Informações Gerais
Nome: Desconhecido
Status: Vivo
Tipo de ser: Parte sereia e parte espírito fluvial
Casa: Muitas Águas
Classe: Civitas
Poder (es): Controle absoluto sobre rios
Parentescos:
- Irmãs:
- Rainha do Oceano;
- Rainha da Corte Preta;
- Rainha da Corte Branca;
- Rainha da Corte Vermelha;
- Filha: Filha da Rainha do Rio.
Títulos e Atuações:
- Rainha e Mestre da Corte Azul
Características Físicas
Possui pele marrom, cabelos escuros e longos, além de um corpo voluptuoso, com seios fartos. Seus dedos são longos e elegantes e seus dentes são levemente pontiagudos. Os olhos são completamente negros, tão profundos e escuros quanto os de um tubarão. Sempre carrega consigo uma faca dentada de vidro marinho.
História Pregressa
Segundo boatos antigos, a Rainha do Rio é filha direta de Ogenas, a deusa primordial dos mares. Tendo nascido do Todo Poderoso Rio Que Abraça o Mundo, embora essa origem jamais tenha sido confirmada oficialmente..
Sua autoridade se estende sobre a Corte Azul, que governa com firmeza e constante vigilância, priorizando acima de tudo a proteção daqueles que vivem sob sua influência e dependem de suas águas para sobreviver.
Rumores persistentes afirmam que o poder da Rainha do Rio é tão vasto que, se provocada, poderia purgar toda Lunathion, arrastando a cidade com enchentes e correntes incontroláveis. Por essa razão, os habitantes da cidade sempre buscaram manter uma relação respeitosa com ela, evitando qualquer atitude que pudesse ser interpretada como ofensa. Até mesmo Micah Domitus, ex-governador de Lunathion, mantinha com a Rainha do Rio uma convivência cautelosa e diplomática, plenamente ciente do perigo que representava antagonizá-la.
Desde a chegada dos Asteri a Midgard, a Rainha do Rio e suas irmãs se opuseram a eles, cada uma à sua maneira. Como sereias e tritões estavam entre os seres mágicos originais do mundo, reconheceram imediatamente a ameaça representada pelos invasores. No entanto, diante do poder avassalador dos Asteri, acabaram derrotadas em uma tentativa inicial de resistência. Forçadas a cooperar publicamente com o domínio dos Asteri, aceitaram essa submissão aparente como forma de proteger seu povo de represálias diretas e destrutivas.
Apesar disso, a Rainha do Rio jamais abandonou a resistência, apenas a tornou mais sutil. Ao descobrir que os Asteri haviam assassinado Sofie Renast, um pássaro-trovão, e que seu irmão, Emile Renast, estava desaparecido, recordou-se do verdadeiro poder que os pássaros-trovão empunhavam. Lembrou-se também de como os Asteri os caçaram no passado, movidos pelo medo que sentiam dessas criaturas, e compreendeu que tentariam recuperar os irmãos a qualquer custo. Mesmo sem conhecer plenamente os motivos por trás dessa obsessão, não teve a menor intenção de permitir que os Asteri capturassem Emile.
Diante disso, ordenou que Tharion Ketos, capitão da inteligência da Corte Azul, procurasse pelo corpo de Sofie e investigasse o paradeiro de Emile. Embora reconhecesse que suas ações talvez não fizessem diferença em um contexto maior, manter os irmãos em segurança foi sua forma de tentar frustrar, ainda que modestamente, os planos dos Asteri.
Quando a queda dos Asteri se aproximava, Tharion, agindo em nome de Bryce Quinlan, que havia se tornado Rainha dos Feéricos de Valbara e de Avallen, procurou a Rainha do Rio para solicitar asilo na Corte Azul para o povo de Lunathion. No entanto, durante as negociações, a Filha da Rainha do Rio irrompeu no encontro, fazendo um escândalo ao confrontar Tharion por ele ter se casado com Sathia Flynn em vez de cumprir a promessa de se unir a ela.
Diante da tensão crescente, Tharion ofereceu outra moeda de troca: prometeu que, quando tudo terminasse e caso ainda estivesse vivo, se divorciaria de sua esposa para se casar com a Filha da Rainha do Rio. Ela aceitou a proposta, mas sua mãe não. A Rainha do Rio, falando também em nome da filha, recusou categoricamente o acordo. Deixou claro que não permitiria que sua filha se vinculasse a alguém que considerava indigno, nem por promessa, nem por conveniência política — especialmente após Tharion ter tirado a virgindade da jovem, jurando amá-la até a morte, apenas para adiar o casamento por uma década.
Ainda assim, a Rainha do Rio reconheceu que Tharion havia sacrificado sua própria liberdade em atos anteriores, agindo sem considerar as consequências pessoais para ajudar aqueles que estavam em perigo.
Por fim, declarou que a Corte Azul ofereceria abrigo a todos que conseguissem alcançar suas águas antes que os navios de guerra fossem alertados. Comprometeu-se a acolher qualquer pessoa, de qualquer Casa, sem distinção, reafirmando seu papel como uma protetora implacável daqueles que buscavam refúgio contra a tirania dos Asteri.
Explicação dentro de:
- Emile Renast – Cooper Silago





