Informações Gerais
Nome: Desconhecido
Status: Morto
Tipo de ser: Feiticeiro
Casa: Terra e Sangue
Classe: Civitas
Poderes:
Parentescos:
Áreas Profissionais:
- Astrônomo.
Características Físicas
Macho idoso de olhos escuros, por vezes descritos como cinza-ardósia, e uma barba longa e espessa, que chegava a roçar o cinto simples que prendia suas vestes drapeadas. Seus cabelos eram longos, ralos e oleosos, frequentemente soltos. Vestia túnicas cinzentas e usava vários anéis de ouro em uma das mãos murchas e manchadas, cada um contendo pequenas estrelas brilhantes presas sob um domo de vidro. Seu cheiro não denunciava claramente sua raça, além de indicar uma natureza humanoide corrompida por magia excessiva.
História Pregressa
Feiticeiro originalmente humano, o Astrônomo tornou-se obcecado pela passagem do tempo, pela morte e pela possibilidade de recuperar a juventude. Ao longo dos anos, o acúmulo excessivo de magia corrompeu profundamente sua alma. Seu maior temor era a morte, e essa aversão o levou a buscar respostas e poder por meio de forças cada vez mais perigosas.
Durante anos, Jesiba Roga financiou suas pesquisas, pagando para que ele e seus místicos buscassem uma forma de desfazer o domínio exercido por Apollion sobre sua alma. Em suas próprias investigações, Jesiba descobrira que o fogo do dragão era uma das poucas forças capazes de fazer um Príncipe do Inferno hesitar. Por esse motivo, Ariadne tornou-se uma peça central nesses planos, tendo sido entregue ao feiticeiro como presente por um arcanjo. Enquanto os místicos vasculhavam o Inferno em busca de respostas, caberia à dragoa protegê-los durante o processo.
Ao longo de décadas, manteve diversas criaturas escravizadas, incluindo as duendes Sasa, Rithi e Malana, além da dragoa Ariadne. Todas eram mantidas presas dentro de anéis utilizados por ele, que funcionavam como instrumentos de contenção e controle. As prisioneiras sob sua custódia eram submetidas a torturas constantes, usadas como ferramentas em suas obsessões pessoais
Lars Fendyr procurou o Astrônomo e lhe vendeu sua filha mais velha, Sigrid Fendyr. A transação foi apresentada como uma transferência não oficial de propriedade, com a alegação de que a venda teria ocorrido ainda durante a infância da jovem.
A libertação das duendes, da dragoa e da loba ocorreu quando Ithan Holstrom as retirou de sua posse e as levou para a casa de Ruhn Danaan, onde receberam abrigo. Contestada por Hypaxia Enador, uma vez que Sigrid não possuía marca de escravização e, legalmente, não poderia ser considerada uma escrava. Diante da disputa, foi exigida uma indenização de dez milhões de marcos de ouro, valor que acabou sendo pago por Jesiba.
Posteriormente, foi formada uma aliança com Sabine Fendyr com o objetivo de se vingar de Ithan. Após a morte de Sigrid e sua transformação em Ceifadora, solicitou ao Sub-Rei sua libertação oficial, alegando a intenção de levá-la imediatamente ao Covil dos Lobos. Esse desfecho culminou em sua própria morte, quando Sigrid cravou a mão em forma de garra em seu peito e arrancou seu coração ainda pulsante, enquanto a Secundalux de sua alma era consumida por ela.
Após a morte, seu corpo foi descartado nos esgotos por Perry Ravenscroft, considerado indigno de realizar a Passagem do Veleiro.
Explicação dentro de:
- Secundalux – Primalux





