O Chifre, também chamado de Chifre de Luna, é um artefato antigo e poderoso, capaz de abrir passagens entre os mundos. Foi forjado no planeta natal dos Feéricos e recebeu seu nome em homenagem à deusa Luna quando chegaram ao novo território, Midgard. Apenas um Feérico Estrelado é capaz de utilizá-lo.
Integra o conjunto do Tesouro Nefasto, formado por peças raras utilizadas pelos Asteri, que nunca conseguiram determinar quem teria direito ao seu uso. Utilizando isso ao seu favor, a Rainha Theia tomou posse do Chifre e da Harpa, usando-os para abrir uma fenda e liderar seu povo durante a Travessia para Midgard. Suas filhas, Helena e Silene, tentaram retornar ao lar original com esses itens, mas apenas Silene conseguiu com a Harpa. Helena permaneceu em Midgard, levando consigo o Chifre, que posteriormente passou para Pelias.
Nas Primeiras Guerras, Pelias usou o Chifre como arma, juntamente com a espada Áster, para combater os exércitos do Inferno. No golpe final, ele empregou o artefato para banir os demônios de volta ao Inferno e selar a Fenda do Norte, embora o objeto tenha sido danificado nesse processo, ficando partido em dois e com seu poder exaurido. Por séculos, Feéricos e Asteri tentaram restaurá-lo sem sucesso. Posteriormente, foi exibido nos Arquivos dos Asteri e, mais tarde, consagrado no Templo de Luna, em Lunathion.
Durante um blecaute na cidade e no templo, o artefato foi roubado por Danika Fendyr. Desconfiada das intenções de Micah Domitus, triturou o Chifre em pó fino, misturou-o com tinta de bruxa e o tatuou secretamente nas costas de Bryce Quinlan, sua melhor amiga, enquanto ela estava embriagada. A tatuagem contém a linguagem dos universos, que soletra comandos diretos para ativar o Chifre por meio de um sopro de puro poder. Assim, Bryce se tornou a portadora do Chifre, apta a utilizá-lo por ser Estrelada. Mais tarde, Micah tentou forçar Bryce a ativar o Chifre usando Sintez, mas ela resistiu e, com seu poder, fechou sete portais nos Portões da cidade, restaurando a segurança de Lunathion.





