Informações Gerais
Nome: Shahar
Status: Morto
Tipo de ser: Arcanjo
Casa: Céu e Sopro
Casa: Civitas
Poder (es): Manipulação de Vento
Parentescos:
- Irmã gêmea: Sandriel †;
- Ex-amante: Hunt Athalar.
Títulos e Atuações:
- Estrela da Manhã;
- Governadora do Quadrante Sudeste de Pangera;
- Arcanjo da 18ª Legião Imperial.
Características Físicas
Possuía asas brancas, braços finos, lábios carnudos, olhos castanhos e cabelos escuros e cacheados. Era fisicamente idêntica à sua irmã gêmea, Sandriel.
História Pregressa
Shahar nasceu nas regiões sudeste de Pangera ao lado de sua irmã gêmea, Sandriel. As duas eram filhas de arcanjos extremamente poderosos e resultado de um experimento conduzido pelos Asteri, que buscavam observar os efeitos da união entre linhagens de grande poder.
Segundo o registro oficial, seus pais foram mortos por um assassino desconhecido. Shahar, porém, sempre acreditou que Sandriel havia cometido o crime e manipulado as circunstâncias para incriminar outro culpado, permitindo que as duas herdassem os títulos de seus pais e governassem sem interferência.
Após a morte deles, ambas ascenderam ao posto de Arcanjo. Convencida da culpa da irmã e determinada a derrubar o sistema de hierarquias imposto pelos Asteri, Shahar iniciou uma rebelião contra os demais Arcanjos e contra a República.
À frente da 18ª Legião Imperial, sua tropa de elite, deu início ao conflito que ficaria conhecido como a Rebelião dos Anjos. Durante esse período, conheceu Hunt Athalar, cujos raros poderes de relâmpago despertaram seu interesse. Reconhecendo seu potencial, ela o promoveu rapidamente dentro de suas fileiras, tornando-o general da 18ª Legião e, posteriormente, Alto-comandante de todas as suas legiões. Com o tempo, os dois também se tornaram amantes, e Hunt permaneceu ao seu lado por cinco anos durante a rebelião.
Nos últimos dias do conflito, Shahar concentrou suas forças no Monte Hermon e ordenou que Hunt matasse Sandriel por qualquer meio necessário. A batalha, porém, foi breve e terminou com a derrota da 18ª Legião e a captura de seus sobreviventes. Shahar enfrentou a irmã pessoalmente, mas acabou morta por Sandriel, encerrando definitivamente a rebelião.
Após sua morte, seu corpo foi levado ao Palácio de Cristal, na Cidade Eterna, sede dos Asteri. Lá, Pollux Antonius, segundo em comando de Sandriel, urinou sobre seu cadáver em um ato de humilhação pública. Suas asas foram arrancadas e penduradas acima dos tronos dos Asteri, ao lado das asas de outros anjos mortos durante a rebelião ou condenados à chamada Morte em Vida.
Os sobreviventes de seu exército, incluindo Hunt, passaram a ser conhecidos como anjos caídos. Como punição, tiveram sua magia limitada pela tatuagem chamada de Halo, perdendo seus direitos e sendo entregues como escravos a diferentes Arcanjos.
‘Dois séculos depois, durante uma nova batalha no Monte Hermon entre os exércitos dos Asteri e do Inferno, Bryce Quinlan, parceira e esposa de Hunt, utilizou a Máscara para libertar o último resquício das almas dos Caídos que permanecia nas asas dos guerreiros mortos, preservadas nas paredes como relíquias. Shahar estava entre elas. As almas assumiram os mec-trajes espalhados pela colina, utilizando-os como novos receptáculos para lutar uma última vez.
Durante o confronto contra Rigelus, Bryce abriu um buraco negro no meio de Midgard e acabou sendo sugada para dentro. Usando um mec-traje como receptáculo, Shahar ofereceu ajuda a Hunt para resgatá-la, já que as asas de um anjo não funcionariam no espaço, mas os propulsores do traje poderiam levá-lo até ela.
Restava apenas um míssil de enxofre no mec-traje. Pilotando o equipamento, Hunt apontou a arma para Rigelus, que naquele momento lutava contra Bryce. Com a orientação de Shahar e das almas dos Caídos que ocupavam os mec-trajes, Hunt disparou o míssil. O projétil atingiu Rigelus e o lançou para longe de Bryce, empurrando-o em direção ao vazio.
Explicação dentro de:
- 18ª Legião Imperial – Legiões Imperiais
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