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5 momentos icônicos que queremos ver adaptados na série de ACOTAR

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Acotar série

Em 2021, Sarah J. Maas surpreendeu os fãs de Corte de Espinhos e Rosas ao anunciar o lançamento de uma adaptação para série pela plataforma Hulu. A notícia foi motivo de comemoração pelos fãs, já que muitos aguardam uma adaptação para TV baseada em algum dos universos criados pela autora desde 2016, após a confirmação de ”Queen of Shadows”, série de Trono de Vidro que não chegou a ser adaptada.

Todos seguem esperançosos por mais detalhes do grande projeto, principalmente para conferir a trama feérica e seus personagens ganhando vida. E claro que não poderíamos deixar de relembrar algumas das passagens inesquecíveis do primeiro livro.

Portanto, confira a nossa lista de momentos que não podem faltar na adaptação mais esperada do momento!

O Encontro com o Suriel

O Suriel é um dos personagens mais encantadores do universo ACOTAR, principalmente por suas revelações ligadas a acontecimentos importantes da série. O momento em que Feyre consegue capturar a criatura é inesquecível, desde a preparação para a armadilha até a bronca de Lucien. Certamente todos os leitores estão ansiosos para conferir essa cena adaptada!

Suriel Acotar
O Suriel de Corte de Espinhos e Rosas. — Reprodução: Anna Shoemaker

O Calanmai

O Calanmai, ou ”Noite do Fogo”, é uma cerimônia tradicional que marca o inicio da Primavera em Prythian. Durante a celebração, os feéricos se reúnem em torno das fogueiras e dançam ao som dos tambores enquanto esperam pelo Grande Rito. O Grão-senhor responsável por receber a tarefa de armazenar a magia do Calanmai, precisa escolher uma donzela para canalizar a energia que abençoará as próximas colheitas.

A celebração é uma das passagens favoritas de muitos leitores, principalmente por abordar mais da cultura e tradição feérica. O capítulo também retrata um dos primeiros encontros de Feyre e Rhysand, quando o Grão-senhor da Corte Noturna salva a caçadora das garras de três feéricos mal intencionados.

Calanmai Acotar
O encontro de Feyre e Rhysand no Calanmai. — Reprodução: Elluna Art

O Lago

Após a chegada e adaptação de Feyre na Corte Primaveril, Tamlin decide levá-la para conhecer um lugar de suas memórias de infância. O Lago próximo da ravina seria apenas um lago comum, mas um detalhe torna tudo ainda mais especial. A água prateada é feita do brilho das estrelas e surpreende Feyre com toda a sua beleza.

O lago encantado da Corte Primaveril. — Reprodução: Instagram/@starsthatdream

O Verme de Middengard

De fato, toda a passagem de Feyre por Sob a Montanha é digna de uma adaptação. Os eventos refletem toda a luta que a personagem decide enfrentar para salvar Tamlin da temida Amarantha. No entanto, um dos eventos mais aterrorizantes é o duelo contra o verme de Middengard, a criatura enorme que Feyre deveria enfrentar na primeira tarefa.

No capítulo, não temos apenas uma luta de tirar o fôlego, mas uma visão completamente estrategista de Feyre, que rapidamente aprende os movimentos da criatura e sai vitoriosa.

Verme de Middengard Acotar
Representação do Verme de Middengard do livro para colorir ”Court of Thorns and Roses”.

A música em Sob a Montanha

Após enfrentar tantas provas em Sob a Montanha, Feyre está sem expectativas e aguardando a próxima tarefa de Amarantha, quando uma melodia desconhecida invade a sua cela. O momento é o suficiente para emocionar  a caçadora, que se vê completamente envolvida pela música. Mais tarde descobrimos que Rhysand foi o responsável por enviar a música até sua cela, como uma forma de oferecer uma centelha de esperança e motivação para que vencesse.

Feyre
Feyre em Sob a Montanha. — Reprodução: Instagram/@brielyasmin

De fato, o universo Acotar é repleto de cenas mágicas e inesquecíveis que aguardamos para ver na série. No momento, ainda não foram divulgados detalhes sobre a produção, elenco ou data de lançamento. Não esqueça de nos contar qual é a sua cena favorita de Corte de Espinhos e Rosas e conferir todas as teorias e novidades sobre os livros aqui no ACOTAR Brasil.

Teoria: Qual é a verdadeira ligação entre Cidade da Lua Crescente, TOG e ACOTAR?

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O texto a seguir contem spoilers das 3 sagas escritas por Sarah J. Maas, incluindo fatos recentes que aconteceram em Crescent City 2.

Se você leu Cidade da Lua Crescente: Casa de Céu e Sopro, com certeza deve ter virado a última página do livro com uma tremenda pulga atrás da orelha. Afinal de contas, ninguém esperava que Bryce acabasse indo parar diretamente em Prythian.

Mas antes de falarmos sobre isso, vamos voltar um pouco a fita e analisar alguns acontecimentos.

Em Reino de Cinzas, Aelin passa por uma jornada entre mundos, caindo através de Velaris, na qual tivemos um pequeno vislumbre de Feyre (bastante grávida) e Rhysand. No entanto, a cena não afeta — diretamente — o andamento da trama em TOG.

Ok, você pode ter feito uma careta de insatisfação neste exato segundo. Mas calma! As possíveis ligações não acabam por aqui.

Já não é mais novidade que o verdadeiro pai de Lucien Vanserra é Helion, Grão-Senhor da Corte Diurna. Naturalmente, é seguro supor que ele pode ter herdado alguns poderes especiais do pai, como starborn. Em CC2, vemos Bryce brilhando em boa parte da trama, e sabemos que Feyre também já brilhou com Rhysand. Coincidência ou não, o poder de Feyre é descrito como “herança da Corte Diurna”. Um tanto curioso, você não acha?

Dito isso, vamos analisar outro ponto interessante. Em Cidade da Lua Crescente descobrimos que a batalha de Hel contra os Asteri pode ter aberto brechas para outros elementos vagarem entre os mundos. Os famosos Cães de Wyrd que tanto deram dor de cabeça em TOG, possuem características parecidas com a dos Kristallos. O Suriel e os Ceifadores também são bastante semelháveis, incluindo no que diz respeito a aparência física.

E claro, não podemos esquecer que os demônios que perseguem Hunt e Bryce em CC são bem parecidos com os Valg. Vamos para o próximo ponto!

“Há muito tempo, quando não havia nenhum rei mortal no trono de Wendlyn, as fadas ainda andavam entre nós. Alguns eram bons e justos, alguns eram propensos a pequenas travessuras, e alguns eram mais sujos e mais escuros do que a noite mais escura. Mas todos eles eram governados por Maeve e suas duas irmãs, a quem chamavam de Mora e Mab. A astuta Mora, que tinha a forma de um grande falcão, Fair Mab, que tinha a forma de um cisne. E a escura Maeve, cuja selvageria não podia ser contida por nenhuma forma.” Trono de Vidro: Herdeira do fogo.

Para viver naquele mundo, Maeve precisou assumir um novo corpo, assim como Erawan. O poder do nosso rei Valg é descrito várias vezes como “grande capacidade para controlar a mente e fazer com que até mesmo poderosos guerreiros cumpram suas ordens ou percam a sanidade.” Apesar dos esforços de Erawan, ele não conseguiu o desejado reencontro com os irmãos, que não chegaram a aparecer diretamente ao longo de Trono de Vidro. E se eles já estavam em outro mundo? Um rei Valg assumindo o corpo de Rigelus, por exemplo, controlaria bem a mente de outros Asteri, não? Além disso, é impossível ignorar o fato de que Hybern pode ter… escapado de Hel sem que ninguém percebesse.

E quando voltamos nossos olhos para o nosso querido Hunt, boa parte dos fãs de Cidade da Lua Crescente acreditam que ele seja FAE — assim como Rowan, Gavriel e Fenrys — e que os serafins na verdade são guerreiros feéricos alados.

Então, eu me pergunto: no final de tudo, teremos uma batalha onde Prythian, Erilea e Midgard se unem por um bem maior?

O guia completo para o mundo de Cidade de Lua Crescente! Parte 2

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No primeiro post do Guia completo para o mundo de Cidade de Lua Crescente, explicamos um pouco da organização de Midgard e Lunathion. Hoje vamos falar sobre os portais de Lunathion, os grupos que compõem essa cidade e a rebelião humana.

A Cidade de Lua Crescente foi construída em torno das ruínas do templo de Luna, e mesmo tendo passado por um grande processo de modernização, a antiga Lunathion ainda abriga alguns prédios e monumentos dos séculos passados, alguns desses monumentos são os famosos Sete Portões que cortam a cidade. Esses antigos portais espalhados pela cidade facilitavam a comunicação entre os distritos, sendo eles: 

  • O Portão do Coração (Rubi) – Próximo á Praça da Cidade Velha
  • O Portão da Morte (Onyx) – Próximo ao Quarteirão dos Ossos
  • O Portão Mortal (Ametista) – Próximo ao Prados de Asphodel
  • O Portão do Anjo (Opala) – Próximo ao Distrito Comercial Central
  • O Portão da Rosa (Esmeralda) – Próximo ao Cinco Rosas
  • O Portão do Mercador (Olho de tigre) – Próximo ao Mercado da Carne
  • O Portão do Rio (Safira) – Próximo ao bosque da Lua

Quarteirão dos Ossos: Controlado pelo Sub-Rei, é o local onde os mortos descansam em Lunathion. Quando alguém morre, seu corpo é colocado em um veleiro e empurrado para dentro do Rio Istros, se o veleiro tombar significa que o morto é considerado indigno de descansar no Quarteirão dos Ossos, se o veleiro seguir para além do Istros, a pessoa é considerada digna pelo Sub-Rei de descansar no Quarteirão. 

O Mercado da Carne: Área de contrabandos e ilegalidades de Lunathion, é controlado pela Rainha Víbora. Uso de drogas, vendas de produtos ilícitos, e violência são comuns nessa área.

Distrito Comercial Central: Centro de negócios da Cidade, lar de prédios comerciais elitizados e do Comitium. Comutium é o prédio do governador de Lunathion e abriga sua guarda pessoal de Triários. É controlado pelo governador.

Bosque da Lua: Lar dos lobos metamorfos, governado oficialmente pelo Primo, mas devido a velhice, sua filha, Sabine se tornou responsável assumindo como Prima Presumível dos Lobos Valbaranos. Formada de inúmeras matilhas de lobos do Aux, incluindo a Matilha dos Demônios. 

Cinco Rosas: Território lar dos feéricos de Lunathion, controlado pelo Rei Outonal. Sua força militar Aux é comandada pelo filho do Rei Outonal, Ruhn Danaan.

Praça da Cidade Velha: Local onde se encontra o templo de Luna e o Parque do Oráculo. É a parte mais antiga de Lunathion, sendo um território neutro e vigiado pelas tropas Aux dos outros distritos. É controlado pelo Oráculo. 

Prados de Asphodel: Lar dos humanos de Cidade de Lua Crescente, não é controlado por ninguém, pois não possui um assento a mesa do conselho. Área mais pobre de Lunathion, não possui tropas Aux.

Importante: Rio Istros não faz parte de nenhum distrito da cidade, mas é controlado pela Rainha do Rio, uma sereia pertencente a Casa de Muitas Águas. Tharion Ketos é o comandante de sua tropa Aux. 

Agora que entendemos melhor como funciona o sistema de distritos em Lunathion, vamos entender como começou o conflito entre humanos e Vanir:

A Travessia: 15 mil anos antes dos eventos do livro – Midgard era originalmente um mundo humano, até que um portal intitulado de “Fenda do Norte” foi aberto e permitiu a passagem de todo o tipo de ser mágico e criatura. Esses seres e criaturas passaram a ser chamados de Vanir e incluem metamorfos, feéricos, anjos, vampiros, bruxas, etc. A abertura desse portal e a entrada desses seres ficou conhecida como “A Travessia” pelos historiadores de Midgard. A contagem do tempo passou a ser dividida entre antes e depois, E.H. e E.V. “Era Humana” e “Era Vanir”.

Uma guerra se iniciou entre os chamados Vanir e os humanos, essa guerra foi vencida pelos Vanir, que instauraram um senado “eleito” para governar Midgard, assim foram criadas as quatro casas de Midgard: Casa de Terra e Sangue, Casa de Céu e Sopro, Casa de Muitas Águas e Casa de Chama e Sombra. Midgard, apesar de possuir seu Senado, é governada pelos 6 Asteri – Eram sete, mas Sirius, A Estrela Lobo, foi morta por um dos príncipes do inferno, o Comedor de Estrelas ou Príncipe do Fosso.

Os Asteri são conhecidos como seres “Abençoados pelo poder das estrelas”. Abaixo dos Asteri, encontram-se os mais poderosos anjos escolhidos para governar todos os territórios de Midgard, como Micah Domitus e Sandriel. Todas as quatro casas de Midgard respondem aos governadores e aos Asteri.

No próximo post do nosso Guia, vamos abordar a organização das quatro casas, A Descida, o conflito de Pangera e fazer uma análise final de todos os personagens trabalhados até agora em Casa de Terra e Sangue.

Agradecimentos: yaz.the.bookish e moussescientist

Sarah J. Maas dá mais detalhes de Cidade da Lua Crescente 3 em entrevista

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Sarah J. Maas deu uma entrevista falando mais sobre o final de Cidade da Lua Crescente 2 e como esses acontecimentos serão explorados no terceiro livro da saga. Então assista a entrevista completa, com legendas feitas pela equipe do ACOTAR Brasil, por sua própria conta e risco!

Já adianto que poderemos ter muitas interações entre Bryce e os membros da Círculo Íntimo, mais ligações entre os mundos e muitas revelações! Assista abaixo:

Ressaltamos que, como a própria Sarah disse na entrevista, Cidade da Lua Crescente 3 por enquanto está nos primeiros rascunhos e deve ser lançado aproximadamente 18 meses após o lançamento de Casa de Céu e Sopro. Mas, novamente como ela disse, tudo isso pode ser alterado. Então fiquem sempre de olho nas redes sociais do ACOTAR Brasil para ter as informações corretas.

O guia completo para o mundo de Cidade de Lua Crescente

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Em Cidade de Lua Crescente, Sarah cria um novo universo de fantasia contemporânea que pode ser intimidante até para os leitores mais ávidos desse gênero. Tendo isso em mente, o ACOTAR Brasil resolveu fazer um guia prático com tudo que você precisa saber e entender ao terminar a leitura de Casa de Terra e Sangue.

Então: Atenção! Esse post vai conter muitos spoilers de Cidade de Lua Crescente: Casa de Terra e Sangue! Se você ainda não começou ou não terminou a leitura do primeiro volume da série, indicamos que não leia essa matéria. 

Vamos começar nos localizando: 

HOEAB (Casa de Terra e Sangue) se passa em Midgard, um planeta que abriga dois continentes fundamentais para a história: Pangera e Valbara. Pangera é lar da Cidade Eterna, local de onde os Asteri governam Midgard. Em Valbara, ficam localizados Avallen, Nidaros e claro, Lunathion. 

 

(Imagem ilustrativa, ainda não temos um mapa de mundo de Midgard)

Avallen: Uma ilha comandada pelo Rei Estrelado. A magia de Avallen é relacionada a convocação de Sombras. É o local de origem da mãe de Runh Danaan. 

Nidaros: Uma cidade montanhosa em que Bryce cresceu.

Lunathion: Uma antiga cidade que surgiu em volta do templo da deusa Luna, que com o tempo se modernizou e ganhou o nome de Crescent City (em tradução livre: Cidade Crescente). O templo e as partes antigas da cidade ainda existem, sendo alguns deles os sete portões que se localizam nos arredores das principais áreas de Lunathion, que são usados hoje, meramente, para comunicações. A cidade era governada por Micah Domitus, um arcanjo da espécie dos Malakim que felizmente foi aspirado por Bryce Quinlan. 

Micah Domitus respondia aos Asteri assim como todos os outros governadores, abaixo dele ficam os reis, rainhas e líderes dos diferentes grupos e matilhas da cidade. A maioria das cidades de Valbara possui uma força militar policial, chamada de Auxiliar ou Aux. Micah, o Arcanjo de Valbara, possuía sua própria força militar e guarda em Lunathion, similarmente a uma milícia, chamados de Triários ou 33a Legião Imperial. Essa legião era composta por: 

  1. Isaiah Tiberian (Comandante, Anjo Caído, Casa de Céu e Sopro)
  2. Naomi Boreas (Capitã, Malakim, Casa de Céu e Sopro)
  3. Hunt Athalar (Umbra Mortis, Anjo Caído, Assassino pessoal)
  4. Justinian Gelos (Anjo Caído, Casa de Céu e Sopro)
  5. Viktoria Vargos (Espectro Caído, Casa de Chama e Sombra)

A maior parte da guarda pessoal de Micah Domitus é composta de rebeldes que se tornaram escravos após o fracasso da Rebelião de Shahar. Essa rebelião teve seu início 200 anos antes do momento atual do livro, onde Shahar, a Estrela da Manhã, se rebelou contra sua ordem de Arcanjos, sua irmã gêmea Sandriel e os Asteri, pois acreditava em mundo livre de hierarquias rígidas. Shahar foi morta na batalha do Monte Hermon por Sandriel e sua rebelião fracassou. A maior parte de sua Legião e soldados foram mortos, mas os que sobreviveram tornaram-se escravos após o conflito e foram marcados e tatuados com a sigla “SPQM” que significa  “Senatus Populesque Midgard” ou “Senado e Povo de Midgard”. Além disso, os rebeldes escravizados possuem um Halo de espinhos na testa, que limitam seus poderes. Esses escravos pertecem ao Senado e aos Asteri e são chamados de “Caídos”.

Na próxima parte desse guia iremos falar mais sobre os portões de Lunathion, a rebelião humana e as ordens que controlam a cidade. 

Fonte: yaz.the.bookish e moussescientist

Teoria: Midgard seria a Terra? Onde fica Lunathion no mundo real?

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Se você está acompanhando a mais nova saga de fantasia adulta de Sarah J. Maas, Cidade de Lua Crescente, você já deve ter percebido algumas similaridades entre o mundo de Midgard e o planeta Terra. Tecnologia, internet, redes sociais, seres humanos, shows de tv adulto, apartamentos para alugar… As semelhanças são muitas, mas o que nos leva a acreditar nisso? 

Em Cidade de Lua Crescente, Midgard, antes da Travessia, era um planeta habitado apenas por seres humanos e animais, não existiam seres mágicos nesse planeta antes da Fenda do Norte ser aberta.

“Com frequência, Bryce se perguntava como tinha sido a vida antes de o planeta ser invadido por criaturas de tantos mundos diferentes, todos mais avançados e civilizados que aquele, quando existiam apenas humanos e animais comuns. Até seu calendário remontava à Travessia, a contagem do tempo dividida entre antes e depois, E.H. e E.V. Era Humana e Era Vanir.” Cidade de Lua Crescente – Casa de Terra e Sangue, capítulo 4

Somando-se a isso, temos também o significado de Midgard, que de acordo com a mitologia nórdica, representa o reino dos humanos, correspondendo assim à Terra. O planeta também é retratado na mitologia nórdica como o mundo intermediário entre Asgard e Nilfheim, que representam Paraíso e Inferno, respectivamente. Sabemos que no universo de Cidade de Lua Crescente temos o Inferno e Midgard como os planetas revelados até agora, quem será o Paraíso? É importante lembrar que em Casa de Terra e Sangue, a existência de sete planetas é mencionada diversas vezes.

“Sete… o número sagrado. Ou profano, dependendo de a quem se adorava. Os sete Asteri, as sete colinas da Cidade Eterna, os sete distritos e sete portões da Cidade da Lua Crescente; os sete planetas e os sete círculos do Inferno, com seus sete príncipes[…]” Cidade de Lua Crescente – Casa de Terra e Sangue, capítulo 18

No entanto, o que nos leva a acreditar que Lunathion “existe” no mundo real? “Crescent City” é um dos apelidos da famosa cidade de New Orleans, localizada em Louisiana, nos Estados Unidos, onde sua parte central também é cortada por um rio, nesse caso, o Rio Mississipi. 

Além disso, o centro da cidade de New Orleans também é chamado de Distrito Comercial Central, o que sabemos que é uma das áreas de Lunathion. As coincidências não param por ai, Lunathion apesar de ser uma cidade antiga, é moderna e possui uma incansável vida noturna, assim como New Orleans. A cidade de Louisiana possui alguns bairros com nomes curiosos, como por exemplo o “French Quarter” ou Quarteirão Francês, um local de vida noturna agitada, além é claro do “Garden District”, local de mansões históricas e lojas de antiguidade. 

(Via Webite: Maral Varolian || Reprodução: Bloomsbury Publishing)

E ai, o que você acha dessa teoria?

Personagens de ACOTAR em obras de arte (Parte 4)!

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Atenção: Esse post pode conter spoilers de Corte de Névoa e Fúria!

Hoje, vamos analisar mais uma obra de arte e comparar suas similaridades com os personagens criados por Sarah J. Maas, em Corte de Espinhos de Rosas. A pintura que iremos estudar hoje, é o Anjo Caído (1847), de Alexandre Cabanel.

Nascido em 28 de setembro de 1823, Cabanel foi representante do Neoclassicismo Acadêmico, com apenas 17 anos entrou para a Escola Nacional de Belas Artes da França, onde mais tarde viria a se tornar professor. O autor, que sempre demonstrou interesse por temas religiosos e mitológicos, também possui como obras famosas sua versão do quadro “Ofélia” e “O Nascimento de Vênus”.

(“Orestes” de Alexandre Cabanel – Reprodução: WahooArt)

Uma de suas pinturas mais emblemáticas, Anjo Caído, possui uma curiosa história, em que Cabanel, em 1846, decide apresentar ao Salão de Paris – local para exibir obras de artes dos membros da Academia de Pintura e Escultura – sua mais recente obra, “Orestes”, que foi duramente criticada pelos juízes, dizendo se tratar de “uma composição gigante e incapaz”. O autor, em resposta, apresentou em 1847 ao Salão sua versão do anjo Lúcifer (a primeira submetida por um estudante na época) em Anjo Caído, que hoje ainda é um de seus trabalhos mais famosos.

(“Anjo Caído” de Alexandre Cabanel – Reprodução: Santhatela)

A pintura retrata o anjo caído Lúcifer após ser expulso do Paraíso, e seu grande impacto para a época foi o fato de Lúcifer ser retratado não de forma monstruosa ou obscura, mas sim de forma bela e jovem, com o corpo perfeito, nu, os cabelos encaracolados castanho-avermelhados belos e com músculos flexionados de forma a transmitir uma aparência de extremo poder e força. Mas o grande detalhe dessa obra de Cabanel, foi a forma como o autor retratou a emoção no olhar choroso do anjo, repleta de raiva, ódio e até remorso.

Na religião cristã, Samael ou Lúcifer, Portador da Luz e Estrela da Manhã, era considerado o mais belo dos anjos e foi expulso do Paraíso por incitar uma rebelião contra o Criador. Em Anjo Caído, pode-se associar a expressão no olhar de Lúcifer com a famosa frase “É melhor reinar no inferno do que servir no Paraíso” do poeta inglês John Milton, uma das grandes inspirações de Alexandre Cabanel para a produção dessa obra.

Em Corte de Espinhos e Rosas, fica clara a semelhança dessa obra com as características do personagem de Rhysand, que foi descrito no primeiro livro da série como sendo um dos machos mais bonitos que Feyre já tinha visto. Além disso, durante Corte de Espinhos e Rosas é possível notar a fama sombria e obscura com que a Corte Noturna e seu Grão-Senhor são retratados, sendo possível até mesmo uma comparação da Corte dos Pesadelos ao inferno.

“- A Corte Noturna faz o que quer – disse Tamlin. – Eles têm os próprios códigos, e a própria índole corrupta.” (Corte de Espinhos e Rosas, pág. 227)

O olhar de ira retratado na pintura pode ser facilmente associado ao assassinato da família de Rhysand pelas mãos do pai de Tamlin, algo que gerou em Rhys um sentimento de raiva e ódio que o fez se dirigir a Corte Primaveril para buscar vingança.

“- O pai de Tamlin, os irmãos e o próprio Tamlin partiram para a floresta illyriana, tendo sabido por Tamlin, por mim, onde minha mãe e irmã estariam, que eu tinha planos de vê-las. Eu deveria estar lá; mas não estava. E eles assassinaram minha mãe e minha irmã mesmo assim.

Eles colocaram suas cabeças em caixas e mandaram pelo rio, até o acampamento mais próximo. O pai de Tamlin ficou com as asas como troféus. Fico surpreso por você não as ter visto pregadas no escritório.

(…) quando contei Sob a Montanha que meu pai matou o pai e os irmãos de Tamlin. Eu fui com ele. Ajudei. Nós atravessamos para o limite da Corte Primaveril naquela noite e, depois, seguimos o restante do caminho a pé, até a mansão. Matei os irmãos de Tamlin quando os vi. Controlei suas mentes e os deixei indefesos enquanto os cortava em pedaços, e, em seguida, derreti seus cérebros dentro dos crânios. E, quando cheguei ao quarto do Grão-Senhor, ele estava morto. E meu pai… meu pai tinha matado a mãe de Tamlin também.” (Corte de Névoa e Fúria, pág. 472 e 473)

Por fim, as semelhanças entre Lúcifer e Rhysand também são notadas em seus traços de personalidade, pois Samael era considerado o mais sábio e um dos mais poderosos anjos, fato que contribuiu para sua queda. Já em ACOTAR, Rhysand é considerado o Grão-Senhor mais poderoso de Prythian.

Fonte: Arthistoryproject

Exclusiva! Entrevista com Elizabeth Evans, narradora dos audiobooks de TOG e CC

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Elizabeth Evans, a narradora dos audiobooks de Trono de Vidro e Cidade da Lua Crescente, concedeu uma entrevista exclusiva para o ACOTAR Brasil!

No bate-papo, a dubladora contou mais sobre seu trabalho narrando os livros que tanto amamos, como é encontrar a voz de cada personagem, sua relação com Sarah J. Maas e muito mais!

Confira a entrevista na íntegra no vídeo abaixo!