Bryce Quinlan

BRYCE QUINLAN

Informações Gerais

Nome: Bryce Adelaide Quinlan

Apelidos:

Idade: 25 anos

Tipo de ser: Semifeérica (humano + feérico)

Casa: Céu e Sopro

Classe: Civitas

Poder (es): Conjuração de Luz Estelar e Fogo Estelar

Parentescos:

Trabalho (s):

Características Físicas

Cabelos cor vinho com pontas levemente cacheadas que vão quase até o quadril, pele reluzente e sardenta, olhos cor de âmbar, orelhas pontudas, corpo evidentemente humano, cheiro de lilás e noz moscada. Tem uma cicatriz grossa na perna esquerda depois do ferimento causado pelo demônio Kristallos. Usa um amuleto Archesiano no pescoço e tem uma tatuagem de uma estrela de oito pontas entre os seios.

História Pregressa

Fruto de duas casas: Terra e Sangue e Céu e Sopro. Foi forçada a renunciar sua lealdade à Terra e Sangue como condição para aceitar a posição de civitas que o pai biológico lhe conseguira. Se não seria considerada uma Peregrini e teria que lutar nos exércitos imperiais por 3 anos.

Foi criada em uma cidade chamada Nidaros e se mudou para Lunathion para fazer faculdade na Universidade da Cidade da Lua Crescente (UCLC) de literatura clássica.

Ama a arte da dança, porém não pôde se dedicar ao balé profissional por acharem o seu corpo inadequado.

Aprendeu a usar rifles, pistolas, facas e espadas com seu pai, Randall.

Aos 13 anos, fez um teste sanguíneo que confirmou a expectativa de vida imortal e o nível de poder quase insignificante.

Iria fazer a Descida com sua melhor amiga, Danika, quando estivessem com 27 anos, mas depois da morte dela perde a vontade de fazer. No entanto, no desespero de fechar os portais abertos em Lunathion, as duas entram em contato pelo Portão do Coração e o Portão Mortal e Bryce mergulha para fazer a Descida e faz a Ascensão sozinha.

Cometeu um atentado ao pudor durante o desfile do Solstício de Verão e fazia uso de drogas em determinadas ocasiões até encontrar a Matilha dos Demônios morta. Depois desse acontecimento não bebe nem álcool.

Após o assassinato de Danika, barganhou o próprio lugar no Quarteirão dos Ossos com o Sub-rei para que a melhor amiga conseguisse fazer a passagem do veleiro no Rio Istros.

Não contou ao irmão, Ruhn, que era uma Estrelada para ele manter o orgulho do seu título e não podia tirar isso dele. Mesmo que significasse que seria negado a ela o que lhe era de direito. As únicas pessoas que sabiam sobre isso era Ember, Randall e Danika.

É um farol para o mundo do qual os feéricos originalmente vieram. Ela às vezes brilha quando está mais próxima dos feéricos que têm linhagens puras daquele mundo. Príncipe Cormac, por exemplo. Ela também brilha para aqueles que você escolhe como seus leais companheiros. Cavaleiros. E daí que essa estrela vai nos levar de volta àquele mundo.

De tanto usar o seu título como Princesa Feérica para conseguir coisas de seu interesse, o Rei Outonal trocou seu nome para Bryce Adelaide Danaan.

Bryce Quinlan abrira um portal para outro mundo no próprio palácio deles e escapara por entre os dedos da Radiante Mão.

desviando de bustos de mármore que explodiam e de janelas estilhaçadas, e o relâmpago de Hunt disparara através de seu peito até o Portão, fazendo um portal se abrir. Ela saltara para o Inferno

Bryce saltara pelo Portão com a intenção de chegar ao Inferno, para enfim aceitar as constantes ofertas de Aidas e Apollion de enviar seus exércitos para Midgard e interromper o ciclo de conquistas galácticas. Mas, em vez disso, fora parar ali.

Que a estrela em seu peito de alguma forma agia como um farol para o mundo original das pessoas Estreladas.

Bryce carrega a luz de Theia

Essas letras brilhantes tatuadas nas costas dela… são as mesmas que estão no Livro dos Sopros.

Não a primalux, não como ela conhecia em Midgard, mas o poder feérico de uma época anterior à Descida. O poder subiu em direção a ela através da pedra, como uma flecha brilhante disparada na escuridão…

lilás e noz-moscada.

— O que cega um Oráculo? — sussurrou Bryce. — A estrela de Theia — respondeu Aidas suavemente. — Eu te disse: O Oráculo não viu aquele dia… mas eu vi. Eu vi você, tão jovem, inteligente e corajosa, e a luz estelar que Helena me disse para aguardar. Aquele terço do poder de Theia, transmitido através da linhagem de Helena.

Reveladora da Verdade em seu coração. * * * Bastaram alguns golpes da Reveladora da Verdade no pescoço de Morven para Bryce decapitá-lo.

Em resumo, Bryce tem duas dessas partes, mas Helena usou o nexo de linhas ley e a magia natural de Avallen para esconder a terceira parte em algum lugar de Avallen. Se Bryce conseguir encontrá-la, a espada e a faca serão capazes de abrir um portal para lugar nenhum, e poderemos prender os asteri lá dentro.

Bryce olhou para a estrela de oito pontas no centro da sala. As duas fendas estranhas nas pontas. Uma pequena, outra maior. Ela olhou para as armas em suas mãos: uma pequena adaga e uma espada grande. Elas se encaixariam com perfeição nas fendas no chão, como chaves em uma fechadura. Chaves para desbloquear o poder armazenado abaixo. A última gota de poder que ela precisava para abrir o portal para lugar nenhum.

— Eu vou para Nena. Com Hunt. E meus pais… preciso de um tipo de experiência específica que Randall tem.

Ela havia jogado os próprios pais no mundo dos feéricos. “Ela me implorou para que eles ficassem, mesmo que eu não lhe desse a máscara.”

Com base nos relatórios iniciais que Dec enviara de manhã, a coisa virara um desastre generalizado. A filmagem havia sido exibida em todos os noticiários e compartilhada em redes sociais. Não importava que a rede imperial tivesse eliminado o vídeo quase de imediato. Já estava no mundo, circulando em servidores particulares, sendo baixado em celulares, assistido e analisado consecutivas vezes. Os trolls imperiais insistiam que era mentira, postando comentários sobre ser um vídeo forjado, mas Dec se certificou de que a filmagem de Bryce correndo pelas ruas de Lunathion na última primavera, salvando a cidade toda, também vazasse.

Bryce se virou para as asas. E na visão sombreada da Máscara, onde as asas estavam afixadas, a maioria tinha uma luz oscilante. O cerne de uma alma. Os últimos resquícios de suas existências, brilhando como uma parede de estrelas. Ela estivera certa: nunca haviam concedido Veleiros a eles. Fora a ofensa final aos guerreiros mortos, a vergonha de serem privados de uma vida após a morte abençoada.

Polaris arregalou os olhos quando Bryce enfiou as lâminas no peito dela. Hunt liberou o relâmpago, direcionando-o para o ponto em que as lâminas se uniam. As gavinhas do Fogo do Inferno de Hunt se enrolaram pela lâmina, para dentro da própria Polaris. As lâminas, alimentadas por sua luz estelar e aceleradas pelo Fogo do Inferno de Hunt, Polaris implodiu. O peito foi puxado para dentro, sugado para dentro das lâminas como se ali houvesse um aspirador poderoso. Então a barriga e os ombros fizeram o mesmo, e Polaris gritou, mais alto… um pontinho minúsculo escuro que as duas lâminas haviam feito, exatamente onde se tocavam. A coisa para dentro da qual Polaris fora sugada. Um ponto preto. Um portal para lugar nenhum. Para um buraco negro.

Tem uma bala aí dentro, cheia da secundalux dos mortos da Cidade Crescente. Connor me entregou, para dar a você.

Rigelus. — O idioma das palavras tatuadas em suas costas… é o nosso idioma. De nosso mundo natal.

Então ela disparou o Rifle Matador de Deuses no núcleo da primalux.bala era disparada do rifle, devagar a ponto de Bryce ver o que estava escrito na lateral da munição: Memento Mori. Potencializada pelas almas dos mortos, de Connor e a Matilha dos Demônios, e tantos outros… Os mortos se sacrificando em favor dos vivos. Os mortos abrindo mão da eternidade para que Midgard se libertasse.

a mão de Rigelus envolvia o pulso de Bryce e o ácido puro queimava sua pele e seus ossos onde tocava… Como a bateria que era, ela pegou o poder dele e sugou-o.

Bryce comandou, e o Chifre obedeceu. Um portal foi aberto… bem na frente do núcleo e do ponto escuro que emergia dali, aspirando tudo o que era vida. Bryce enviou o núcleo, aquele ponto sem vida e crescente, pelo portal dela. Os asteri gritaram de novo e não pararam mais. Como se soubessem que Bryce havia conjurado o próprio botão de emergência. Com um pensamento, Bryce ampliou o portal para sugar os asteri,

Um piscar de olhos, e ela foi sugada também.

Bryce havia aberto um buraco negro no meio de Midgard.

— E daí que acho que Midgard sabe o que você fez, de qualquer que seja o jeito que um planeta pode ser senciente. Sabe como você libertou Avallen, não porque queria reivindicar a terra, mas porque acreditava que era o certo a fazer. — Como um agradecimento pelo que você fez por Midgard… recebemos a permissão de fazer essa troca, por assim dizer.

— Os livros de Parthos são seus agora. Proteja-os, zele por eles. Compartilhe-os com o mundo.

E colocou a adaga em cima da mesa, — Você as trouxe de volta. — A voz de Nestha saiu baixinha.

— E daí que quero que você fique com a Áster.

— Este é meu primeiro e único decreto como a Rainha Feérica de Valbara e Avallen: as casas reais serão extintas.

ninguém usará a coroa de novo. A monarquia feérica está sendo abolida. Para sempre.

— Vou doar todas as residências do Rei Outonal nesta cidade

para abrigar quem foi desalojado com o ataque aos Prados de Asphodel. Esta mansão em específico será usada para abrigar crianças que ficaram órfãs após o massacre.

— E quanto aos imóveis residenciais em outros lugares, em Valbara e em Avallen, serão vendidos a qualquer um que conseguir aguentar a decoração brega pra cacete. Os lucros serão usados para reconstruir os Prados de Asphodel.

construiremos um governo com base na igualdade e na equidade. Este documento me concede o direito de representar os feéricos na construção de tal governo, nada além disso.

Bryce achou que Jesiba gostaria do Rifle Matador de Deuses fixado atrás da escrivaninha.

Cabelo cor de vinho , pele reluzente e sardenta , olhos cor de âmbar , mestiça com tatuagem nas costas

Orelhas feéricas , corpo evidentemente humano , unhas longas e fortes ,civitas na Casa de Céu e Sopro , cabelos ruivos

Apelidada de Pernas pelo Tharion

Seios fartos e pesados , despontando em mamilos rosados

Herdeira da linhagem estrelada

Em Nidaros, ela dançava com seu pequeno grupo do salão de recreações, ela era a melhor dançarina da cidadeem toda a região montanhosa, então foi para Lunathion e descobriu a bolha fragil dentro da qual estava vivendo mas agora ia duas vezes por semana para o estudio de Madame Kyrah para dançar.

“para a cicatriz no peito dela, apenas as pontas superiores da estrela visíveis acima do decote da camiseta.”

olhos cor de uisque

Cabelo ruivo

Aquela estrela no peito dela, era luz de uma carniceira , sua ancestral

Princesa Estrelada

Rainha de Avallen

Matou Morven

Havia aberto um buraco negro no meio de Midgard

Olhos cor de uísque

A tatuagem de Bryce nas costas está em escrita em outra língua e significa por amor tudo é possível. Em resumo: meu coração e eu jamais nos separamos. A tatuagem que uma Danika bêbada havia insistido que fizessem uma noite, alegando que colocar o voto de eterna amizade em outra língua tornaria tudo menos piegas.

Seu poder veio do portão, sua magia além da luz , precisa ser recarregada, depende de primalux , ou de qualquer outra forma de energia que obtenha, pode receber poder e fornecer

Princesa Estrelada, filha do Rei Outonal

Correu pelo túnel, vislumbres de chama prateada e da magia azul. Os poderes de Nestha e Azriel brilhando como relâmpago. Bryce correu de volta percorrendo a caverna em auxílio das pessoas que enganou, rezando para que ainda houvesse algo a ser salvo

Tinha caído entre os mundo , ido parar no escritório do pai

O poder que extorquira daquele lugar, da própria Silene, vibrava através de seu corpo, familiar e ainda assim estranho. Fazia parte dela, não como uma carga temporária de Hunt, mas como algo que se prendeu ao poder dela, se alojou ali. Bryce carregara a luz de Theia através da linhagem de Helena. E aquela luz… era a luz de Theia vinda de Silene. Duas irmãs, unidas por fim. Mas a luz de Silene, agora misturada à de Bryce…

Tinha uma estrela de oito pontas no peito

Sua luz estelar tremeluziu, uma luz pálida e fraca no breu impenetrável.

olhos cor de uísque

Delicadas orelhas pontudas

Abdicou dos dois tronos e aboliu a monarquia feerica.

Marca em forma de estrelas em seu peito

Rainha dos feéricos valbaranos

Possuía a luz de uma estrela , um dom de luz estelar nada mais, fêmea humana mestiça, herdeira da linhagem dos estrelados , empunhava o chifre no próprio corpo

23 anos, semifeérica, mestiça humana. Testes de sangue feitos há dez anos confirmam expectativa de vida imortal. Nível de poder quase insignificante. Ainda não fez a descida. Listada como civitas plena.

Semifeérica com cabelo ruivo-escuro, olhos cor de âmbar, trabalha como assistente de Jesiba, aspirante a bailarina.

Tem olhos cor de uísque e cabelo ruivo.

Tem 23 anos que ainda não havia completado a Descida. Ela salvou o arcanjo Micah Domitus na noite do assassinato da Matilha dos Demônios.

Seu cabelo redemoinha ao redor da cabeça, com seus olhos âmbar pulsantes e uma luz estelar que emana do peito. Pode gerar e controlar uma luz estelar pura. Pode usar essa luz para ofuscar e cegar, e também para criar uma poderosa explosão de luz.

Seu corpo era feito para lidar com energia pura, incandescente.

Sedosa cortina de cabelos ruivo , pontas levemente cacheadas quase tocando a curva do quadril

Cicatriz grossa e brutal na perna esquerda , unhas azul

Uma feérica Estrelada com Chiifre de Luna no corpo

Parou de dançar e de beber depois da morte de Danika.

— Estudou antiguidades na faculdade? — Fiz algumas aulas, sim. Gostava de aprender sobre velharias. Eu era a típica formanda de literatura clássica. — E acrescentou: — Aprendi a Velha Língua dos Feéricos quando era criança.

Ela aprendera sozinha graças a uma súbita curiosidade em saber mais sobre seu legado. Quando havia visitado a casa do pai um ano depois, pela primeira vez na vida, tivera esperanças de usá-la para impressioná-lo. Depois que a merda bateu no ventilador, Bryce havia se recusado a estudar outra língua. Era uma atitude infantil, mas ela não se importava.

Como conseguiu esse emprego? — Depois que me formei, não conseguia emprego em lugar nenhum. Os museus não me queriam porque não tinha experiência, e as outras galerias de arte da cidade eram administradas por canalhas que me achavam… apetitosa.

Mas minha amiga Fury… — Hunt enrijeceu de leve à menção do nome; claramente conhecia sua reputação. — Bem, ela e Jesiba trabalharam juntas em Pangera, em dado momento. E, quando Jesiba comentou que precisava de uma nova assistente, Fury praticamente lhe enfiou meu currículo goela abaixo. — Ela bufou com a lembrança. — Jesiba me ofereceu o emprego porque não queria ninguém metido à besta. O trabalho é muito sujo, os clientes, muito nebulosos. Ela precisava de alguém com traquejo social e algum conhecimento de arte antiga. E foi isso.

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