessoas no fandom já ouviram falar do Project Starfall, e caso você ainda não conheça pode saber mais sobre ele aqui. Mas os organizadores criaram um novo projeto, dessa vez envolvendo Cidade da Lua Crescente, e fizeram algo bem diferente do Starfall!

Com a colaboração da cantora e compositora Victoria Carbol, que é bem conhecida no meio literário por criar músicas inspiradas em livros, um Cosplay Music Video foi feito com os personagens de CCity.

A música Wild Heart foi criada por Victoria especialmente para esse clipe, onde vemos Bryce, Danika, Juniper e Fury curtindo a vida juntas, antes dos acontecimentos de Casa de Terra e Sangue. E até Ruhn aparece em algumas cenas!

Confira o clipe a seguir: mas cuidado! Se você ainda não leu o livro, cuidado pois ele contém pequenos spoilers.

Se você gostou do Cosplay Music Video, o grupo também compartilhou um vídeo mostrando os bastidores e erros de gravação, com mais detalhes de como o clipe foi gravado e quem são as pessoas que participaram do projeto!

Discussão: Feyre Archeron e a desvalorização materna

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Quebradora da Maldição, Defensora do Arco-íris, Abençoada pelo Caldeirão, primeira Grã-Senhora de Prythian, Mãe. Feyre Archeron é sem sombra de dúvidas a personagem feminina favorita de grande parte do fandom de ACOTAR, mas desde o lançamento de Corte de Chamas Prateadas uma questão ficou no ar: por que a maternidade de Feyre incomoda tanto?

O texto abaixo contem spoilers de todos os livros de ACOTAR.

Arte por @axisnebular

“Feyre ficou chata”, “Ela é muito jovem para ser mãe”, “Nem aprendeu a controlar os próprios poderes direito e agora virou dona de casa”, “Sarah acha que só existe felicidade se um casal tiver filhos”, “Não gosto de livros com gravidez porque bebês mudam a dinâmica do casal”, “Mas bebês feéricos não eram raros? Feysand engravidar tão rápido é força do protagonismo”. Esses são alguns exemplos de opiniões que pessoalmente já me deparei quando o assunto é o nascimento do Nyx em ACOSF.

Algumas pessoas talvez possam imaginar que isso é coisa vinda de hater da Feyre, mas na verdade não. Existe uma parcela dos fãs da nossa Grã-Senhora que genuinamente não gostou do plot de gravidez ter sido inserido tão rápido na vida de Feysand. Entre os desgostosos, existem aqueles que se sentiram roubados de vivenciar esse momento pela perspectiva da Feyre, porque a Sarah, para o bem ou para o mal, acabou usando essa gravidez como recurso narrativo na jornada da Nestha. Já outros julgam que Feyre era jovem demais para escolher ser mãe. Mas afinal, faz sentido para a personagem ter escolhido a maternidade tão cedo?

Arte por @jessdraw.s

Feyre se tornou responsável pela sobrevivência da família quando era pouco mais que uma criança. E lá no primeiro livro vemos que seu maior desejo era poder viver uma vida tranquila onde pudesse pintar quando desejasse. Ela é naturalmente protetora e maternal, e seu relacionamento disfuncional não só com as irmãs, mas especialmente com a falecida mãe, a moldou como alguém que toma pra si cargas de obrigações que não são suas, de maneira automática. Então, seria de se imaginar que depois de encontrar sua família e amor na Corte Noturna,
se tornar uma governante aos 21 anos, Feyre não iria adicionar a maternidade a essa bagagem. Certo? Ao meu ver a resposta é: errado.

Diferente de precisar caçar pra alimentar os familiares, Feyre fez uma ESCOLHA consciente de tentar engravidar. Tanto ela quanto Rhys tem históricos tristes de negligência parental e perdas devastadoras. Se por um lado, Feyre nunca teve uma família amorosa e saudável; Rhys tinha, mas perdeu de modo violento. Sendo assim, no percurso da evolução de ambos, um filho acaba sendo um passo natural dentro da relação.

Feyre não deixou de lados seus poderes nem suas obrigações enquanto Grã-Senhora, ela segue aprendendo a cuidar da Corte Noturna. E embora tenha treinamento em combate, o papel político dela não é ser uma guerreira (assim como não é o do Rhys). A Feyre heroína não ficou esquecida, ela simplesmente não está sendo necessária no momento em que se encontra a história. Eles lutaram por paz e agora estão vivenciando-a.

Arte por @madschofield

Assim como na vida real, a maternidade irá fazer sentido para algumas mulheres e para outras não. Mas assim como na vida real uma mulher será julgada quando deixar de corresponder às expectativas externas. Em literatura fantástica é sempre esperado e cobrado que as personagens femininas sejam: fisicamente fortes, moralmente capazes de violência extrema, que não demostrem fragilidade e por fim que rejeitem, se possível, toda a sua feminilidade. Porque perfomance de feminilidade padrão é vista como fraqueza. E nada mais intrinsecamente feminino do que ser mãe.

Quem lembra de James Cameron, diretor de sucessos como Avatar, Titanic e Exterminador do Futuro, falando sobre Mulher-Maravilha não ser uma boa representação de uma heroína? “Ela é um ícone objetificado, é somente a Hollywood machista fazendo as mesmas velhas coisas de sempre. Não estou dizendo que não gostei do filme mas, para mim, é um passo para trás. Sarah Connor não era um ícone da beleza. Era forte, problemática, uma mãe terrível, e ela conquistou o respeito do público através da pura determinação. Para mim é óbvio. Quero dizer, metade do público é feminino!”, disse Cameron. Ou seja, para serem grandes heroínas, as personagens precisam se parecer com homens (ou aquilo que comumente é associado a masculinidade).

Quando nos tornamos mães nossa identidade cessa de existir, dificilmente somos vistas como seres independentes da maternidade. Molly Weasley, de Harry Potter, mãe em tempo integral de sete filhos, surpreendeu a todos ao dar cabo num duelo da bruxa das trevas mais poderosa já vista, Bellatrix Lestrange. Mesmo que Molly fosse uma bruxa puro sangue vinda de uma família poderosa, ser mãe era tudo que a definia até aquele duelo.

É sintomático de um pensamento extremamente machista que estejamos dizendo que Feyre “agora é só uma dona de casa” porque escolheu ser mãe. Nada na narrativa indica que ela tenha negligenciado nenhuma de suas funções na Corte Noturna, e no momento que for necessário ela irá à luta com unhas e dentes. Uma mulher que escolhe morrer tentando salvar o filho não pode ser chamada de fraca, força não é apenas derrubar exércitos. Feyre segue sendo a mesma, só que agora também é mãe

Mas é inegavelmente irônico que uma personagem tão admirada pelos obstáculos que superou agora seja julgada por escolher viver uma vida tranquila sem que precise salvar o mundo e a todos a sua volta. Não é isso que ela merece? Paz?

E vocês, o que acharam do nascimento do baby Nyx? Muito cedo ou era exatamente o momento ideal?

 

Arte de capa por @BxRomance

A história do símbolo Ouroboros que inspirou o Espelho Uróboro de ACOTAR

O Espelho Uróboro é um dos objetos mágicos mais importantes da saga Corte de Espinhos e Rosas e é mencionado pela primeira vez na história em Corte de Asas e Ruínas, livro que conclui a trilogia principal da série. Feyre é a personagem que mais fala sobre o espelho, já que sua jornada em ACOWAR está intimamente ligada à ele. Assim como diversos objetos e criaturas, o Espelho Uróboro é inspirado em conceitos e mitos presentes na cultura atual ao redor do mundo e hoje o ACOTAR Brasil falará mais sobre a origem do símbolo Ouroboros, que inspirou o Espelho Uróboro.

O Espelho Uróboro no universo de ACOTAR

Em Corte de Asas e Ruínas, O Uróboro é mencionado pela primeira vez pelo Entalhador de Ossos, quando Feyre tenta convencê-lo a participar da Guerra ao lado dela e de Rhysand. A criatura no entanto, começa a barganhar com a protagonista e diz:

“Minha irmã tinha uma coleção de espelhos em seu castelo negro. Ela se admirava dia e noite naqueles espelhos, se gabando da juventude e da beleza. Havia um espelho, o Uróboro, como ela o chamava. Era velho mesmo quando éramos jovens. Uma janela para o mundo. Tudo podia ser visto, tudo podia ser contado pela superfície escura do espelho. Keir o possui, uma herança de sua casa. Tragam-no para mim. Esse é o meu preço. O Uróboro, e sou seu para que usem. Se conseguirem encontrar uma forma de me libertar”.

Posteriormente, Keir revela para Feyre que para conseguir o espelho é preciso olhar para ele e que “todos que tentaram fazê-lo ficaram loucos ou foram irreparavelmente destruídos. Até mesmo um ou dois Grão-Senhores, se a lenda é verdadeira”. Amren desencoraja Feyre em relação ao assunto e então a Grã-Senhora pesquisa sobre o objeto por contra própria.

Imagem: @pandyals_art

“O espelho era notório. Todos os filósofos conhecidos haviam refletivo a respeito. Alguns tinham ousado encará-lo… e ficaram loucos. Outros tinham se aproximado e fugido de terror. Eu não consegui encontrar um relato de alguém que o tivesse conquistado. Enfrentado o que espreitava dentro do espelho e saído de posse do objeto”. E então a Quebradora da Maldição conversa com um amigo próximo, o Suriel, que chama o Uróboro de “Espelho de Começos e Fins”, acrescentando ainda que somente Feyre poderia decidir o que era capaz de destruí-la. Com essa resposta, ela segue em frente, na direção do desafio.

O que Feyre enxerga no espelho, que tem a forma de uma serpente engolindo o próprio rabo, é a versão bestial de si mesma, com todos os defeitos e lados ruins, além de sua própria história. Ela é descrita como uma criatura com patas imensas, pelo preto e dourado, escamas escuras nas costas e grandes e brilhantes olhos azul-acinzentados. Após um confronto interessante e aterrorizante com si mesma, com a aceitação de uma de suas versões, Feyre vai até o Entalhador, que se surpreende ao saber que ela conseguiu o feito de conquistar o espelho, e revela o verdadeiro motivo de seu pedido.

“Queria ver se você era digna de ser ajudada. É raro uma pessoa encarar quem realmente é e não fugir, não ser destruída por isso. É o que o Uróboro mostra a todos que o buscam: quem são, cada centímetro desprezível e profano. Alguns olham para o espelho e nem percebem que o horror refletivo são eles, mesmo que o terror os deixe loucos. Alguns entram com arrogância e são arrasados pela pequena criatura medíocre que encontram no lugar. Mas você… Sim, de fato é rara. Eu não poderia arriscar deixar esse lugar por menos”.

Já na batalha, Feyre revela para Rhysand que amou o que viu no espelho e se perdoou, entendendo o que o Suriel havia dito sobre apenas ela decidir o que poderia destruí-la. “Apenas eu poderia permitir que a parte ruim me destruísse. Somente eu poderia assumi-la, abraçá-la”.

A simbologia por trás do Espelho Uróboro: o Ouroboros

Ouroboros é uma palavra de origem grega, que pode ser escrita como Οὐροβόρος nesta língua, e significa “que consome a cauda”. O conceito é sempre representado por criaturas como serpentes ou dragões, formando um círculo com seus corpos e comendo o próprio rabo. Assim como em outros símbolos e no estudo da semiótica, o círculo é comumente enxergado como infinito, já que não vemos seu começo e nem o fim, assim como também pode representar um ciclo.

A primeira aparição mais popular do símbolo é a encontrada no “Livro Enigmático Do Mundo Inferior”, texto funerário da tumba KV62 (Kings Valley #62), que pertenceu ao imperador Tutancâmon, no século XIV A.C. O Ouroboros aparece duas vezes, possivelmente representando a reencarnação de Osíris como Rá. O símbolo também aparece no budismo, na alquimia esotérica e até mesmo na maçonaria.

De acordo com o Dictionnaire des Symboles, famoso livro de Jean Chevalier e Alain Gheerbrant publicado pela primeira vez em 1969, o Ouroboros “simboliza o ciclo da evolução voltada para si mesmo”, contendo ideias como continuidade, autofecundação e eterno retorno. Há ainda quem interprete que a simbologia do Ouroboros mostra a serpente mordendo a própria cauda para interromper uma evolução linear, marcando uma mudança na própria vida, para surgir em outro nível de existência.

Estas interpretações fazem sentido quando pensamos na aparição egípcia e também no Espelho Uróboro de ACOTAR, já que quando Feyre se olha através dele, um novo ciclo começa em sua vida, um ciclo no qual ela se reconhece, que é importante para sua jornada de autoconhecimento e aceitação. Antes de entregar o espelho ao Entalhador, Feyre ressalta para si mesma: “Esse corpo para o qual eu retornada… também era estranho”. Vale lembrar também que estas análises se encaixam perfeitamente na fala de Suriel sobre o objeto, que diz que ele é o “Espelho de Começos e Fins”.

Ainda assim, morder a própria cauda não parece ser fácil, assim como nunca é encerrar ou começar um ciclo, já que a Grã-Senhora fala sobre como o processo foi doloroso:

“Eu mesma. Vi eu mesma. Era talvez a única coisa que eu não mostraria a Rhys. A ninguém. Como tinha me acovardado, enfurecido e chorado. Como tinha vomitado e gritado e arranhado o espelho. Como o acertara com os punhos. Então, me enrosquei, trêmula devido a cada coisa horrível, cruel e egoísta que via dentro daquele monstro, dentro de mim. Mas continuei, não desviei os olhos. E, quanto meus tremores pararam, estudei a coisa. Todas as coisas desprezíveis. O orgulho e a hipocrisia e a vergonha. O ódio a covardia e a dor. Então comecei a ver outras coisas. Coisas mais importantes, mais vitais. – E o que vi. Acho… que amei aquilo. Perdoei… a mim. Por inteiro”.

Para muitos fãs de ACOTAR, a cena de Feyre se olhando no Uróboro e posteriormente comentando sobre o que viu e o que fez diante dele, é uma das mais emocionantes de todos os livros. É um momento no qual uma protagonista corajosa não só corre um risco por conta das histórias ligadas ao espelho, mas também se reconhece em si mesma, mostrando para inúmeros leitores como é possível entendermos e amarmos cada parte de nós, sejam estas partes boas ou ruins.

 

Imagem de capa: @beautyandthelibrary

Opinião: Tamlin ainda será importante em ACOTAR?

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Afinal, por que Tamlin ainda segue vivo?

O texto abaixo contem spoilers da série ACOTAR.

É inegável que Tamlin é um dos personagens que mais causam emoções controversas entre os fãs de ACOTAR. Se por um lado temos uma (grande) parcela que o despreza pelos abusos cometidos contra Feyre, há quem o defenda e acredite que ele mereça uma redenção. No entanto, desde o final de Corte de Asas e Ruínas, que Tamlin, um personagem outrora com foco e funções claras dentro da trama, ficou perdido no limbo da narrativa. Por que ele ainda segue vivo e sendo trazido de volta para a narrativa quando aparentemente não tem mais nada a acrescentar?

Para alguns, Sarah simplesmente esqueceu ele no churrasco, mas suas constantes aparições e citações sugerem o contrário. Lembram quando Lucien diz para Rhys que eles ainda irão precisar do Tamlin? Entre as diversas teorias, minhas favoritas são que:

1. Tamlin servirá como personagem suporte na jornada de Elain e Lucien (caso eles sejam endgame), salvando o outrora melhor amigo.

2. A magia da Corte Primaveril irá abandoná-lo e veremos um novo grão-senhor ou grã-senhora ser escolhido (coisa que nunca vimos nos livros anteriores).

3. E, por último e talvez menos empolgante, Sarah pode estar planejando um livro sob a perspectiva dele.

Confesso que, embora seja indiferente ao personagem (não gosto, mas não odeio), a probabilidade de vê-lo ganhar um livro não me anima.

E vocês, o que acham que a Sarah está planejando?

 

Créditos da ilustração: Fernanda Fernandez

Teoria: qual é a verdadeira origem dos Feéricos?

O texto a seguir contém spoilers das 3 sagas escritas por Sarah J. Maas, incluindo fatos recentes que aconteceram em Crescent City 2.

É fato e de conhecimento público que uma das maiores incógnitas dos livros de Sarah J. Maas se volta para a verdadeira origem dos Feéricos. Afinal, essas criaturas mitológicas são a ligação mais substancial que apareceram — até o momento — no nosso “Sarahverso”. 

Agora, você pode estar pensando que essa é apenas mais uma das mil teorias que existem sobre esse assunto, mas algumas revelações de Crescent City 2 nos forneceram outra perspectiva e um novo olhar para os Feéricos. Vamos lá?

Em primeiro lugar, durante o desenvolvimento de Bryce ao longo de Casa de Céu e Sopro, uma frase bastante marcante e curiosa foi dita pelos Asteri, reiterando o que muitos fãs já suspeitavam: a origem do poder da nossa protagonista é originado de uma ilha separada do continente no mundo original dos Feéricos.

Se analisarmos o mapa de Prythian, conseguimos facilmente enxergar que ele é o único que possui a característica citada anteriormente. Além disso, ACOTAR é o único livro que chega a citar que os Feéricos foram criados. Em Trono de Vidro e em Crescent City, é dito que os Feéricos são moradores antigos dos respectivos mundos. 

Outro ponto curioso e um possível gancho entre as sagas está no portal aberto pelos Asteri. Em CC2, os Asteri comentam sobre um portal que permitiu o acesso ao mundo dos Feéricos. Na época de Lanthys, por exemplo, foi relatado a existência de deuses poderosos que foram deposto do poder pelos Feéricos. E se esses deuses forem na verdade os Asteri? Outro ponto importante sobre a questão dos portais está na origem de Amren. Pouco se sabe sobre isso, mas se levarmos em conta que ela chegou a Prythian de outro mundo e acabou presa no corpo de uma grã-feérica, fica fácil concluir que um desses portais são os verdadeiros responsáveis pela chegada de Amren.

Voltando um pouco para Crescent City 2, Ruhn havia afirmado que a espada Aster veio do planeta de origem dos Feéricos. E para a surpresa de muitos, a mesma espada é reconhecida por Amren como a espada do Grão Rei. 

Mas as ligações não acabam por aí!

Em cada universo que nos foi apresentado, os poderes dos Feéricos costumam variar. Em ACOTAR, os poderes parecem bem maiores. Parte disso pode se dever a proximidade com o Caldeirão. Também precisamos considerar que Prythian engloba um maior número de Feéricos que conseguem se transformar em criaturas bestiais. Ao contrário de Trono de Vidro, que apesar dos sangue puro serem bastante poderosos, eles não possuem uma fonte de magia para se transformar em feras bestiais, apenas em animais como os que estamos acostumados a ver na natureza. 

Em Crescent City, os Feéricos não conseguem mais se transformar, ao contrário dos primeiros anos da chegada àquele mundo, onde as transformações deram origem aos metamorfos. Será que, no fim das contas, toda essa situação é uma consequência da distância com o Caldeirão? 

E não podemos esquecer que existe a possibilidade dos Feéricos em Trono de Vidro terem usado a mesma fenda que os Asteri utilizaram para chegar em Midgard. Por enquanto, tudo não passa de uma teoria. Mas se tem uma coisa que ninguém pode negar é que teremos grandes surpresas daqui para frente. O que vocês acham??

Teoria por: @ericarothemann
Foto de capa por: @alicemariapower

Ron Moore dá novos detalhes sobre a série de ACOTAR

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Em entrevista para o site Collider, Ron Moore deu novos detalhes sobre a série de ACOTAR, e quem estava esperando anúncios e confirmações em breve, melhor respirar fundo.

Confira o trecho traduzido da entrevista em que Moore fala sobre a adaptação:

Entrevistador: Você está dirigindo Corte de Espinhos e Rosas?

Moore: Não, eu não estou dirigindo. Nós o desenvolvemos e é para o Hulu. Eu provavelmente não estarei executando diretamente, mas estarei supervisionando esse projeto. Sarah Maas, que é a autora, também está ligada ao programa. Não recebemos o sinal verde para começar, mas o Hulu gosta muito. E espero que continuemos avançando.

Entrevistador: É um erro no IMDB.

Moore: Não, eu não vou dirigir a serie.

Ou seja, como já explicamos aqui, a série de ACOTAR ainda está no período de desenvolvimento, não tem nada da produção propriamente dita acontecendo. A adaptação nem foi aprovada ainda, como o próprio Moore disse, então podem ter certeza que quando a Hulu der o sinal verde, vamos todos ficar sabendo e ai sim começam o anúncios de elenco e gravações.

Lembrando que quando Sarah anunciou que ACOTAR seria adaptado, ela disse que ela e Moore iriam co-adaptar a história e estavam escrevendo juntos o roteiro do episódio piloto, então o cargo ou o envolvimento dos dois com a produção nunca foi oficialmente anunciada.

Até lá, fique de olho por aqui e nas redes sociais do ACOTAR Brasil para não perder nenhuma novidade e notícia!

5 músicas que lembram os personagens de ACOTAR

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Corte de Espinhos e Rosas é uma obra repleta de momentos inesquecíveis e eventos únicos que possuem um lugar especial no coração dos fãs. Além da beleza do universo criado por Sarah J. Maas, a conexão e expressividade dos personagens é uma das características mais encantadoras dos livros. Enquanto não temos atualizações sobre a adaptação para série que está sendo produzida pela Hulu, trouxemos uma proposta diferente.

Em algum momento, todo leitor já associou pessoas aos seus personagens e cenas favoritas, imaginando como seria o cenário perfeito. Mas quando se trata de música, é impossível não se sentir tocado pela melodia e letras que transmitem toda a sensação daquele momento. E se você está buscando músicas que poderiam ser a trilha sonora perfeita para os capítulos de ACOTAR, já prepara a playlist.

1.º Animals – Maroon 5

A curiosidade de Feyre para saber o que estava acontecendo no Calanmai foi tão grande a ponto de decidir investigar por conta própria. Na celebração, ela acaba surpreendida por Rhysand. De volta a Corte Primaveril, ela é protagonista de uma cena quase animal, quando Tamlin a pressiona contra a parede. Por isso, não há música melhor para expressar o sentimento de ser uma presa em meio a um universo feérico e tão selvagem.

”Baby, serei seu predador essa noite
Te caçarei, te comerei viva
Como animais, animais
Talvez você pense que pode se esconder
Mas eu consigo sentir seu cheiro de longe
Como animais”

2.º Behind the Mask – Ivy & Gold

A chegada de Feyre na Corte Primaveril é uma das passagens mais lembradas de Corte de Espinhos e Rosas. Porém, quando nos damos conta que os únicos detalhes que sobraram do relacionamento entre Tamlin e Feyre são apenas fragmentos de um doloroso passado, não há música melhor para expressar o que a própria personagem sentiu.

”Mãe, diga-me onde a história termina,
Eu tenho que começar de novo?
Quem é o homem por trás da máscara,
Você a usou bem quando me enganou até o último riso
E você estava fingindo todos os dias

3.º Team – Lorde

Lorde é uma das cantoras mais excêntricas da indústria e fez muito sucesso com a música ”Royals”. No entanto, ao ouvir a faixa ”Team” é impossível não lembrar do time mais querido de Velaris, o inseparável Círculo Intimo formado por Rhysand, Cassian, Azriel, Morrigan, Amren e Feyre. A letra da música faz lembrar da reputação da Corte dos Pesadelos por Prythian, criada propositalmente para omitir a existência da Corte dos Sonhos e toda a beleza de Velaris.

”Vivemos em cidades que você nunca verá nas telas
Não são muito bonitas, mas com certeza sabemos como comandar as coisas
Vivendo nas ruínas de um palácio dentro dos meus sonhos
E você sabe que estamos no mesmo time”

4.º Surrender – Eivor

Quando se trata de romance arrebatador, Corte de Névoa e Fúria é a obra que literalmente entregou tudo com o famoso capítulo 55. No entanto, toda a construção do relacionamento entre Rhysand e Feyre é intensa e mágica, arrancando suspiros a cada interação. A faixa ”Surrender” da cantora Eivor é a trilha sonora perfeita para expressar toda a intensidade dessa parceria de milhões, principalmente quando se trata da ligação desenvolvida entre o casal.

”Quando a lua brilhar sob o mar
Brilhe como as galáxias rodopiando em seus olhos
Eu me entrego aos caminhos leves
Aguento e mergulho para a serenidade de te amar”

5.º Dream – Imagine Dragons

A chegada de Feyre na Corte Primaveril foi uma das partes mais memoráveis de Corte de Espinhos e Rosas, principalmente pela ambientação encantadora do territorio de Tamlin. As cores, elementos e beleza presentes no lugar foram o suficiente para inspirar a protagonista a retratar a visão em seus quadros. No entanto, nem tudo o que reluz é ouro e o encanto por tudo foi se perdendo após os trágicos eventos.

A música ”Dream” é uma forma de expressar o sentimento de engano que toma conta da protagonista após Sob a Montanha, que mesmo após tanto lutar, ainda se sente incompleta e desejando alcançar algo a mais.

”E estou abaixo dos outros sonhos de me tornar dourado e superior
Não é o que você pintou na minha cabeça
Havia tanta coisa além de todas as cores que eu vi

Mas eu quero sonhar
Eu quero sonhar
Deixe-me sonhar”

Essa não é a primeira vez que associamos músicas a ACOTAR. Se você nos acompanha no Instagram, provavelmente já conferiu o Velaris Musical, quadro exclusivo que criamos para mesclar os universos de Sarah J. Maas com vídeos.

Não se esqueça de nos contar o que achou das músicas e conferir as novidades aqui no Portal Acotar Brasil.

O guia completo para o mundo de Cidade de Lua Crescente! Parte 4

Nesse último post da série do Guia completo para o mundo de Cidade de Lua Crescente, finalmente iremos abordar o conflito de Pangera, as Quatro Casas de Midgard e listar todos os personagens que foram trabalhados no primeiro volume de Crescent City.

CASA DE TERRA E SANGUE

Metamorfos, humanos, bruxas, animais comuns e muitos outros a quem Cthona comanda, assim como alguns escolhidos de Luna.

CASA DE CÉU E SOPRO

Malakim (anjos), feéricos, elementais, duendes* e aqueles abençoados por Solas, assim como alguns favorecidos por Luna.

CASA DAS MUITAS ÁGUAS

Espíritos fluviais, sereias, bestas aquáticas, ninfas, kelpies, nøkken e outros protegidos por Ogenas.

CASA DE CHAMA E SOMBRA

Daemonaki, ceifadores, espectros, vampiros, draki, dragões, necromantes e muitas criaturas perversas e inomináveis que mesmo Urd não pode ver.

*Duendes foram expulsos de sua casa como punição pela participação na Queda, e agora são considerados Inferiores, embora muitos se recusem a aceitar o fato.

Leia também: Teoria: Qual é a verdadeira ligação entre Cidade da Lua Crescente, TOG e ACOTAR?

O conflito de Pangera: Após a Travessia e o fechamento do portal da Fenda do Norte, os conflitos e guerras não cessaram. Mesmo após perder a guerra contra os Vanir, os humanos ainda lutavam e formavam rebeliões que concentravam-se no continente de Pangera. Quarenta anos antes dos eventos do livro, uma nova rebelião começou novamente em Pangera, assolando as cidades e constantemente ameaçando atravessar o mar Haldren e chegar até Lunathion, onde uma rebelião semelhante acontecia, porem de menor impacto. O grupo rebelde Ophion era o responsável pela rebelião humana em Lunathion e possuía facções como a Keres, da qual Philip Brigs era líder.

Leia também: Teoria: Danika poderá voltar a vida em Crescent City

Personagens:

Bryce Quinlan (Protagonista)

Ember Quinlan (Mãe de Bryce)

Randall Silago (Padrasto de Bryce)

Rei Outonal (Pai de Bryce)

Ruhn Danaan (Irmão de Bryce)

Príncipes do Inferno:

Sem nome (Primeiro príncipe do Inferno)

Sem nome (Segundo príncipe do Inferno)

Sem nome (Terceiro príncipe do Inferno)

Sem nome (Quarto príncipe do Inferno)

Aidas (Quinto príncipe do Inferno, Príncipe do Desfiladeiro)

Sem nome (Sexto príncipe do Inferno)

Comedor de Estrelas (Sétimo príncipe do Inferno, Príncipe do Fosso)

Matilha dos demônios:

Danika Fendyr (Alfa/Melhor amiga de Bryce)

Connor Holstrom (Segundo em comando)

Nathalie (Terceira em comando)

Thorne (Omega)

Bronson

Zach

Zelda

Os Asteri:

Rigelus (A Radiante Mão dos Asteri)

Sem nome

Sem nome

Sem nome

Sem nome

Sem nome

Sirius (A Estrela do Lobo)

A 33a Legião Imperial:

Hunt Athalar (Umbra Mortis, Assassino)

Isaiah Tiberian (Comandante)

Naomi Boreas (Capitã)

Viktoria Vargos

Justinian Gelos

Outros:

Jesiba Roga (Chefe de Bryce)

Lehabah (Espírito de Fogo, amiga)

Sryinx (Quimera, pet)

Juniper Andromeda (Amiga de Bryce)

Fury Axtar (Amiga de Bryce)

Tharion Ketos (Capitão de Inteligência para a Rainha do Rio)

Declan Emmet (Amigo de Ruhn/Hacker)

Tristan Flynn (Amigo de Ruhn/Auxiliar)

Hypaxia Enador (Bruxamed/Rainha das bruxas de Valbara)

Shahar (A Estrela da Manhã/Ex-namorada de Hunt/Arcanjo líder da 18a Legião)

Sabine Fendyr (Mãe de Danika, Prima Presumível dos Lobos Valbaranos)

A Rainha Víbora (Líder do Mercado da Carne)

Sandriel (Gêmea de Shahar/Arcanjo Governadora do Quadrante Noroeste de Pangera)

Philip Brigs (Humano/Líder da facção Keres)

Rainha Theia (Rainha feérica com poderes Estrelados)

Lady Helena (Filha de Theia/Esposa de Pelias)

Príncipe Pelias (Primeiro Principe Estrelado)

Reid Redner (Humano/Ex-namorado de Bryce)

Maximus Tertian (Vampiro/ Filho do Lorde Cedrian)

Foi uma jornada um pouco longa, mas agora você já está totalmente preparado para começar o segundo volume da saga: Cidade de Lua Crescente – Casa de Céu e Sopro. Boa leitura!

Agradecimentos: yazthebookish e moussescientist