Antiquário Griffin

ANTIQUÁRIO GRIFFIN

O Antiquário Griffin era uma galeria especializada na comercialização de antiguidades em Midgard. Mais do que uma simples loja, funcionava como fachada para abrigar a Biblioteca de Parthos, um dos acervos mais valiosos da história. Jesiba Roga utilizava o espaço para negociar artefatos raros, enquanto sua assistente, Bryce Quinlan, era responsável por intermediar e fechar os contratos de venda.

Biblioteca de Parthos

Localizada no andar inferior do prédio, a Biblioteca de Parthos ficava escondida em uma sala de arquivos protegida dia e noite por Lehabah. O espaço contava com estantes repletas de livros que cobriam todas as paredes, interrompidas apenas por tanques e terrários com pequenos animais, como as lagartixas Noz-moscada e Gengibre, a cobra alvinegra Srta. Papoula, além de um tanque gigante que ocupava uma parede inteira, habitado por um Nøkken, criatura morta posteriormente no Ordálio de Bryce.

Com o intuito de proteger o acervo, Jesiba lançou encantamentos protetores sobre os livros. Esses feitiços tinham como objetivo transformá-los em guardiões conscientes, capazes de reagir contra qualquer tentativa de roubo ou profanação. Com o passar do tempo, entretanto, os volumes adquiriram desejos próprios e tornaram-se entidades vivas, cuja existência mágica não podia mais ser desfeita. Esses chamados livros-vivos representavam tanto um recurso de defesa quanto um risco de instabilidade. Por essa razão, Jesiba recorreu a monitores especiais, como Lehabah, responsável por vigiar os volumes encantados e impedir que escapassem do controle ou se tornassem uma ameaça maior.

Após o ataque dos demônios liberados por Micah Domitus, Jesiba limpou a galeria e transferiu os livros para seu escritório na sede da Casa de Chama e Sombra. Nesse período, ela contratou Ithan Holstrom como assistente, encarregado de encaixotar os itens retirados da antiga biblioteca. Após a morte de Jesiba, todo o acervo foi herdado por Bryce Quinlan.

Estrutura do prédio

O edifício do antiquário era construído em arenito, com fachada estreita, paredes grossas e sem adornos. As portas de ferro reforçavam a segurança, assim como a ausência de janelas e o teto alto. Na entrada, havia uma placa de bronze com o nome do antiquário e um par de olhos de coruja gravados.

Internamente, o espaço mesclava tecnologia avançada e poderosos feitiços de proteção. A sala de exposição possuía pé-direito duplo revestido em madeira, mobiliada com uma mesa de pau-ferro e decorada por um mosaico representando o pátio do palácio de Altium. A sala dos arquivos, que abrigava a Biblioteca de Parthos, era acessada por uma porta de ferro com 15 cm de espessura, projetada para oferecer máxima segurança.

Novo Antiquário

Após os acontecimentos que levaram à transferência da biblioteca, foi planejado um novo Antiquário Griffin em uma casa elegante, com átrio ensolarado e aberto. Bryce considerou enviar os livros de Parthos para os Arquivos de Avallen, mas decidiu mantê-los por perto, acessíveis a todos, em vez de escondidos em uma ilha remota.

Origem e simbologia

O nome Griffin faz referência a um navio que, segundo registros, conseguiu escapar das redes Vanir, navegou através do Haldren e encontrou porto seguro em Valbara. A embarcação teria contado com a ajuda dos seres do mar, a mando da Rainha do Oceano, para atravessar as águas em segurança.

Localização: Praça da Cidade Velha, Lunathion, Valbara, Midgard.
Proprietárias:

  • Jesiba Roga;
  • Bryce Quinlan.