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Conheça as Teorias Negadas por Sarah J. Maas em Cidade da Lua Crescente

Aviso: O texto abaixo contém spoilers de “Corte de Espinhos e Rosas” e “Casa de Céu e Sopro”.

Quem nunca criou uma teoria que atire a primeira pedra.

Como bons fãs de livros que somos, é natural que fiquemos tão vidrados em um universo que criar teorias passa a ser o nosso passatempo favorito. E quando se trata de Cidade da Lua Crescente”, as teorias caem como chuva no inverno.

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Danika está viva?

Ruhn trairá Bryce?

Hunt é um Asteri?

São muitas, é verdade. A boa notícia é que Sarah J. Maas deu…o que podemos chamar de spoiler durante o “Live Talks Los Angeles” e esclareceu algumas das teorias criadas por fãs.

A primeira delas, e que eu jamais tinha ouvi falar, confesso, especula que Bryce e Azriel possam ser parceiros, já que ele foi o primeiro a encontrá-la quando ela pousou em Prythian. Para o alívio de muitos, Sarah negou que a teoria esteja correta.

Surpreendendo os leitores que estão acostumados a ver os primeiros casais terminando juntos, Hunt e Bryce são parceiros. Reconfortante, certo? Será mesmo? Hunt e Bryce podem ser parceiros, mas tenho minhas dúvidas se eles vão terminar juntos. Diferente de Rhysand e Feyre, quem sabe se o final dos dois será feliz.

A segunda teoria, como citei anteriormente, é se Danika está realmente morta. E sinto dizer isso para vocês, mas Danika está mesmo morta. Para mim, essa é a jogada mais lógica da série, afinal de contas, se Danika estivesse viva, todo o desenvolvimento e evolução que a Bryce passou por conta da morte da melhor amiga teriam sido em vão.

Ela pode não estar viva, mas eu acredito que Danika ainda vai nos trazer muitas surpresas.

Só resta saber se elas serão boas.

Linha do Tempo no Maasverso: Travessia dos Estrelados

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Aviso: O texto abaixo contém spoilers de “Corte de Chamas Prateadas” e “Casa de Céu e Sopro”.

Existem diversas teorias sobre a linha do tempo de cada uma das séries de Sarah J. Maas, mas neste post iremos falar sobre a linha do tempo entre “Cidade da Lua Crescente” e “ACOTAR”, visto que a linha do tempo entre elas é mais fácil de se determinar baseado nas evidências encontradas nos livros

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Yaz, the Bookish analisou eventos em “Corte de Chamas Prateadas” e “Casa de Céu e Sopro” e elaborou uma linha cronológica entre ambos os universos.

Abaixo estão alguns trechos que demonstram que a travessia dos Estrelados do mundo de “ACOTAR” para o de “Cidade da Lua Crescente” ocorreu há 15,000 anos atrás.

Trechos de “Corte de Chamas Prateadas”:

I

Até mesmo o rosto de Amren se empalideceu diante do que quer que Rhys tivesse lhe mostrado, e então ela sacudiu a cabeça, o que fez o cabelo preto curto balançar.

— Esse é um dialeto de nossa língua que não é falado há 15 mil anos.

— Só consegui entender uma ou outra palavra — falou Rhys.

Feyre arqueou uma sobrancelha.

— Você fala a língua dos feéricos antigos?

Rhys deu de ombros.

— Minha educação foi abrangente. — Ele fez um gesto gracioso e tranquilo com a mão. — Exatamente para situações como esta.

II

— O que é a Caçada Selvagem? — Ela também havia contado a ele sobre o encontro com Lanthys, e a presença dos soldados da Corte Outonal. Cassian tinha convencido Rhys a não os confrontar, pelo menos até poderem lidar com Briallyn. Quando Rhys levantou o escudo em torno da Prisão de novo, eles já haviam sumido.

Rhys respirou fundo, encostando na cadeira.

— Sendo bem sincero, achei que fosse apenas mito. O fato de Lanthys se lembrar… Bom, há sempre a chance de ele estar mentindo, suponho, mas considerando que estava falando a verdade, então ele teria mais de 15 mil anos.

III

Nestha escolhera um nome da Língua Antiga, uma língua que ninguém falava há 15 mil anos. Um nome do qual Lanthys rira ao ouvir.

Trechos de “Casa de Céu e Sopro”:

I

— Aqui é o Inferno? — perguntou Bryce de novo, no antigo idioma dos feéricos.

A fêmea de cabelos pretos observou Bryce da cabeça aos pés: as roupas tão destoantes do próprio traje dela, o sangue e os cortes. Então respondeu na língua antiga:

— Ninguém fala essa língua neste mundo há quinze mil anos.

II

Bryce tremia. O Astrônomo estava certo sobre a vastidão de místicos ali.

— Por que está me contando isso?

— Por que acha que permitimos que você vivesse nessa primavera? Você é a chave para abrir as portas entre os mundos de novo. Vai desfazer as ações de uma princesa ignorante de quinze mil anos atrás.

III

Midgard, dizia o mapa. Conq. 17003.

O que quer que A.E. fosse, se estavam neste planeta há 15 mil anos, então eles existiam no cosmos há muito, muito mais tempo do que isso.

IV

Aidas não tirou os olhos de Bryce ao dizer:

— É a mesma guerra que lutamos há 15 mil anos, apenas renovada. A mesma guerra que você lutou, Hunt Athalar, em uma forma diferente.

Créditos da Imagem em Destaque: magpielee.art

[RESENHA] A Dama Branca – Pamela Guerardt

Uma Jornada Extraordinária Além dos Contos de Fada

Pamela Guerardt nos presenteia com um convite intrigante para explorar um universo completamente novo em A Dama Branca. O livro, que inaugura a trilogia Lado Fantástico e dois spin offs, mergulha os leitores em uma trama repleta de magia, segredos e descobertas.

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A história começa quando Alexia Harper, após treze anos afastada de sua mãe, é subitamente levada a passar as férias na pequena cidade de Mantle, na Inglaterra. O que inicialmente parece uma reunião familiar comum logo se revela como o início de uma jornada extraordinária no chamado Lado Fantástico.

A autora nos convida a esquecer tudo o que sabemos e acreditamos, abrindo portas para um mundo onde damas, cavalheiros, elfos, duendes, fadas, sereias e até ogros coexistem. Entretanto, Pamela Guerardt nos alerta de antemão: este não é um conto de fadas convencional. A autora tece uma narrativa envolvente, repleta de reviravoltas, que nos mantém ansiosos a cada virar de página.

O ponto alto da trama reside na evolução da protagonista, Lexi, como é carinhosamente chamada. Ao desvendar os mistérios que cercam sua mãe e o Lado Fantástico, Lexi descobre não apenas sua própria identidade, mas também seu papel crucial na preservação desse mundo extraordinário. Acompanhamos então o conflito de uma jovem que deseja apenas retornar a sua vida cotidiana e normal, mas ao mesmo tempo, se vê dividida e responsável em permanecer ao lado mágico, a fim de protegê-lo.

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Os conflitos com sua mãe biológica, Agatha, são um dos pontos que mais chamam atenção e muito bem trabalhados. Percebemos que a distância da mãe e seu silêncio por anos afetou Lexi de forma inimaginável, trazendo uma jovem revoltada e amargurada com a situação. A escrita da Pam torna a situação palpável e sentimental, fazendo o leitor ter empatia pela protagonista.

Outro ponto alto e satisfatório é a personagem secundária, Cálica, que é uma grande e maravilhosa surpresa no enredo, e sinceramente, a minha personagem favorita do livro. Que brilha e tem seu destaque, ao lado de Lexi, completando a jornada da protagonista.

Obviamente, temos outros personagens maravilhosos na trama, como a Mira, cujas palavras sábias proporcionam reflexões profundas sobre a vida e seus desafios. Kiam com seu jeito explosivo de ser, não sabendo lidar muito bem com seus sentimentos em relação a Lexi. Claudios que é um amor de pessoa, Dean sempre tranquilo e disposto a ajudar e  Ayra que trouxe algumas surpresas para a história.

Enfim, a riqueza do universo criado por Pamela Guerardt se reflete na diversidade e profundidade dos personagens. Desde damas intrigantes até vilões surpreendentes, cada figura contribui para a complexidade da trama.

O livro não apenas subverte as expectativas de contos de fadas convencionais, mas também oferece uma leitura fluida e envolvente. A autora soube dosar habilmente elementos de fantasia com aspectos emocionais, criando um enredo que cativa tanto os fãs do gênero quanto os leitores mais casuais.

Em resumo, A Dama Branca é uma obra incrível que oferece uma fuga refrescante para um mundo repleto de magia, revelações e personagens inesquecíveis. Pamela Guerardt deixa sua marca no cenário literário com uma história que transcende as barreiras entre a realidade e o fantástico. Recomendo esta leitura a todos que buscam uma aventura única, repleta de emoções e surpresas. Deixando os fãs afoitos para se aprofundar nas próximas páginas dos livros seguintes desta fantástica série do Lado Fantástico.

Você pode comprar o livro A Dama Branca clicando aqui.

Resenha por Ariadene Caillot.

[RESENHA] Estrelas Em Suas Veias – Laura Sebastian

“As princesas sempre acharam que participariam do novo reinado da imperatriz Margaraux, mas agora precisam sobreviver às cruéis manipulações de sua mãe em meio a revoluções e jogos de poder.”

Esta frase, presente na contracapa do livro físico, é a forma perfeita de resumir o que vem pela frente no segundo volume da nova trilogia de Laura Sebastian, Estrelas Em Suas Veias, e se apenas ela não deixou você, leitor, completamente curioso com a continuação de Castelos Em Seus Ossos, vem cá ler mais uma resenha do ACOTAR Brasil Indica e descobrir o que esse livro esconde!

Neste volume, Daphne, Beatriz e Sophronia estão sentindo na pele as consequências das maquinações da mãe, e agora devem se reinventar, utilizando das lições ensinadas pela Imperatriz para sobreviverem. É seguro confiar em alguém nessa altura do campeonato? Quantos segredos mais as princesas devem carregar? É nesse contexto que nos aprofundamos nas histórias das nossas trigêmeas reais.

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Depois daquele final bombástico do primeiro livro, Laura Sebastian continua trabalhando com as tramas políticas em Estrelas Em Suas Veias, de maneira que a narrativa inicia pouco tempo depois do final de Castelos Em Seus Ossos. A grande novidade, logo no começo da leitura, é que somos apresentados a um novo ponto de vista, o que acrescenta uma nova visão de toda a história que acompanha as princesas. Além disso, alguns personagens secundários vão ganhando mais espaço, o que nos ajuda a entender a profundidade das conexões entre eles e as personagens principais.

Muitos planos e segredos ainda estão sendo traçados neste livro, e mais uma vez, nós leitores temos que lidar com os surtos que aparecem em cada reviravolta (que são muitas), seja envolvendo o desenvolvimento pessoal dos personagens, ou nos preparativos de vingança, atos de rebeldia e afins.

Ainda, Estrelas em Suas Veias é o livro perfeito para se entender um pouco mais sobre esse universo que a Laura está criando, principalmente quando relacionado ao poder das estrelas, é pelo ponto de vista da Beatriz que vamos descobrindo o porquê das estrelas serem poderosas, como elas podem ser usadas e, principalmente, qual é o preço dessa magia.

Porém, por ser uma continuação, muito do que está sendo construído ainda não se tem uma resposta certa, deixando aquela pontinha de curiosidade para o que virá no próximo livro. Tendo uma leitura fluída, capítulos curtos e acontecimentos que nos deixam de cabelo em pé, Estrelas em Suas Veias é a recomendação da vez, aqui no ACOTAR Indica!

Mas e vocês, já leram essa continuação? Deixem nos comentários!

Para comprar Estrelas em Suas Veias clique aqui. Para comprar Castelos em Seus Ossos clique aqui.

Resenha por Suéllen Lôbo.

[Resenha] Interion: As Crônicas de Júpiter – Patrícia Criado

Interion: As Crônicas de Júpiter, escrito por Patrícia Criado, é um livro repleto de emoções intensas e reviravolta desde o primeiro capitulo, contudo a história não se sustenta em segurar o leitor apenas pela emoção de quotes impactantes e o choque de acontecimentos trágicos. Interion conta com uma construção de mundo detalhada, complexa e completa que é apresentada ao leitor gradualmente no decorrer da história, prevenindo assim que o leitor se sinta sobrecarregado com uma avalanche de informações impossíveis de reter por terem sido despejadas de uma única vez, e, por conta disso, é capaz de construir uma fantasia diversa, envolvente e capacitada de ambientar uma sociedade que possui tecnologia, inovação, magia, mas, ocasionalmente, se prova extremamente retrógrada com seus pensamentos e ideologias.

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Com tantos livros onde traumas tão severos e inimagináveis são curados com juras de amor, não é revigorante um livro onde uma protagonista batalhou tão fortemente para se recuperar por si mesma? Admito, foi uma escolha narrativa sensível que me fez emocionar. Os diversos momentos onde a autora narrava os dilemas que Kyller enfrentou sozinha, onde ela tinha que escolher por sua própria vida e voltar para uma casa sozinha, apenas com um pet que ela passou a amar, assim como nós. Kiara é uma quimera adorável e letal que todos iremos aprender a amar e a chorar com ela durante o livro.

Como leitora, a relação da Kyller e do Zion me deixou em êxtase. O desenvolvimento deles não foi fácil ou simples. Eles são pessoas complexas, com erros e acertos, passados complexos e personalidades diferentes, além de ideologias fortes que nem sempre são compatíveis. Eles não recuam, mas também não são intransigentes. Entre trancos e barrancos, eles brigam, mas eles também conversam.

Ah! Os secundários! A família escolhida de Kyller, seus amigos e colegas de trabalho, seus companheiros de academia… Esses personagens geram três papeis muito importantes na história: o deles, de serem pessoas com seus próprios plots que serão importantes mais a frente; o de demonstrar a diversidade cultural e étnica do continente; e a de demonstrar as variações de poderes, seus funcionamentos e utilidades praticas conforme o treinamento desses jovens avança.

E a secundaria mais fenomenal dessa história. Kiara. Ela é “o pet” da família. Uma quimera resgatada por Zion que é a companhia constante de Kyller nos cinco anos entre o resgate dela e a volta de Zion para casa, mas também é uma criaturinha com opinião, racionalidade e totalmente letal. Ela não é capaz de falar com Kyller, mas é com Zion e, deuses, eu me diverti infinitamente com ela. Longe de ser apenas um alivio cômico, a grande querida é um exemplo de lealdade, sacrifício e sobre como aprender a amar sua família e como você irá lutar por ela com tudo que você tem.

Não há personagens perfeitos aqui.

Em canto algum. Essa complexidade, esse realismo, faz a trama preciosa em termos de humanidade. Nesse livro, nenhum secundário é esquecido. Suas personalidades, histórias, conflitos…. Tudo é cuidadosamente e primorosamente bem desenvolvido.

Preciso, deixo claro, de um momento apenas para exaltar a construção de universo que a autora faz em Interion. Nós temos, é claro, todo um backstory místico para justificar a grande ameaça que surge, mas meu encanto vem da construção de Interion como continente. Não nego, sou uma entusiasta por construção de mundo e tenho severas criticas a muitas fantasias que esquecem que um continente é algo extremamente plural. Quando se constrói um continente não tem como trabalhar apenas as etnias deles. Cada país será repleto de regionalismo, expressões próprias, idiomas, cultura, religião, tradições, além de dificuldades e benefícios políticos, geográficos, dentre outros.

Uma região possui cada um, um comércio próprio. Um terreno propício para certas pratica. Algo que os diferencia dos outros.

Talvez, alguns achem informação desnecessária. Todavia, isso é um mundo sendo construído. Toda uma sociedade. Mais a frente, essas informações podem, e provavelmente irá, ser de extrema necessidade. Serem jogadas quando o plot dos próximos livros precisarem usar elas seria de dificílima compreensão e poderia parecer uma escrita preguiçosa, o que, eu agradeço a todos os deuses, não foi o caso.

Num geral, Interion: As Crônicas de Júpiter é um livro complexo, apaixonante, bem desenvolvido, engraçado e, acima de tudo, um livro que vale a pena cada minuto investido na leitura. Cada risada. Cada gritinho de surto. Cada lagrima.

E que venha o livro 2!

Se você quiser comprar Interior: As Crônicas de Júpiter clique aqui. Para comprar o livro 2, Amor e Sombras: As Crônicas de Júpiter, clique aqui.

Resenha por Roberta Maciel.

Revelação: Galera Record divulga contos extras de Casa de Chama e Sombra

E saiu a notícia que o mundo não acreditou!!!
Hoje, 9 de dezembro, rolou o evento “Vem Ai 2024” do Grupo Record. Onde foram anunciadas as novidades que podemos esperar para o próximo ano. E entre elas tivemos o motivo da ansiedade do fandom da Sarah. Recebemos, enfim, a notícia de quais capítulos extras estarão disponíveis para o público brasileiro na edição de “Casa de Chama e Sombra”, terceiro livro da série “Cidade da Lua Crescente”. Tchan, tchan, tchan: sem mais delongas…

E então? Excitados? Decepcionados? Lembrando que ainda existem mais três extras que, infelizmente, não puderam ser inseridos pela Galera dessa vez. Ficaram de fora um extra Quinlar, um Danika & Bryce e outro sobre o Randall & Ember (pais da Bryce). Me atrevendo a falar em nome do fandom, mas acho que vocês vão ficar bem felizes. Eu fiquei!

“Casa de Chama e Sombra” terá lançamento simultâneo, e está previsto para chegar às livrarias em 30 de janeiro. Disponível para compra na Amazon, clicando aqui, lembrando que os brindes são limitados, mas o extra virá em todo exemplar de primeira edição.

Para receber o conto com Bryce, Nestha e Azriel se inscrevam na newsletter da Galera Record.

Teoria: A chegada dos Vanirs em Midgard vindos direto de Prythian

Os capítulos finais de Casa de Céu e Sopro foram emocionantes demais para qualquer fã da saga de Cidade da Lua Crescente e de Corte de Espinhos e Rosas. Tivemos várias informações sobre a origem dos primeiros Vanirs em Midgard durante o livro, principalmente no capítulo 72 e 73. Sendo assim, fomos procurar mais referências sobre a chegada dos Estrelados e dos vanirs e acabamos encontrando algumas referências em Corte de Chamas Prateadas, nos capítulos 54 e 55.

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Então trouxemos para vocês um resumo de todas as referências de todos os livros que encontramos sobre a chegada dos Vanirs em Midgard, vindos diretamente de Prythian.

No mundo de Corte de Espinhos e Rosas, houve um tempo onde os humanos e os feéricos foram governados por seres que eram quase Deuses ou monstros chamados, Daglan. Quando Prythian estava sob o seu domínio, foi criada a Caçada Selvagem, uma forma de manter feéricos e humanos na linha. Eles selecionavam os guerreiros mais ferozes e sem misericórdia e garantia a eles livre reinado para matar como eles quisessem.

Nestha e Lanthys em Cortes de Chamas Prateadas.

Eles governaram por milênios e escravizaram não só os humanos, mas também os feéricos. Os Daglan eram cruéis a ponto de beber da magia da terra como vinho. Durante um período desse governo, surgiram alguns feéricos heróis e entre eles estavam Fionn, que recebeu a Gwydion -uma espada- de uma Alta Sacerdotisa, Oleanna, que a forjou no Caldeirão junto de objetos de sua linhagem sanguínea.

Fionn derrubou os Daglan e um período de paz seguiu, dividindo as terras em territórios que precediam as Cortes. Porém, os Daglan, perdendo a batalha, deixaram alguns feérico com a ideia de “conquistar um novo mundo”, e entre esses feéricos estava Pélias, um dos Estrelados, que começou a organizar a ida para esse novo mundo. Foi assim que no final dos anos de paz, começou uma rebelião.

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Fionn unificou os feéricos e se tornou o Grão-rei. Infelizmente, foi traído e morto por sua rainha, que reinou em seu próprio território com o seu melhor amigo, que era seu general (Muito provavelmente Hybern, já que até antes da última guerra havia um governo monárquico). Porém, a rainha e seu comandante, em posse das armas mais poderosas e mais preciosas de sua linhagem sanguínea, abriram um portal e junto com a seu exército de feéricos e outros feéricos que queriam conhecer essa terra nova (espectros, alados, feéricos de todos os tipos) e estavam prontos para dominar um novo mundo, partiram para Midgard, deixando aquele mundo antigo. Após a partida da rainha Theia, sua irmã mais nova, sua filha e o general Pélias, seu grande amigo até então, surgiram os sete Grão-Senhores e as Cortes permanecem o que conhecemos desde então.

Antes da chegada de qualquer ser em Midgard, o mundo era dos humanos. Em algum momento da sua história, os humanos foram escravizados pelos Asteri, antes chamados de Daglan em outro mundo, que após um tempo recebeu naquele mundo várias raças feéricas, e junto com eles, Theia, Pélias e Helena chegaram a Midgard. Algum tempo se passou e os habitantes do Inferno invadiram Midgard com a intenção de livrar os mundos dos Asteri. Assim eles se infiltraram entre os feérico e começaram a contar a verdade sobre a “conquista do novo mundo” e sobre quem eram os Asteri e sua mentira. Por conta disso, os Asteri perderam 1/3 de sua alimentação e a guerra se tornou um fato.

Entre os feéricos que acreditaram nos habitantes do Inferno, estava Theia, que descobriu que foi enganada por Pélias, e junto com seu exército lutou contra os invasores ao lado de Aidas, seu amante e príncipe do Inferno. Theia então foi morta por seu comandante e Aidas enlouqueceu, pedindo ao seu irmão mais forte, Apollion, o sétimo príncipe do inferno, que vingasse sua amada. Antes de Apollion conseguir sua vingança, Pélias se casou forçadamente com Helena, filha de Theia, e teve filhos forçados com ela. A irmã mais nova de Theia tem seu paradeiro desconhecido.

Apollion lutou contra Pélias e o matou. Os Asteri não gostando de terem perdido o seu principal aliado na conquista, lutaram contra Apollion e para sua surpresa, sua sétima estrela, Sirius, foi morta pelo sétimo Príncipe. Mesmo após essa perda, a guerra foi ganha pelos Asteri que conseguiram expulsar os habitantes do Inferno de volta para seu lar. Em Midgard, os Asteri conseguiram matar quase todos os aliados dessa guerra, inclusive e principalmente os humanos, tentando aniquilar toda a história existente antes de sua chegada, como aconteceu na batalha de Parthos. Existe a possibilidade que alguns féericos conseguiram achar seu caminho de volta ao seu mundo junto com Helena e foram julgados pelos Asteri (apenas uma teoria baseada na visão de Nestha quando estava na prisão). Durante esse período, os objetos da linhagem de Theia sumiram, assim como a adaga gêmea de Áster. Nos anos seguintes, os Asteri fizeram seleção de uma nova linhagem de féericos, como os metamorfos, e seguiram por milhares de anos.

O que vocês acham dessa teoria? Será que ela é real? Provavelmente teremos mais informações sobre toda essa história com o lançamento de Cidade da Lua Crescente 3! Você pode comprar o seu livro clicando aqui.

Teoria por Alessandra Rozendo.

Conheça a História da Casa Galathynius

Nem só de Aelin vive a Casa Galathynius, apesar de ela ser a pessoa mais ilustre e a que mais amamos nessa família. Mas como bons fãs que somos, nada mais justo do que explorarmos um pouco mais a fundo essa árvore genealógica, certo? Vamos lá!

 

Sendo uma das famílias mais antigas de Erilea, a história da Casa começou quando Brannon Galathynius, um rei férico, venceu a primeira guerra contra os Valg, na qual ele e sua esposa, Mala, fugiram de Wendlyn com as Chaves de Wyrd. Um tempo depois, eles tiveram filhos, entre eles, a famosa Elena Galathynius, que anos mais tarde se uniu a Gavin Havilliard em matrimônio.

 

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Ok, esse é o momento que muitos se perguntam: e então? Quem veio depois? Infelizmente, os livros não relatam, mas os fãs supõem que Elena teve irmãos, já que alguém ocupou o trono de Terrasen após a morte de Brannon, levando em conta que Elena se mudou para Adarlan após o casamento com Gavin.

O próximo capítulo dessa árvore genealógica que temos notícias vai diretamente para Orlon Galathynius, tio-avô de Aelin, que governou Terrasem por décadas. Como Orlon nunca teve filhos, o trono, por direito, iria para Rhoe e Evalin, pais de Aelin. Infelizmente, devido às ordens do Rei de Adarlan, toda a Casa Galathynius foi assassinada, com exceção de Aelin, que recuperou o trono alguns anos depois.

Apesar da história da família ser bastante escassa, algumas questões deixam pulgas atrás das orelhas dos fãs, como a questão do poder da linhagem. Ao contrário de Brannon, Mala não era imortal. Como resultado, os descendentes de Brannon possuíam pequenas quantidades de sangue férico.

E sim, é verdade que Aelin é diferente dos outros Galathynius, mas existe uma explicação bem lógica para isso: a mãe de Aelin, Evalin Ashryver, era uma semi-férica, e sua bisavó, rainha Mab, também era férica, o que torna possível as mudanças de forma de Aelin.

E aí, existe alguma curiosidade sobre a Casa Galathynius que você ainda não sabe?

Foto de capa: Evilienne