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Começou a pré-venda da edição de luxo de Corte de Asas e Ruínas

A Galera Record está mimando os fãs de ACOTAR lançando lindíssimas edições de luxo da trilogia de livros. E finalmente a pré-venda da edição de luxo de Corte de Asas e Ruínas começou!

Seguindo o estilo dos dois anteriores, o livro tem capa dura e acolchoada, tem pintura trilateral, além do fitilho roxo combinando com as cores dessa edição.

E claro que teremos brindes! Então corre garantir a sua edição de luxo de Corte de Asas e Ruínas para ter a coleção completa na estante! Clique aqui para comprar o seu.

Opinião: Elain Archeron e o estigma da feminilidade

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Aviso: o texto a seguir, embora entre levemente na área dos possíveis casais e a ship war que o fandom de ACOTAR vive nos últimos tempos, não tem como tema central defender ou negar nenhum dos ships. Dito isso, vamos lá! 

É uma verdade universalmente conhecida (ou deveria ser) que nenhum personagem escrito por Sarah J. Maas é isento de erros ou comportamentos moralmente questionáveis. E Elain Archeron não seria diferente. Nossa vidente divide opiniões: há quem a odeie com afinco, há quem a ame e defenda com paixão. Mas se tem uma coisa que é inegável entre os leitores de ACOTAR, é sua capacidade assustadora para o ódio não justificado. E vejam só, não estou aqui para dizer que Elain é um anjo de perfeição, que existem desculpas plausíveis para sua imobilidade quando sua família passava fome ou sua omissão quanto ao tratamento que Feyre recebia de Nestha. Mas que  diferente de outros personagens, Elain nem de longe merece o tanto de hate que recebe como podemos facilmente atestar em qualquer enquete (já vi votações onde as pessoas a colocaram como a que merecia morrer na frente de Beron e até Tamlin). Mas afinal, por que Elain é tão odiada?

A bem da verdade é que essa reposta vem em camadas. Sim, tem gente que nunca superou o desgosto pelas irmãs tratarem a Feyre mal, mas diferente da Nestha (que basicamente é rejeitada pela forma como tratava as pessoas a sua volta), Elain é taxada de inútil e sem personalidade. É necessário lembrar que embora Sarah pareça ter esquecido que precisava desenvolver uma boa parcela de seus personagens, Elain nunca teve sua perspectiva mostrada! Não sabemos quais são seus medos, anseios, seus sentimentos acerca da parceria com Lucien, sua relação com a nova vida como feérica. Sabem quem também tem zero desenvolvimento e muito menos personalidade definida? Azriel. Mas ninguém vê teorias mirabolantes de como apenas um arco de vilão seria capaz de tornar ele interessante, não é mesmo? E para fins de importância no plot, a realidade é que Elain fez muito mais que Azriel, Cassian e Mor, por exemplo.

Elain não é inútil, ela apenas não é a protagonista dos livros que lemos.

Em segundo lugar e com grande peso na forma como veem ela, temos: a rejeição a personagens que performam feminilidade padrão. Sim, esse é o momento onde estarei chamando o fandom de ACOTAR de machista. Mas isso não é culpa exclusivamente nossa, e sim de como o feminino é caracterizado na cultura pop e em especial em livros de fantasia. Personagens ultra femininas sempre foram associadas a duas abordagens nas mídias visuais: ou como a vilã fútil que tenta prejudicar a mocinha (não é a  toa que tantas pessoas seguem defendendo teorias de uma Elain vilã) ou como donzela frágil que precisa de salvamento. Embora Aelin e Feyre não neguem nem rejeitem sua feminilidade, elas são também guerreiras poderosas com habilidades em combate, o que as tornam bem diferentes de Elain.

Yrene e Elide de Trono de Vidro são dois exemplos de personagens que não lutam com espadas, mas que no fim também ajudaram a salvar o dia! Elain não precisa ser tornar uma vilã, uma espiã, ou uma guerreira para ter sua história contada. E sua aparente fragilidade e aparente inaptidão podem ser superadas sem que ela se torne uma cópia em carbono de suas irmãs.

E, por fim, e não menos relevante, temos o ódio causado pela “ship war”. Odeiam Elain porque ela “não é boa o suficiente pro Az” ou “porque ela não merece o Lucien”. Gente, mas alguém parou para pensar que talvez eles que não mereçam ela? (alô, Azriel tô falando de você. O que você merece é terapia, moço). Elain será a protagonista de um dos próximos livros, então é de bom tom que as pessoas façam as pazes com a ideia de que ELA será o foco da narrativa, que é o crescimento dela que veremos. E que qualquer um dos dois que venha a formar casal com ela, será apenas o interesse amoroso/personagem suporte.

Nossa, então quer dizer que a Elain é uma pobre injustiçada e ninguém pode desgostar dela? Epa, pode odiar sim, ninguém é obrigado a gostar dela. Eu particularmente tenho minhas questões com a florzinha: o comportamento quando elas eram pobres, o fato dela sequer reconhecer o Lucien como pessoa, o aparente oportunismo de ficar do lado da irmã que convém e mais algumas coisas. Coisas essas que serão (espero) abordadas e desenvolvidas no livro dela.

Eu parto do princípio que embora eu não ame, odiar também não odeio!

E vocês? São do time pro Elain ou contra Elain? Existe justificava pra tanta rejeição? Ou esse é só mais um exemplo do fandom de ACOTAR sendo exageradamente passional?

 

Créditos da arte: @bethgilbert_art

Guia para Cidade da Lua Crescente: conheça a angeologia

Eu não sei você, mas sempre me sinto bastante confusa quando começo a ler o primeiro livro de uma saga. Principalmente se a categoria se encaixar no gênero “fantasia”. 

E quando Cidade da Lua Crescente: Casa de Terra e Sangue foi lançado, uma das minhas maiores dificuldades em compreender todo o enredo se voltava para os anjos. Quem leu vai entender bem sobre o que estou falando.

Durante o decorrer do livro, vemos várias menções desses seres. E uma coisa que senti falta foi de uma maior explicação sobre essa estrutura. Afinal, quem é o quê?

Leia também: O guia completo para o mundo de Cidade de Lua Crescente! Parte 4

Vamos começar por partes!

O primeiro, e consequentemente, o mais citado, são os Malakins, Mal’akh ou Malach, a espécie de Hunt Athalar, Isaiah Tiberian, Naomi Boreas e outros personagens importantes da saga.

Analisando todo o contexto religioso, existem sete castas angélicas:

Os Querubins anjos guerreiros com poderes baseados em força, percepção, furtividade e rapidez. Considerados os guardiões e soldados de Deus.

Os Serafins — anjos considerados nobres, políticos e burocratas. Constantemente associados a mestres da persuasão e manipuladores da mente. (Lembram que eles aparecem em ACOTAR?)

Elohins — vivem na terra disfarçados de humanos.

Ofanins — conhecidos por anjos da guarda. São considerados carismáticos e bondosos, além de serem capazes de controlar emoções. Seus poderes são baseados em luz e cura.

Hashmalins — anjos da punição. Eles podem controlar espíritos e as trevas, sendo responsáveis por julgar, torturar e sentenciar mortais. 

Ishins — seres celestiais responsáveis por governar as forças elementais: fogo, terra, água e ar. 

Malakins — anjos com a missão de estudar o universo e a humanidade, com capacidade para moldar o tempo e o espaço.

Como você deve ter notado, nem todas as espécies de anjos foram trabalhadas por Sarah J. Maas, mas alguns nomes já nos é familiar, como o caso dos Malakins. 

Os Malakins, além de estudarem o universo, também são responsáveis por registrar tudo que acontece na Terra e entre as dimensões. Não é à toa que eles são sempre chamados para investigar o que acontece em Midgard. 

Via: Angelology

Durante muitos séculos, esses “vigilantes” viviam apenas como observadores, mas após a destruição do tecido da realidade, os Malakins convocaram um grupo de alados para atuar no plano físico como se fossem emissários. Pouco tempo depois, esse mesmo grupo passou a ser chamado de “Anjos da Morte”. 

Bem parecido com o nosso Umbra Mortis, não?

Logo, essa casta de anjos foi dividida em três categorias:

Eruditos — os que permanecem estudando o universo e vivem em bibliotecas sagradas. 

Escribas — traduzem as anotações dos Eruditos.

Kãla — Malakins arqueólogos que vagam pelo espaço buscando informações de lugares inexplorados pelos anjos.

Mas isso não é tudo. Já que os Querubins são uma das espécies mais famosas da casta angelical, merecem umas curiosidades bem interessantes em forma de honraria.

Via: Portal dos Mitos

Como já foi dito algumas linhas acima, eles são guerreiros que estão sempre na linha de frente das guerras. Atualmente, são divididos em três:

Legionários — estão na linha de frente de todas as batalhas.

Erelins — guardiões dos palácios celestes. 

Shedus — são entidades ferozes com formas animalescas. 

E se, na verdade, todas as formas animalescas que vimos até hoje não forem simples formas bestiais? E sim espécie de Shedus que foram modificados com o passar do tempo? Se tratando de Sarah J. Maas, tudo é possível. 

Também existe um pequeno ponto de atenção para os Arcanjos. Assim como em qualquer lugar, também existe uma hierarquia entre os anjos. O que é o exato motivo para os Arcanjos não estarem na categoria das castas celestes. 

Via: Portal dos Mitos

Os Arcanjos ocupam a mais alta hierarquia. E é justamente por isso que eles são considerados espécies poderosas, com deveres maiores e mais importantes.

E esse é apenas um lado da moeda de todo esse estudo sobre os anjos. Do outro lado, temos a ordem demoníaca que são as versões distorcidas dos anjos.

Malikis — Querubins caídos e guerreiros cruéis que não seguem qualquer código de honra.  

Satanis — Serafins caídos, responsáveis pela administração do Inferno.

Belials — Elohins caídos que seguiram Lúcifer e se tornaram negociantes, trocando favores por almas humanas.

Daimoniuns — Ofanins caídos. Anjos que foram banidos e não conseguem mais se materializar. Como solução, acabam possuindo corpos humanos para viver. 

Baals — Hashmalins caídos, responsáveis pela tortura de almas condenadas.

Incubus e Succubus — uma ordem completamente original feita para seduzir humanos e roubar almas. 

Será que em breve veremos outras espécies de anjos em Midgard? E mais: será que os verdadeiros vilões serão, na verdade, a ordem demoníaca? O que você acha? 

Imagem de capa: guiame.com.br

ACOTAR Brasil Indica: sugestões de livros para Mor

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E se você pudesse recomendar livros para os personagens de ACOTAR, que livros vocês indicariam? Pensando nisso, decidi fazer uma lista de livros que os personagens de ACOTAR poderiam gostar!

A primeira da lista é para Morrigan, terceira no comando da Corte Noturna e prima de Rhysand. Mor é descrita como uma personagem alegre, simpática e brincalhona, ao mesmo tempo em que é leal e sabe se impor quando necessário. Considerando sua história pessoal, bem como sua personalidade, acredito que ela iria gostar bastante desses livros abaixo:

Leia também: ACOTAR Brasil Indica: Luzes do Norte (Resenha)

Teoria: personagens secundários que provavelmente ganharão destaque nos próximos livros de ACOTAR

O texto abaixo contém spoilers de todos os livros já publicados de ACOTAR e Crescenty City.

Após a publicação de Corte de Chamas Prateadas muito especulou-se sobre quais seriam os personagens principais dos próximos livros, já que SJM confirmou que pretende escrever pelo menos mais dois livros e uma novela para a série. Personagens como Elain, Azriel, Lucien e Mor são alguns dos mais cogitados a ganharem seus próprios livros, porém alguns outros personagens secundários também deram indícios de que possivelmente terão participação importante nos próximos livros, especialmente agora que teremos um crossover entre ACOTAR e Cidade da Lua Crescente.

Segue abaixo alguns dos personagens que podem ganhar destaque nos próximos livros:

Créditos da ilustração: ivy_gwendolline (instagram)

Eris Vanserra: Filho mais velho e herdeiro de Beron, o Grão-Senhor da Corte Outonal, e ex noivo de Morrigan. Eris nos foi apresentado anteriormente como um dos irmãos cruéis de Lucien, porém em Corte de Chamas Prateadas alguns acontecimentos podem sugerir que ele não é tão mal quanto aparenta. Além do próprio Eris ter comentado que tentou ajudar Lucien a fugir da Corte Outonal após a morte de Jesminda, Eris também aparenta se importar com seus soldados e, ao que tudo indica, ainda não sabemos tudo o que aconteceu no fatídico dia em que Eris acabou o noivado com Mor. Além de Eris ter se tornado aliado da Corte Noturna, trabalhando como duplo agente, Eris também pode ser bem importante para ajudar a derrotar Beron ou Koschei nos próximos livros.

Créditos da ilustração: sandrawintherart (instagram)

Vassa: Governanta do Reino de Scythia, Vassa é uma das Rainhas Mortais que vivem nas Terras Mortais do Continente. Ela foi amaldiçoada e escravizada por um senhor da morte com um feitiço que a transforma em um pássaro de fogo durante o dia e uma mulher à noite. Este senhor da morte a prendeu a um lago no continente onde ele também mantém outras mulheres escravizadas. Além de ser amiga próxima de Lucien, Vassa pode ter importância na destruição de Koschei (que, ao que tudo indica, será o vilão dos próximos livros), já que Koschei provavelmente é o senhor da morte que a amaldiçoou.

Créditos da ilustração: ivy_gwendolline (instagram)

Helion: Grão-Senhor da Corte Diurna. Considerando-se que Helion é conhecido como o “Quebrador de Feitiços” ele poderá ter um papel importante na ajuda de quebrar a maldição de Vassa e, talvez, também possa ser usado para quebrar a maldição de Koschei. Além disso, existe a possibilidade de que Helion seja o pai biológico de Lucien (já que ele e a Senhora Outonal tiveram um romance no passado), o que o tornaria importante na jornada de Lucien caso ele venha a ganhar um livro.

Créditos da ilustração: jemlin_c (instagram)

Merrill: Sacerdotisa que trabalha na biblioteca em Velaris. Ela é a mão direita de Clotho e uma estudiosa ferozmente exigente. Entre os muitos temas que estuda está a possibilidade da existência de um multiverso. Merrill pode ser importante nos próximos livros justamente devido a esse conhecimento, já que com a presença de Bryce em Velaris o Círculo Íntimo precisará descobrir como envia-la de volta para Lunathion.

Créditos da ilustração: ivy_gwendolline (instagram)

Gwyneth Berdara: Valquíria e Sacerdotisa que reside na Corte Noturna. Em ACOSF Gwyn aparece como uma personagem que gosta bastante de ler e, por trabalhar diretamente com Merrill, acaba se interessando pelo estudo da chefe sobre a possibilidade de existir um multiverso. Assim como Merrill, Gwyn pode ser importante nos próximos livros para ajudar o IC a enviar Bryce para Lunathion. Além disso, também existe uma teoria de que Gwyn seja neta de alguém ligado a família Vanserra (seu avô materno foi um grão-férico da Corte Outonal) ou filha de algum grão-férico importante (como Tamlin ou Lucien), considerando-se que ela foi concebida durante o Grande Rito durante o Calanmai.

Créditos da ilustração: ivy_gwendolline (instagram)

Tamlin: Grão-Senhor da Corte Primaveril. Após os acontecimentos de ACOMAF e ACOWAR sabemos que Tamlin teve sua corte destruída e está no fundo do poço, o que o torna uma possível vítima para Beron, que poderia tentar eliminar Tamlin e tomar o território da Corte Primaveril para si.

E vocês, que personagens acham que tem chances de ganharem destaque nos próximos livros? Nesse post eu só citei os personagens de ACOTAR, mas vocês também acham que algum personagem de CC além da Bryce irá aparecer por Velaris?

Casa de Céu e Sopro: fã divulga teoria sobre a origem de Hunt Athalar

Cidade da Lua Crescente é a nova saga de fantasia urbana de Sarah J. Maas e já conquistou milhares de fãs com uma trama cheia de reviravoltas e personagens únicos. Em fevereiro deste ano, tivemos o lançamento do segundo título Casa de Céu e Sopro, que apresenta um desenvolvimento surpreendente após os eventos do primeiro livro.

Por outro lado, apesar de toda a beleza e presença do anjo Hunt Athalar — interesse amoroso de Bryce Quinlan e nosso mais novo crush — os fãs ainda estão com diversas perguntas que não foram respondidas em House of Sky and Breath. Uma delas é sobre a verdadeira origem do personagem, já que dada algumas pistas e a exclusividade de seu poder de relâmpago, indicam que pode ser algo ainda mais grandioso.

Dessa forma, a criadora do Instagram @Yaz.the.bookish, divulgou uma teoria que pode responder a principal dúvida dos leitores: Quem é o pai do Umbra Mortis? Por isso, se você já leu os dois livros e quer saber mais sobre essa novidade, continue a leitura.

AVISO: Se você ainda não leu Cidade da Lua Crescente, esse texto contem Spoilers!

Hunt Athalar

Leia também: Quem é Hunt Athalar, de Crescent City?

A referência sobre o pai de Hunt

Durante a leitura de Cidade da Lua Crescente, tomamos conhecimento de que Hunt cresceu sem pai. Na verdade, a mãe dele nunca revelou quem poderia ser a misteriosa figura. Mais tarde, no epílogo de HOSAB, um dialogo entre Jesiba e Aidas é o suficiente para deixar os leitores com a “pulga atrás da orelha”.

A conversa acontece na página 892, onde o príncipe menciona que “Acho que o pai de Athalar teria se orgulhado”. Em seguida, conclui “Sinta-se a vontade para discordar, claro. Você conhecia melhor o macho”, indicando que a feiticeira era próxima do pai de Hunt.

A estátua em Casa de Céu e Sopro

Ainda no começo de House of Sky and Breath, precisamente na página 26, Bryce e sua família estão em um passeio, quando Randall faz um comentário específico sobre uma das estátuas. O atirador aponta para a representação de um poderoso macho feérico, segurando um martelo em direção ao céu e forjando uma espada e em seguida afirma que “Aquela estátua específica me lembra de Athalar”. Após olhar para a estátua, Bryce confirma que realmente lembra Hunt.

Outro detalhe que reforça essa coincidência, é que na representação o objeto está recebendo detalhes de raios, indicando que aquela estátua é do próprio Deus Thurr. A referência é o suficiente para despertar a teoria de que Thurr pode ser o pai de Hunt, afinal, o deus é o único no universo de Sarah J. Maas responsável por carregar o poder dos raios — assim como Athalar.

O projeto dos Asteri

E se você acredita que essa teoria não pode ser convincente, essa é a hora que alugaremos um triplex na sua mente. Em HOSAB, a menção de um projeto secreto dos Asteri desperta a curiosidade de todos, especialmente por conta do título”Projeto Thurr”, uma referência ao Deus feérico.

Ao ligar as peças, é possível concluir que os Asteri sabem qual é a verdadeira origem de Athalar, já que são os seres mais antigos do universo, além de serem  os responsáveis por criar os anjos de Midgard. Sendo assim, a teoria nos leva a crer que Hunt Athalar pode ter sido criado especificamente para ser um dos seres mais poderosos, com poder suficiente para superar qualquer Malakim.

Por fim, são apenas teorias sobre o Umbra Mortis. O que você acha?

Onde ficariam as terras de ACOTAR no mundo real

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As séries de Sarah J. Maas são famosas pelos mundos bem construídos e até um tanto complexos. Na verdade, muitos fãs passam um tempo consideravelmente longo analisando os mapas para encontrar similaridades entre as criações de J. Maas e o nosso mundo real, principalmente após o lançamento de Cidade da Lua Crescente e a construção do universo em Midgard. 

Mas indo diretamente ao que interessa e o real motivo que trouxe você aqui: o verdadeiro mundo de ACOTAR existe dentro do nosso universo. Infelizmente — ou felizmente —, sem Feéricos ou Cortes.

Ainda é difícil saber onde as Terras Mortais estão, mas Prythian está localizada entre o Reino Unido e a Irlanda, não só pelo formato dos mapas, mas também pelas similaridades nas descrições dos locais. 

A Prythian que conhecemos é um território composto por 7 Cortes divididas e governadas separadamente, assim como o território da Grã-Bretanha. E por falar nesse lugar característico, o antigo nome da Grã-Bretanha, séculos atrás, era Prythian antes de passar por alterações. 

E isso não é tudo!

Hybern também é uma alteração para Hibernia, antigo nome da Irlanda, que significa “terra do inverno”. Se analisarmos o mapa mais uma vez, também é possível perceber que Hybern é uma ilha que fica à esquerda de Prythian, assim como a Irlanda. 

Leia também: Quais deveriam ser os sotaques de cada ator da série ACOTAR

Coincidência? 

Ainda é difícil dizer se Erilea tem uma localização no nosso mundo, mas não é novidade que Sarah J. Maas busca inspiração em muitas coisas que fazem parte da nossa vida real. 

Você tem algum palpite? Percebeu alguma coisa que não notamos? Conta pra gente!

Em nova entrevista, Sarah J. Maas revela novidades sobre CC3 e adaptação de ACOTAR

Durante uma entrevista para a jornalista Elisabeth Egan do The New York Times, Sarah J. Maas comentou um pouco sobre como anda sua rotina entre ser mãe de duas crianças, escrever Cidade da Lua Crescente 3 e participar da produção da adaptação do seriado de ACOTAR.

ENTREVISTA COM SARAH J. MAAS PARA O NEW YORK TIME (tradução Equipe ACOTAR Brasil)

Sarah J. Maas — o “J” da abreviação de seu nome significa Janet, de nada — é uma autora veterana criadora de universos. Ela não apenas criou sozinha três universos para suas três séries de fantasia best-selling* (incluindo o Trono de Vidro, que acabou de chegar à lista de séries infantis em sua 50ª semana consecutiva), como também está desenvolvendo uma adaptação de Corte de Espinhos e Rosas para a Hulu e é a co-fundadora de sua família humana na vida real. Os membros mais jovens (seu filho, Taran, e sua filhinha Sloane que nasceu esse ano) e um cachorro tagarela puderam ser ouvidos ao fundo da entrevista por telefone pela qual a autora contava sobre como é trabalhar em uma sala de roteiristas depois de tantos anos trabalhando sozinha.

“Decidi que queria estar bastante envolvida no processo de adaptação para o seriado porque isso parecia como uma nova montanha criativa para eu escalar”, disse Maas. ‘‘É uma maneira totalmente diferente de contar histórias, trazê-las à vida e uma maneira totalmente diferente de ver meus personagens.”

A logística parece cansativa. Durante quatro horas por dia (incluindo um intervalo de 10 minutos), Maas se encontra com diversos roteiristas, um showrunner* e Ron Moore, o criador de “Outlander” – “Finalmente cheguei ao ponto em que não o chamo mais de Sr.  Moore” ela riu – no Zoom. Depois disso, ela dedica sua atenção à edição de seu terceiro livro a série Crescent City. Às 18h30, ela está colocando seus filhos na cama. Às 19h, Maas disse: “Estou de pijama”. (Alguém pode culpá-la?).

Embora Maas ainda escreva seus livros pelo Microsoft Word, ela está deslumbrada com a tecnologia “legal e intensa” da Disney que permite que sua equipe crie story cards* e arcos digitais dos seus personagens. “Foi um curso intensivo”, disse ela. “Minha avó de 90 anos é mais experiente em tecnologia do que eu”. Além do quadro virtual que ela usa com sua equipe, Maas disse: “Na verdade, comprei um quadro branco físico que mantenho ao lado da minha mesa para que eu possa escrever as coisas e ver tudo pessoalmente, bem na minha frente. O que tenho certeza que me torna um dinossauro”.

Então, como é a sensação de receber forasteiros em um reino que nasceu em sua imaginação? Maas gosta de ver sua história através de diferentes perspectivas e focar em personagens e enredos que podem não ser necessariamente os mesmos que ela elaborou no passado. Quando perguntamos sobre a coisa mais estranha que aconteceu na sala dos roteiristas, Maas não perdeu o ritmo: “Além do meu filho de 4 anos correndo nu de um lado para o outro?”.

 

*Best-selling: São livros bastante populares que costumam estar na lista dos livros mais vendidos das editoras.

*Showrunner: É a pessoa responsável pelo projeto como um todo, desde o roteiro até a finalização.

*Story cards: Uma ferramentas usada no momento no desenvolvimento do personagem. São descrições curtas e simples narrando a trajetória que se deseja para os personagens.