Informações Gerais
Nome: Pollux Antonius
Status: Morto
Tipo de ser: Anjo
Casa: Céu e Sopro
Classe: Civitas
Parentescos:
- Ex-amante: Lidia Cervos
Títulos e Atuações:
- Malleus (O Martelo);
- Legionário da 45° Legião Imperial;
- Comandante dos Triários de Sandriel;
- Legionário da 33ª Legião Imperial;
- Triário de Celestina.
Características Físicas
Possuía cabelos dourados, pele bronzeada, olhos de um intenso tom de cobalto e suas asas eram brancas. Tinha um sorriso cruel, que refletia um prazer mórbido diante do sofrimento alheio.
História Pregressa
Conhecido pelo título de Malleus, ou “O Martelo”, Pollux era amplamente temido como um devastador de campos de batalha. Sua reputação estava intrinsecamente ligada à crueldade extrema: ele se deleitava com a carnificina, o medo, a dor e, sobretudo, a tortura. Sua brutalidade levava castigos e punições a níveis extremos, sendo responsável por inúmeros horrores cometidos contra inocentes. Foi um dos integrantes mais cruéis dos Triários da 45ª Legião Imperial, servindo diretamente sob o comando de Sandriel.
Durante o Massacre de Meridan, ao liderar a legião de Sandriel ao lado de Hunt Athalar para interceptar uma pequena força rebelde em uma passagem montanhosa, Hunt optou por conceder mortes rápidas aos inimigos. Pollux, por sua vez, prolongou deliberadamente o sofrimento, saboreando cada momento de dor e desespero. Quando Hunt decidiu pôr fim à situação, matando os sobreviventes para interromper a tortura, Pollux enfureceu-se, o que resultou em um confronto violento entre os dois. Ambos terminaram feridos. Sandriel demonstrou prazer na disputa, mas puniu Hunt por encerrar prematuramente a “diversão” de seu comandante, lançando-o nas masmorras por alguns dias.
Pollux também manteve um relacionamento com Lídia Cervos, sendo publicamente reconhecidos como amantes. A união entre os dois era vista como particularmente temível: ele, o devastador de campos de batalha, e ela, a implacável caçadora de espiões rebeldes da República.
Após a morte de Sandriel — assassinada por Hunt durante a Cimeira de Valbara —, Pollux foi transferido de Pangera para Lunathion, ao lado de Baxian Argos, para integrar os Triários da 33ª Legião Imperial. A legião passou então a estar sob o comando de Celestina, que assumiu o posto após a morte de Micah Domitus, morto por Bryce Quinlan no Antiquário Griffin no mesmo dia de Sandriel.
Posteriormente, Hunt, Ruhn Danaan e Baxian foram capturados sob acusação de traição — Hunt e Ruhn por invadirem o Palácio de Cristal, e Baxian por tentar auxiliá-los na fuga. Pollux então foi para a Cidade Eterna, onde passou a ser responsável pela tortura dos prisioneiros, atuando ao lado de Falcão. Nesse período, Lídia revelou-se como espiã da Ophion ao arquitetar e executar com sucesso a fuga dos três.
Durante a nova batalha no Monte Hermon, travada com o objetivo de derrubar os Asteri, Lídia descobriu que Pollux havia sequestrado seus filhos gêmeos, Acteon e Brannon, retirando-os do Cargueiro das Profundezas. Pollux sabia desde o início que os meninos não eram seus e os desprezava, considerando-os fracos e indignos, já que havia sido fácil capturá-los.
Durante o confronto para resgatar os adolescentes, após Lidia ingerir o antídoto contra os parasitas dos Asteri — que até então limitavam seus poderes —, Lídia utilizou sua recém-descoberta habilidade de manipulação de fogo para atacá-lo. O poder consumiu Pollux de dentro para fora, reduzindo-o a uma estátua de cinzas, que se desfez completamente ao ser tocada.
Explicação dentro de:
- Parasitas dos Asteri – Descida





