Informações Gerais
Nome: Ruhn Danaan
Idade: 75 anos
Status: Vivo
Tipo de ser: Feérico
Casa: Céu e Sopro
Classe: Civitas
Poder (es):
Telepatia;
Conjuração de Sombras e Luz estelar;
Magia de Cura.
Parentescos:
- Mãe: Lorin;
- Pai: Einar Danaan †;
- Meia-irmã: Bryce Quinlan;
- Primos:
- Cormac Donnall †;
- Seamus Donnall †;
- Duncan Donnall †;
- Ex-noiva: Hypaxia Enador;
- Parceira/Esposa: Lidia Cervos;
- Enteados:
- Brannon;
- Acteon;
- Cunhado: Hunt Athalar.
Títulos e Atuações:
Príncipe Herdeiro dos Feéricos de Valbara;
- Feérico Estrelado;
Senhor de Áster;
- O Escolhido;
- Chefe da divisão feérica da Auxilia de Lunathion;
- Agente rebelde da Ophion, codinome Night — Noite no 3° livro;
- Co-comandante da Auxilia de Lunathion.
Características Físicas
Possui cabelos longos e negros, que alcançam a cintura, com uma das laterais raspada. Seus olhos são azul-violeta e seu corpo é amplamente coberto por tatuagens, que se estendem pelos braços e torso, ocultando cicatrizes de queimaduras adquiridas durante a infância. Usa diversos piercings: argolas prateadas no lábio inferior, nos mamilos, nas orelhas e nas sobrancelhas. Seu estilo reflete uma estética rebelde, frequentemente associada ao visual punk.
História Pregressa
Após séculos de reinado, o Rei dos Feéricos Valbaranos, Einar Danaan, decidiu gerar um herdeiro legítimo para assegurar a continuidade de sua linhagem. Para isso, escolheu Lorin, integrante de uma casa nobre e influente que havia desertado da corte de Avallen.
Desde cedo, Ruhn Danaan demonstrou possuir uma magia que se alinhava mais à linhagem avallena do que à de seu pai. Além disso, manifestou o poder de um Feérico Estrelado, algo que despertou profundo desprezo em Einar.
A relação entre pai e filho foi marcada por abuso constante. Einar considerava Ruhn um fracasso e o submetia a punições severas. Na infância, utilizava magia de fogo para queimá-lo deliberadamente. Também o mantinha sob contenção com algemas de pedras gorsianas, impedindo-o de reagir ou de seu corpo se curar. Apesar das condições extremas, desenvolveu mecanismos próprios de sobrevivência e resistência. As cicatrizes dessas agressões jamais desapareceram completamente; para ocultá-las, cobriu o próprio corpo com tatuagens.
Consolidou um vínculo extremamente forte com Tristan Flynn e Declan Emmet. Os três formaram uma amizade sólida, mantendo-se unidos por décadas. Parte dessa conexão surgiu do desprezo compartilhado pelas estruturas rígidas da nobreza feérica.
Aos treze anos, Ruhn visitou o Oráculo. Recebeu a profecia de que a linhagem real terminaria com ele. Nunca revelou essa informação a ninguém e, ao retornar, mentiu para Einar, afirmando que seria um grande rei.
Aos vinte e sete anos, foi enviado por Einar a Avallen para avaliar possíveis pretendentes para casamento. O objetivo era uni-lo a uma fêmea feérica de linhagem poderosa. Seu primo Cormac Donnall também demonstrava interesse na mesma candidata, mas nenhum dos dois concretizou a união.
Pouco depois, Morven Donnall, Rei dos Feéricos de Avallen, ordenou que Ruhn retornasse à ilha para recuperar a espada Áster. A decisão foi influenciada tanto pela linhagem materna de Ruhn quanto pelas provocações de Declan, que afirmava que ele seria capaz de reivindicar a lâmina ao invés de Cormac.
No que se tornaria seus Ordálios, Ruhn, Tristan e Declan foram enviados à Caverna dos Príncipes, onde enfrentaram diversos desafios ao lado — e contra — Cormac, Seamus e Duncan Donnall. O grupo lidou com espíritos malignos e entidades antigas extremamente perigosas. Em certo ponto, Ruhn e seus amigos ficaram presos em catacumbas profundas. Desarmado e sem alternativas, encontrou a espada Áster em um sarcófago no centro da câmara. Diante da escolha entre morrer ou tentar empunhá-la, decidiu arriscar e conseguiu reivindicá-la, revelando-se o Escolhido. A experiência fortaleceu ainda mais o vínculo entre ele, Tristan e Declan.
No retorno, Morven reagiu com desagrado ao ver Ruhn desafiar sua autoridade ao portar Áster. Einar presenteou Ruhn com uma vila em Cinco Rosas após a conquista da espada, mas ele nunca chegou a utilizá-la, preferindo viver com seus amigos.
Por volta dos sessenta anos, assumiu o cargo de chefe da divisão feérica da Auxilia, posição que lhe foi imposta pelo pai.
Ruhn mantinha uma relação próxima com Bryce Quinlan, sua meia-irmã. No entanto, após uma discussão violenta, ele a chamou de “vadia mestiça”, referindo-se ao fato de ela ser uma semifeérica. A partir disso, Bryce cortou contato com ele, comunicando-se apenas quando necessário. Publicamente, passaram a se tratar como primos, ocultando o parentesco verdadeiro por exigência de Einar.
Anos depois, Ruhn recebeu a missão de encontrar o Chifre, um artefato sagrado para os feéricos. Einar acreditava que ele poderia localizá-lo devido à sua conexão como Estrelado, ligada ao poder do Príncipe Pelias. Para isso, buscou ajuda de Bryce, solicitando acesso à biblioteca do Antiquário Griffin. Ela aceitou sob a condição de que Declan utilizasse suas habilidades de hacker para auxiliá-la nas investigações de assassinatos conduzidas com Hunt Athalar.
Durante a Cimeira, Hypaxia Enador foi reconhecida como Rainha-bruxa de Valbara pelos Asteri, e Einar anunciou o noivado entre ela e Ruhn. Apesar da formalização, não havia envolvimento romântico entre os dois, apenas respeito mútuo.
Ainda na Cimeira, foi transmitido na reunião que Micah Domitus, governador de Lunathion, havia alegado precisar resolver assuntos urgentes e se dirigido ao Antiquário Griffin. No local, confrontou Bryce ao descobrir que o Chifre estava oculto na tatuagem em suas costas. Em seguida, injetou Sintez nela, com a intenção de restaurar o artefato e utilizá-lo para abrir um portal para o Inferno.
A situação saiu rapidamente de controle, mergulhando Lunathion no caos com a abertura de portais e a consequente invasão de demônios. Durante esse colapso, Bryce entrou em contato com Hunt e pediu que ele transmitisse uma mensagem a Ruhn: declarou que o perdoava pelo insulto que lhe dirigira e que lamentava ter escondido a verdade sobre seus poderes, explicando que sua intenção era não privá-lo de seu título. Em seguida, manifestou plenamente seu poder como Estrelada, superior ao de Ruhn, e utilizou essa habilidade para fechar um dos portais abertos, contendo parcialmente a invasão demoníaca.
Mais tarde, descobriram que Cormac estava envolvido com a Ophion, e ele próprio recrutou Ruhn para integrar o grupo rebelde. Precisavam de alguém com habilidade de comunicação mental para estabelecer contato direto com outra agente infiltrada: Lidia Cervos, que atuava sob o codinome Daybright. Ruhn adotou o codinome Night e passou a se comunicar com ela por meio de um cristal-com. Inicialmente, o contato dependia inteiramente do artefato, funcionando como canal entre suas mentes.
Com o avanço das interações, o vínculo deixou de depender exclusivamente do cristal, permitindo que ambos encontrassem o caminho para as mentes um do outro de forma direta. Além do aspecto operacional, a convivência constante levou ao desenvolvimento de uma relação progressivamente mais próxima, evoluindo para confiança mútua e, gradualmente, intimidade emocional.
Ruhn, Bryce e Hunt invadiram o Palácio de Cristal com o objetivo de permitir que Bryce acessasse os Arquivos Asteri. Durante a operação, foram capturados: Bryce e Hunt pela Harpia, enquanto Ruhn foi detido por Mordoc. A Harpia pretendia torturá-los, mas foi impedida e morta por Lidia, revelando ser a agente Daybright.
Enquanto isso, Bryce conseguiu escapar, e Baxian Argos foi acusado de traição ao tentar ajudar ele e Hunt. Foram submetidos a torturas constantes por Pollux Antonius e pelo Falcão. Os três estavam tão desesperados para sair dos calabouços que elaboraram um plano em que Baxian mastigou a mão de Ruhn para que pudesse se libertar das algemas e soltar os outros dois.
Diante da gravidade da situação, Einar foi convocado ao Palácio de Cristal. Na presença dos Asteri, repudiou publicamente o próprio filho, negando qualquer vínculo afetivo ou político com ele. Como consequência direta, Ruhn foi formalmente deserdado, perdendo seu status dentro da hierarquia feérica e sendo destituído de sua posição como sucessor legítimo de Valbara.
Lidia arquitetou e executou com sucesso a fuga dos três com a ajuda de Tristan e Declan. Após esses eventos e a quase morte dela, Ruhn aceitou plenamente seus sentimentos, superando o ódio inicial.
Posteriormente, acompanhou Bryce até Avallen em busca de respostas sobre as lâminas Áster e a Reveladora da Verdade, além dos poderes dos Estrelados. Na Caverna dos Príncipes, enfrentaram Morven e Einar, juntamente com seus aliados. Durante o confronto, Ruhn matou o próprio pai: atravessou seu coração com Áster, cortou seu pescoço e destruiu seu crânio antes que o corpo atingisse o chão. Depois disso, abriu mão de qualquer reivindicação ao trono, permitindo que Bryce assumisse como Rainha dos Feéricos de Valbara, cumprindo a profecia do Oráculo.
Seguindo as ordens de Bryce, retornou a Lunathion com Tristan e Declan para recrutar Isaiah Tiberian e Naomi Boreas para a rebelião.
Na batalha final, enfrentou Pollux ao lado de Lidia e Tharion Ketos após o sequestro dos filhos dela. Tharion foi gravemente ferido, sendo salvo por Ruhn, que utilizou magia de cura pela primeira vez após ingerir o antídoto contra os parasitas da água, desenvolvido por Hypaxia. Depois do resgate, ficou responsável por proteger Brannon e Acteon até o fim do conflito.
Com a queda dos Asteri, consolidou sua relação com Lidia. Ela organizou um casamento surpresa, realizado em uma cerimônia simples conduzida por uma Suma Sacerdotisa de Cthona. Ruhn assumiu então o posto de co-comandante da Auxilia de Lunathion ao lado de Ithan Holstrom.
Explicação dentro de:
- Parasita na água – Descida
- Cetona – Casa de Terra e Sangue





