Theia

THEIA

Informações Gerais

Nome: Theia

Status: Morto

Tipo de ser: Grão-feérico Estrelado

Poder (es): Conjuração de Luz Estelar, Fogo Estelar e Sombras.

Parentescos:

Silene †;

Títulos e Atuações:

  • Rainha de Prythian;
  • Andarilha do Mundo.

Características Físicas

Relatos antigos afirmam que Theia possuía cabelos dourados.

História Pregressa

Theia viveu em Prythian sob o domínio dos Daglan, também conhecidos como Asteri, servindo diretamente a Vesperus por aproximadamente um século. Durante esse período, foi submetida aos caprichos e crueldades de seus senhores, mas utilizou a servidão para estudar seus métodos de conquista, estratégias militares e artefatos mágicos.

Enquanto servia aos Daglan, manteve um relacionamento secreto com Fionn, um feérico poderoso. Ciente de que seriam separados caso o vínculo fosse descoberto, ocultou a relação e passou a planejar uma insurreição. Utilizando as próprias armas dos Daglan, os Tesouros Nefastos, liderou ao lado de Fionn uma rebelião bem-sucedida. Após a vitória, Fionn foi coroado Grão-Rei, e Theia tornou-se Rainha de Prythian.

Com o passar do tempo, surgiram divergências sobre a sucessão. Fionn defendia que o trono deveria ser transmitido à filha mais velha, Helena, conforme a tradição. Theia, ainda no auge de seu poder, opôs-se a essa decisão, posição que também encontrou apoio em parte da corte, incluindo o general Pelias.

As tensões políticas culminaram na morte de Fionn durante uma caçada. Theia retornou dessa expedição apenas com Pelias e as lâminas gêmeas de Fionn, Áster e a Reveladora da Verdade. As armas haviam sido Feitas no Caldeirão com a participação de Theia, o que as tornava sensíveis ao seu sangue e à sua magia. A morte de Fionn consolidou definitivamente o poder de Theia.

Mesmo após assumir plenamente o trono, Theia considerava insuficiente governar apenas Prythian. Recordando-se das menções dos Daglan a outros mundos conquistados, utilizou o Chifre e a Harpa e, com orientação de Pelias, escolheu um mundo que os Daglan haviam cobiçado, mas nunca conquistado: Midgard. Ao abrir o portal, durante o evento da Travessia, foi recebida por Rigelus.

Theia reuniu feéricos dispostos a colonizar o novo mundo e iniciou a conquista do território, intitulado de Primeiras Guerras. Subjugou cidades humanas, como Parthos, e escravizou parte da população. No entanto, ao identificar inconsistências nas promessas feitas por Rigelus e seus aliados, passou a suspeitar de uma armadilha.

Diante dessas suspeitas, consultou mapas estelares antigos e identificou um mundo que havia derrotado os Daglan: o Inferno. Ao abrir um portal para esse reino, onde é conhecido como Fenda do Norte, entrou em contato com Aidas, seu príncipe, confirmando que buscava ajuda contra os Asteri. Theia passou vários dias planejando em segredo com Aidas e, nesse período, descobriu que ambos eram parceiros, ligados por um laço de alma que transcendia mundos. O vínculo evoluiu para uma relação amorosa. Mesmo em meio à guerra, Theia demonstrava uma paz inédita ao lado de Aidas. Ela acreditava que o portal entre eles havia se aberto porque estavam destinados um ao outro. Theia prometeu que, quando a guerra acabasse, iria para o Inferno com Aidas — não para governar, mas para viver — e passaria o restante de sua existência tentando reparar os erros cometidos.

Em preparação para o confronto, Theia reuniu cerca de dez mil feéricos leais. Ainda assim, compreendeu que o fim era iminente. Antes da batalha final, entregou o Chifre a Helena, a Harpa e Reveladora da Verdade a Silene, e manteve consigo a Áster.

Theia foi morta em combate por Pelias. Após sua morte, seu nome quase foi apagado da história. Antes de morrer, utilizou a Harpa para dividir sua magia em três partes: um terço foi concedido a Helena, um terço a Silene, e o restante permaneceu com ela, sendo posteriormente colocado na Áster.